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9 de nov de 2008

Pequeno manual de recuperação da mata ciliar (Funverde)

A mata ciliar é uma área de preservação permanente obrigatória. O Código Florestal (Lei n.° 4.771/65) inclui desde 1965 as matas ciliares na categoria de áreas de preservação permanente. Essa lei já existe há 40 anos! Mas nem sempre foi cumprida.
Toda a vegetação natural (arbórea ou não) presente ao longo das margens dos rios, e ao redor de nascentes e de reservatórios, deve ser preservada. De acordo com o artigo 2° desta lei, a largura da faixa de mata ciliar a ser preservada está relacionada com a largura do curso d’água. A tabela apresenta as dimensões das faixas de mata ciliar em relação à largura dos rios, lagos, represas e nascentes.


Objetivos
A FUNVERDE, pensando na recuperação dos fundos de vale elaborou junto com especialistas, este pequeno manual que tem como objetivo mostrar os tipos de árvores permitidas e instruções de plantio na região de Maringá para recomposição de sua flora e orientar a comunidade quanto à importância dos fundos de vale na manutenção da qualidade da água e às técnicas de revegetação de áreas ripárias.

O que é um fundo de vale
Caracterizados por uma depressão com bordas laterais, onde é comum ocorrer afloramento do lençol freático e formação de várzeas, riachos ou rios. Seu topo é denominado divisor de águas. São especialmente importantes para a preservação dos corpos d´água (rios, riachos, lagos, córregos, nascentes etc) .

Como preservar ou recuperar os fundos de vale
A preservação ou recuperação dos fundos de vale depende, principalmente, da manutenção das encostas, da mata ciliar e da qualidade da água.

O que é mata ciliar
Como existem os cílios que protegem os nossos olhos, existem as matas no entorno dos rios, lagos, riachos, córregos e nascentes. É nessa área que se instala a mata ciliar, chamada, também, mata ou floresta ripária, que protege as nascentes de água e os animais aquáticos, evitando a erosão das margens, funcionando como filtro aos agentes poluidores, servindo de refúgio às aves e animais, favorecendo a criação de corredores de biodiversidade, preservando a biodiversidade da flora, dentre outras funções. São assim, de grande importância para a preservação da qualidade da água que consumimos.

Revegetação
Por revegetação, compreende-se o plantio da vegetação mais próximo possível da mata original. Algumas técnicas têm sido hoje empregadas para otimizar este trabalho. Assim, após um levantamento das espécies de ocorrência natural na região, fazemos uma classificação delas quanto à exigência de luz para seu crescimento.

Espécies pioneiras
Espécies que iniciam o processo natural de cicatrização de uma clareira; têm crescimento muito rápido, produzem grande quantidade de sementes e se desenvolvem bem sob pleno sol.

Espécies secundárias
São espécies que participam dos estágios intermediários da sucessão; as secundárias iniciais têm crescimento rápido e vivem mais tempo que as pioneiras; as secundárias tardias crescem mais lentamente sob sombreamento no início da vida, mas depois aceleram o crescimento em busca dos pequenos clarões no dossel da floresta, superando as copas de outras árvores, sendo por isso denominadas de “emergentes”.

Espécies climáticas
Espécies que aparecem nos estágios finais da sucessão; são tolerantes ao sombreamento intenso e se desenvolvem bem nessa condição.

Plantio
delimitar a área a ser revegetada, evitando as margens em erosão;
proceder à limpeza da área com uma roçada, para a eliminação de ervas daninhas, evitando o revolvimento do solo e, conseqüentemente, a erosão;
delimitar o espaçamento entre as covas de 3 metros, 2 metros e 1,5 metros, conforme a figura de combinação de espécies;
preparar as covas com dimensões aproximadas de 30 cm de diâmetro por 40 cm de profundidade;
recomenda-se para cada cova a aplicação de 6 litros de esterco de curral (20% do volume da cova) ou 3 litros de esterco de galinha (10% do volume da cova) ou ainda 5 litros de húmus.

Combinação das espécies
o plantio deve ser heterogêneo com as espécies combinadas entre as de luz (pioneiras), as intermediárias (secundárias precoces e secundárias tardias) e as de sombra (clímax).
não plantar mais de 15% da mesma espécie.
plantar 70% de pioneiras e secundárias iniciais e 30% de secundárias tardias e de clímax.
Exemplo, no caso de plantar de 100 árvores, usar,
35 espécies pioneiras
35 espécies secundárias iniciais
15 espécies secundárias tardias
15 espécies climáticas
plantar em duas etapas: no primeiro ano, as espécies de luz e intermediárias, com objetivo de proporcionar sombra e no segundo ano, as espécies de sombra para dar estrutura definitiva à mata.

Época de plantio
Deve ser feito na época das chuvas (setembro e março). O plantio em áreas de inundação, a partir de fevereiro, quando as chuvas são menos freqüentes, tem mais chances de sucesso.

Manutenção das mudas
As medidas necessárias para a conservação das mudas são a irrigação, a capina em coroamento, elevação de terra ao redor da muda para auxiliar o acúmulo da água, as roçadas periódicas até o fechamento das copas e o controle permanente das formigas cortadeiras. Em mudas grandes e em lugares de ventos fortes é preciso fazer o tutoramento das plantas. Este se faz com uma estaca amarrada ao lado da muda.

Caso deseje plantar outras espécies, consulte um engenheiro florestal ou engenheiro agrônomo.

ESPÉCIES PIONEIRAS

Amora-branca Maclura tinctoria
Araçá-do-mato Campomanesia guazumaefolia
Aroeira-branca Lithraea molleoides
Candiúba Trema micrantha
Caroba Jacaranda cuspidifolia
Chá-de-bugre Cordia sellowiana
Embaúba Cecropia pachystachya
Ingá-feijão Inga marginata
Manduirana Senna macranthera
Mutambo Guazuma ulmifolia
Pau-cigarra Senna multijuga
Pau-jangada Apeiba tibourbou
Peito-de-pombo Tapirira guianensis
Sangra-d´água Croton urucurana
Sobrasil Colubrina glandulosa
Tapiriri Tapirira guianensis

ESPÉCIES INTERMEDIÁRIAS OU SECUNDÁRIAS

Açoita-cavalo Luehea divaricata
Angico-branco Albizia polycephala
Araribá Centrolobium tomentosum
Ariticum Annona cacans
Café-de-bugre Cordia ecalyculata
Canafístula Peltophorum dubium
Canela-de-veado Helietta apiculata
Canelinha Nectandra megapotamica
Farinha-seca Albizia hasslerii
Figueira Ficus enormis
Goiabeira Psidium guajava
Ingá-feijão Inga marginata
Ipê-felpudo Zeyheria tuberculosa
Jaracatiá Jaracatia spinosa
Pau-amendoim Pterogyne nitens
Taiúva Maclura tinctoria

ESPÉCIES DE SOMBRA OU CLIMAX (crescimento lento)

Amarelinho Terminalia brasiliensis
Azeitona, cafezinho Rhamnidium elaeocarpus
Carobão Sciadodendron excelsum
Catiguá Trichilia spp.
Cedro Cedrela fissilis
Chuva-de-ouro Cassia ferruginea
Embira-de-sapo Lonchocarpus subglaucescens
Estopeira Cariniana estrellensis
Guabiroba Campomanesia spp.
Guarantã Esenbeckia leiocarpa
Guatambu Aspidosperma parvifolium
Jatobá Hymenaea courbaril
Louro-pardo Cordia trichotoma
Marinheiro Guarea guidonia
Óleo Copaíba Copaifera langsdorffii
Paineira Chorisia speciosa
Pau-d´alho Gallesia gorarema
Pau-formiga Triplaris sp
Pau-pereira Platycyamus regnellii
Pitanga Eugenia uniflora
Sucupira-amarela Sweetia fruticosa
Tarumã Vitex montevidensis

* Para atualização referente às espécies de árvores, consulte o manual da Funverde.

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Porque plantar árvores nativas

Aqui estão alguns dos motivos para você plantar não uma, mas várias árvores, e ajudar a natureza!

Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Imagine como elas poderiam ajudar para não ocorrerem tantas enchentes, das quais matam e deixam muitas pessoas sem casas!

Junto com toda essa água absorvida, muitos nutrientes de matérias orgânicas (como as fezes dos animais) são absorvidos pelas raízes e transformados através da fotossíntese, em alimento para a toda a planta. Por sua vez, folhas, frutos, madeira e raízes servirão de alimento para diversos seres vivos. Os animais por sua vez, irão defecar o que comeram, e as folhas e frutos que não serviram de alimento caem no solo.

Folhas, frutos e fezes de volta ao solo, e todo o ciclo recomeça. A camada de folhas que se formam a baixo das árvores servem de berço para as sementes, e para proteger o solo dos pingos da chuva. Cada pingo de chuva que cai diretamente no solo, causa erosão. A erosão do solo pode ser prejudicial em vários casos:

Em rios – a erosão leva terra e areia para o leito (fundo) do rio, fazendo com que o rio fique mais raso, com menor capacidade de guardar água, causando a falta de água nos meses de pouca chuva, além da morte dos peixes.

Para o Solo – a erosão leva embora as sementes que poderiam germinar e recompor a vegetação natural. Ou seja, solo desprotegido tende a continuar desprotegido.

Para os animais – a erosão pode levar embora ninhos de animais que os fazem no chão, e tampar os de diversos outros animais, matando os filhotes que estão dentro. Além do mais, sem vegetação e frutos para alimentá-los, eles vão embora ou morrem de fome.

Para os lençóis freáticos – os solos sem vegetação, por não terem raízes e minhocas para deixá-lo fofo, não tem uma boa absorção de água. Além do mais, como não há barreiras para a água, ela vai embora rapidamente, não dando tempo para a água da chuva penetrar no solo. Com isso os lençóis freáticos secam, acabando assim com muitos rios e conseqüentemente com nossa água potável.

A copa das árvores também protege o solo da chuva direta, sem contar que suas raízes seguram firmemente o solo. As raízes de árvores que estão nas beira de rios, aparecem as vezes dentro do rio, parecendo cílios. Essas raízes além evitarem a erosão, servem de casa para muitos animais. Por causa destes cílios, a mata próxima aos rios é conhecida pelo nome de Mata Ciliar.

Uma árvore isolada pode transpirar, em média, 400 litros de água por dia, produzindo um efeito refrescante equivalente a 5 condicionadores de ar com capacidade de 2.500 kcal cada, funcionando 20 horas por dia. Este vapor se mistura com as partículas de poluição do ar, e quando se acumulam em nuvens, caem em forma de chuva. Portanto, as árvores ajudam também na retirada de poluentes do ar!

Além do mais, este vapor ajuda a equilibrar o clima da região. Isso é facilmente percebido em parques e florestas que tem seu clima mais fresco.

Outro ponto que podemos notar até mesmo em parques no meio de grandes cidades, é o silêncio! As árvores formam uma parede que impede a propagação dos ruídos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas hoje em dia para criar ambientes mais silenciosos e aconchegantes (além de bonitos).

Em um bosque frondoso, a copa das árvores acumula a maior parte da radiação solar, o que significa que o chão, permanecendo quase todo o dia na penumbra, é bem mais fresco.

Assim se define um microclima - ou seja, um local restrito, ou isolado da região em torno. Desta forma, a temperatura na região de um bosque, no verão, pode ser 5 graus centígrados mais alta que a do próprio bosque.

As metrópoles são outro tipo de microclima - nesse caso porque geralmente estão cobertas por massas de ar quente, situadas a cerca de 120 metros de altura, criadas pela poluição.

O resultado é a criação de ilhas de calor: assim, a temperatura no centro de uma cidade, por exemplo, pode estar 6 graus centígrados acima daquela de bairros distantes (ou mais arborizados) e da zona rural.

Se ainda assim, você ainda não se convenceu de que deve plantar árvores espere para saber mais…

Sombra – ah que delícia uma boa sombra! Não é? Bem, se levarmos em conta a devastação e a não preocupação do reflorestamento, pode se preparar para sair de casa de guarda sol, pois a previsão é de que em 2030 nossas matas vão acabar!

Madeira – se você não tem nada de madeira na sua casa pode enviar seu nome para colocarmos no livro dos recordes. O mercado madeireiro é um dos que mais cresce no Brasil. Muitas empresas são clandestinas, e pouca gente se preocupou em saber se a madeira que está comprando é autorizada ou não. Se você usa madeira, por que não ajudar plantando?

Papel – não sei se você sabe, mas não há no mundo país que tenha um substituto para o papel vindo da madeira de árvores, sendo produzido em larga escala! Preocupante? Então imagine quantas árvores você já usou e vai usar só com papel!

Oxigênio – você respira? Bem, pode não conseguir mais daqui alguns anos. A poluição gerada pelas grande cidades estão desequilibrando a quantidade de oxigênio no mundo!

E uma novidade: Estudiosos afirmam que florestas muito antigas, que já atingiram seu equilíbrio, produzem a mesma quantidade de gás carbônico (liberado a noite) que a de oxigênio. E que florestas jovens, para poder crescer, liberam muito mais oxigênio do que gás carbônico. Isso significa que plantar uma árvore é produzir oxigênio!

Frutas – quem não gosta de uma boa fruta? Mas não pense que elas são produzidas em laboratório. Elas chegam à sua mesa, pois árvores às produziram. E se você fizer as contas deve ter gasto com frutas o bastante para ter mais de 100 pés de cada fruta que você gosta. Mesmo porque o gasto em se ter uma árvore é quase zero.

Fauna – que delícia ouvir o canto dos pássaros logo de manhã! Pois então! Plante uma árvore perto de sua casa e ouça o resultado! Se você estiver em zona rural, ou próximo à alguma floresta, ainda poderá receber a visita de diversos animais da fauna brasileira.

Primeiro vamos à nomenclatura

Nativa – ocorre naturalmente na região que se está tratando.

Exótica – não ocorre naturalmente na região que se está tratando.

Endêmica – espécie que ocorre exclusivamente na região que se está tratando. Uma espécie que é nativa da Austrália é considerada exótica no Brasil, como é o caso do Eucalipto. Uma espécie pode ser Nativa do Brasil, porém endêmica da Bahia, como é o caso da piaçava. Isso quer dizer que em São Paulo, ou em Amazonas, esta espécie é considerada Exótica.

Os benefícios de se plantar árvores nativas de sua região, além de não ter os problemas das exóticas, estão descritos a baixo:

- O alimento é exatamente os que os animais nativos precisam.

- Fazem parte de uma determinada floresta onde uma espécie ajuda a outra, de diversas formas.

- Dificilmente espécies nativas são exterminadas por pragas, pois já desenvolveram muito bem uma defesa para cada praga da região.

- Muito indicadas em plantios orgânicos, que desejam não utilizar agrotóxicos.

- A relação entre os nutrientes disponíveis, e os nutrientes necessários para a árvore, é harmoniosa.

- São as árvores nativas que os pássaros nativos procuram para fazer seus ninhos. Você já reparou que em matas de Eucalipto ou Pinus houve-se muito pouco ou quase nenhum som de pássaros e outros animas?

- E por último, se existem mais de 500 espécies só na Mata Atlântica, das mais variadas formas, das mais lindas flores das mais cobiçadas madeiras do mundo …

Porque NÃO plantar árvores exóticas?

- Por não terem predadores naturais, essas espécies podem se multiplicar sem controle, tornando-se assim uma praga, como é o caso do Eucalipto.

- Por não terem uma boa relação com a floresta nativa, podem competir desigualmente pelo espaço, chegando até matar as espécies nativas, como é o caso da Leucena, que em seu habitat natural com pouca água, desenvolveu uma substância que impede o crescimento de outras espécies ao seu redor, para evitar a competição pela água escassa.

- A proliferação pode ser descontrolada. Como é o exemplo também da Leucena. Em seu habitat nativo desenvolveu uma estratégia de produzir milhares de sementes. Isso porque a semente que encontrar apenas um pouco de água já irá germinar. Mas aonde o solo é seco só algumas sementes conseguem sobreviver. Aqui no Brasil, por ser um país tropical úmido, todas as sementes encontrar condições ideais para germinar. O que temos é uma disseminação tão intensa deste espécie que hoje é considerada uma verdadeira praga em nosso ambiente.

- Algumas espécies exóticas tem as raízes muito bem preparadas para absorver toda a água que conseguirem. Como é o caso do Eucalipto, que absorve tanta água do solo, que este chega a ficar seco. Muitos locais estão com o solo pobre por terem sido invadidos por esta espécie, que muitas vezes é plantada por pessoas que desconhecem este problema.

- O maior erro em se plantar exóticas como Eucalipto e Pinheiros, é que estas espécies crescem muito rápido. Pessoas e empresas que são obrigadas judicialmente a reflorestar, utilizam estas espécies para mostrar o resultado o mais rápido possível. O que muita gente não sabe é que com espécies pioneiras brasileiras, consegue-se este resultado ou mesmo um melhor, tanto em termos de tempo quanto obviamente de qualidade, como é o caso da Embaúba, Monjoleiro e tantas outras mais.

Não seja você mais um plantador de espécies não brasileiras

Fonte - www.arvoresbrasil.com.br

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Alguns sites sobre MATA CILIAR:

  • Espécies Arbóreas e Arbustivas da Mata Ciliar

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/especies

  • Espécies Arbóreas e Arbustivas da Mata Ciliar

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/

  • Recomposição da Mata Ciliar: banco de dados de espécies

  • http://www.bdt.org.br

  • Referências Bibliográficas sobre Mata Ciliar

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/biblio

  • Produção de Folhedo em Mata Ciliar

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/folhedo

  • Mata Ciliar

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/protecao

  • Mata Ciliar

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/mapa

  • Recomposição de Matas Ciliares: Orientações Básicas

  • http://www.bdt.org.br/ciliar/sp/tabela

  • Árvores Brasil

    Fonte: http://www.achetudoeregiao.com.br/ANIMAIS/mata_ciliar1.htm