<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112</id><updated>2012-01-23T14:26:49.642-02:00</updated><category term='animais'/><category term='manuais e publicações'/><category term='água e esgoto'/><category term='plantas e cultivos'/><category term='sua casa'/><category term='glossário permacultural'/><category term='eco da poesia'/><category term='permacultura'/><category term='artesanato'/><category term='manufaturas'/><category term='culinária'/><category term='energias renováveis'/><category term='bioconstrução'/><category term='saúde'/><category term='dicas de leitura'/><category term='social'/><category term='conceitos gerais'/><category term='reciclagem e lixo'/><category term='educação ambiental'/><category term='alimentos'/><category term='vídeos'/><category term='pensar o mundo'/><title type='text'>Viver Sustentável</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>379</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2580872791586409627</id><published>2012-01-23T14:24:00.001-02:00</published><updated>2012-01-23T14:26:49.769-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Entendendo a Cracolândia e mais...</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: revista Carta Maior&lt;br /&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19395&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"  &gt;Crack é usado por miseráveis porque é barato&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;A explicação é tão simples que parece óbvia, mas para o especialista Dartiu Xavier da Silveira apenas o preço define o fato de que na Cracolância se fuma o crack. A droga vicia tanto quanto qualquer outra, inclusive o álcool, e as taxas de sucesso no tratamento são as mesmas. A diferença é que, neste caso, o “ser miserável” precede o “fumar crack”. Qualquer política de combate ao uso da droga tende ao fracasso, se não for precedida de uma política social conseqüente. Silveira define o lobby da comunidade terapêutica para drogados junto ao Sistema Único de Saúde (SUS) como “pesado”, e diz que a ação policial na Cracolândia é simplesmente “política e midiática”. A reportagem é de Maria Inês Nassif.&lt;br /&gt;Maria Inês Nassif&lt;br /&gt;São Paulo - O grande equívoco da ação policial do governo do Estado de São Paulo e da prefeitura da capital na chamada Cracolândia, o perímetro onde se aglomeram moradores de rua e dependentes de crack na cidade, definiu, de cara, o fracasso da operação: o poder público partiu do princípio de que a droga colocou aqueles usuários em situação de miséria, quando na verdade foi a miséria que os levou à droga. Esse erro de avaliação, segundo o psiquiatra e professor Dartiu Xavier da Silveira, por si só já desqualifica a ação policial. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Professor do Departamento de Psiquiatria e coordenador do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes (PROAD), Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, Silveira há 25 anos orienta pesquisas com usuários de drogas e moradores de rua, normalmente patrocinadas pela Organização das Nações Unidas, e tem sido consultor do Ministério da Saúde na definição do Plano de Combate ao Crack. Nas horas vagas, ele desmistifica os argumentos usados pela prefeitura, município e uma parcela de psiquiatras sobre usuários de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira contestação é essa: o abandono social vem antes, o crack vem depois. E a política social tem que preceder qualquer ação junto a essa comunidade, inclusive a médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras desmistificações vêm a tiracolo. O crack é droga pesada, concorda ele, mas o dependente da droga tem as mesmas chances de cair no vício do que um usuário de álcool, por exemplo. “Em qualquer droga existem os usuários ocasionais e os dependentes”, diz o médico. Inclusive no caso do crack. O tratamento por internação compulsória de qualquer uma – álcool, cocaína etc – situa-se na ordem de 2%, ou seja, 98% dos usuários internados compulsoriamente, inclusive os de crack, não conseguem manter abstinência. O tratamento ambulatorial garante a maior taxa de sucesso, de 35% a 40% dos usuários tratados. Isso também vale para os usuários de crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, outra mistificação é derrubada pelo médico: não se joga simplesmente fora os outros 60% a 65% que não vão conseguir se manter abstinentes. Do ponto de vista da saúde pública, é um ganho se o usuário se beneficiar de uma política de redução dos riscos. “O usuário não vai parar, mas pode reduzir o uso e até estudar ou trabalhar”, afirma. Isso vale também para o viciado em crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o crack e não outra droga? Porque a população miserável só pode comprar o crack. Existem usuários de classe média, concorda Silveira, mas crack, pobreza e população em situação de rua são situações que convergem. “A gente sempre tem essa noção de que a rua é um espaço horrível, e é mesmo, mas em muitos casos a situação da família é tão agressiva que é um alivio para a criança estar fora de casa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todas essas evidências de que o problema da Cracolândia é fundamentalmente social, Silveira apenas consegue atribuir ações policiais na área e a defesa instransigente que políticos e profissionais de saúde fazem da internação compulsória como ligadas a “causas menos nobres”. Que envolvem também interesses econômicos de alguns médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Como o crack pode deixar de ser tratado como um caso de polícia para tornar-se política pública?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DARTIU XAVIER DA SILVEIRA: Essa ação (policial) na Cracolândia começou com um equívoco básico, que é atribuir aquela situação à presença da droga. É como se a droga tivesse colocado aquelas pessoas em situação de miséria, e isso não é verdade. Todos os estudos feitos com população de rua mostram que, na realidade, o que leva essas pessoas ao crack é a exclusão social, a falta de acesso à educação, saúde e moradia, ou seja, a privação da própria cidadania e identidade. Isto, sim, é um fator de risco para a droga. A droga vem porque tem um prato cheio para florescer. A droga é consequência, não é causa disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Então, essa história de que o crack está atingindo as famílias de classe média no geral é uma bobagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Ela atinge também a classe média, mas não com a gravidade com que atinge as pessoas mais pobres, porque a situação delas é grave do ponto de vista social, não apenas do ponto de vista do consumo da droga. É uma população mais vulnerável. E por que é o crack? Porque é a droga mais barata para essa população mais miserável. Se fosse na Europa não seria o crack. As populações excluídas da Europa do Leste também abusam, mas de heroína ou de álcool, porque lá crack seria muito caro. Mas essa é a situação que se vê no mundo inteiro entre as populações excluídas. O abuso de drogas é igual, só que a droga usada é a mais barata. Por conta desse equívoco básico, existe esse discurso que diaboliza o crack, faz da droga a causa de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: A política social, então, deve preceder qualquer outro tipo de política?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Exatamente. Existe outro dado alarmante, e as pessoas se esquecem disso, que é um dado epidemiológico. As pesquisas mostram: pode pegar qualquer droga, lícita ou ilícita – álcool, cocaína, qualquer substância. Existem sempre os usuários ocasionais e as pessoas que são dependentes. E isso ocorre também com o crack. Até para drogas pesadas existem usuários ocasionais. Do ponto de vista médico, as pesquisas são direcionadas para entender isso: por que, por exemplo, pessoas conseguem beber socialmente e outras viram alcoólatras. Por que tem gente que consegue cheirar cocaína esporadicamente e tem gente que é dependente? As respostas são muito parecidas. O que vai diferenciar um usuário ocasional de um dependente são outros fatores que não têm nada a ver com a droga: se a pessoa tem outro problema psíquico associado, como depressão e ansiedade, e começa a usar o álcool e a cocaína para resolver problemas, ou situações de muito stress... Numa situação como a das pessoas que vivem na Cracolândia, ser morador de rua já é, por si só, uma situação de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: No caso de criança é uma situação de abandono completo? Não dá para imaginar uma criança com grande problema psíquico ou stress em condições minimamente normais, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Sim, é uma situação de abandono completo. O stress que estou falando é de forma geral, que afeta também a classe média. Na situação da Cracolândia, o abandono é fundamentalmente a situação de risco. Têm crianças de classe média que abusam de algumas drogas também, mas elas normalmente vêm de famílias muito desestruturadas, têm pais muito agressivos. Esse não é um ‘privilégio’ da classe desfavorecida. Mas numa situação extrema de crianças de rua, o risco é altíssimo, porque essa criança é privada de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Como é a família de uma criança de rua e usuária de droga? Ela tem alguma possibilidade de reatar laços afetivos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Algumas famílias têm condições, e quanto a gente identifica essa possibilidade, faz a intermediação. Outras famílias, não. A gente tem sempre essa noção de que a rua é um espaço horrível – e é mesmo horrível morar na rua – mas em muitos casos a situação da família é tão agressiva que ir para a rua é um alívio para a criança. Por exemplo, muitas crianças vão para a rua porque não aguentam o abuso sexual dentro de casa, por parte do pai, ou do irmão mais velho. Ir para a rua pode ser uma progressão positiva, pode representar escapar de uma situação muito inóspita de vida. Tem uma situação até emblemática, relatada em um trabalho que fizemos com adolescentes de rua. Identificamos vários adolescentes usando drogas. A uma delas, a gente perguntou: por que você usa droga, o que você está procurando na droga? A resposta dela foi um tapa na cara da gente. Ela virou e disse: ‘olha, tio (veja você, uma cabecinha de criança, me chamando de tio), eu nem gosto muito do efeito da droga, mas o problema é que para eu sobreviver na rua eu preciso me prostituir, e para eu suportar uma relação sexual com um adulto só sob o efeito de droga.’ Agora, como dizer que a droga é um problema na vida dessa menina? A droga é uma forma de solução, para ela conseguir sobreviver. A droga já é consequência de uma situação de prostituição que ela foi obrigada a encarar por omissão do Estado, da sociedade como um todo. O depoimento dessa menina torna todas essas justificativas para as ações feitas na Cracolândia uma hipocrisia, uma total falta de sensibilidade para reconhecer o fenômeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Outro mito do crack é que é a droga definitiva, que é impossível livrar-se dela. Isso é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: É um mito completo. Ela não é uma droga pior que heroína, que a cocaína, em termos de grau de dependência. É difícil sair? É, mas é difícil como qualquer droga. O crack não é pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Então, para essa população, a questão é muito mais uma política social do que médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Exatamente. Por isso que os trabalhos mais bem-sucedidos são os feitos in loco, por meio de educadores de rua, desses agentes de saúde. Não são médicos que vão fazer uma consulta médica na rua. A gente chama de consultório de rua mas não é um consultório. A equipe vai investigar o que está acontecendo caso a caso, se a pessoa está com falta do quê, de lugar para morar, ou o problema é o relacionamento com a família, ou o problema é assédio de algum tipo, por parte de alguém. É uma coisa mais social, mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: É um encaminhamento de assistência social e os profissionais de saúde só entram quando for o caso para aquela pessoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Frequentemente os aspectos psicológicos são muito relevantes, porque essas crianças estão psicologicamente abaladas – não apenas elas, aliás, mas os jovens, os moradores de rua em geral. Mas a intervenção médica, mesmo nesses casos – e não estou desqualificando a importância dela – não é primordial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Então a intervenção médica é só para casos extremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Exatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: E desde que não seja internação compulsória?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Desde que não seja compulsória. As experiências de internação compulsória são simplesmente um fracasso. As taxas de insucesso chegam a 98%. Na hora que você interna compulsoriamente uma pessoa, ela não vai ter acesso à droga porque está em isolamento social. Nessa condição, é fácil para um dependente se manter abstinente. Na hora que sair de lá e voltar para os problemas da vida, no entanto, essa pessoa recai. 98% recaem. Isso, sem questionar que o governo não tem equipamento para fazer internação compulsória de todo mundo. As internações são feitas geralmente em verdadeiros depósitos de drogados. Parecem mais um campo de concentração do que uma estrutura hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: E é tudo privatizado, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: E a privatização não melhorou nada essa situação. Os hospitais psiquiátricos privados têm um custo baixíssimo. A economia é feita com a contratação de pessoal. Não existem equipes adequadas para tratar esses dependentes. É um trabalho muito porco, de segunda categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Esse atendimento privado se misturou muito com religião?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Sim, e isso não é bom. Eu não tenho nada contra religião, não é uma questão de princípio, mas o que se vê são diversos grupos religiosos montando o que eles chamam de “comunidades terapêuticas” que partem do princípio de que só a intenção e a conversão religiosa são fator de cura. A maioria dos casos não tem bom resultado. E por quê? Porque a gente sabe que o melhor tipo de tratamento para a dependência química é feito por uma equipe multidisciplinar. A grande maioria das comunidades terapêuticas não tem equipes para trabalhar com dependentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: O relatório do Conselho Federal de Medicina sobre as clínicas de tratamento para drogados é impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: O relatório é dramático. E é verdadeiro. No relatório tem até denúncias de abuso, espancamento, maus-tratos a pacientes, ou seja, não são pessoas minimamente capacitadas para darem conta do problema que estão lidando com os usuários nesses lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Isso acaba sendo a reintrodução do manicômio, mas para dependente químico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Exatamente. A Lei Antimanicomial vai por água abaixo, porque o sistema manicomial está voltando sob a justificativa de que a droga demanda uma intervenção urgente. E isso não é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Isso está sendo um motivo de discórdia grande dentro da sua área de especialidade? Não faz muito tempo, a luta pela Lei Antimanicomial foi abraçada como uma luta pelos Direitos Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: E a lei foi um ganho muito importante. Só vou abrir parênteses nessa questão: eu não sou contra a internação, eu interno meus pacientes, mas apenas quando eles precisam. Eu não interno por questão social, ou porque a família está me pressionando, ou porque não se aguenta o paciente em casa. Os abusos que se cometiam nessas internações, isso acho intolerável, se internava muito mais do que era necessário. Hoje em dia se interna ainda, é importante ter espaços de internação, mas é para casos excepcionais, não para a regra. É para surto psicótico ou risco de suicídio. Ponto. Não tem outra aplicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Dos programas que estão sendo anunciados por município, Estados e União, tem algum que não assume essas orientação da internação compulsória?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Os programas de intervenção mais eficazes para dependentes são os que adotam o modelo ambulatorial, onde o paciente aprende a se manter abstinente convivendo em sociedade, com a ajuda de uma equipe multidisciplinar. Essa proposta estaria plenamente contemplada nas orientações do Ministério da Saúde e dentro da filosofia do Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS), e existe um número mínimo de CAPS para fazer esse trabalho. O problema, no entanto, são as equipes dos CAPS – falta gente e falta gente bem treinada. Existem exceções, é lógico, como o da Água Funda, um modelo que deu muito certo. Porque não é desumano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Ainda assim os resultados são melhores do que a internação compulsória?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: Em regra, os melhores resultados, em relação à dependência química, giram em torno de 35% a 40%, contra os 2% da internação compulsória. Os que sobram, de 60% a 65%, no entanto, não podem ser apenas considerados um fracasso e pronto. O que nós aprendemos nos últimos anos é que mesmo as pessoas que não conseguem ficar em abstinência podem se beneficiar de política de redução de danos. Esse usuário pode não vai ficar completamente abstinente, não vai parar, mas vai se drogar com uma frequência menor, em circunstâncias de menos risco. Do ponto de vista da saúde pública, é um avanço se esse usuário for mantido em condições de estudar, trabalhar, levar uma vida normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: A internação ajuda a desintoxicação inicial, ao menos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: A desintoxicação não precisa ser feita na internação, e se as pessoas forem internadas, o ideal é que não ultrapasse os 90 dias. Para a grande maioria das pessoas, é possível fazer a desintoxicação com medicamentos que tiram a crise de abstinência. Elas podem levar vida normal. Isso já é possível com o avanço da medicina. Os CAPS-AD (específicos para dependentes de álcool e drogas) têm esse tipo de medicação, mas poucas equipes capacitadas a administrá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Se as diferenças de resultado são tão grandes, por que ainda se defende a internação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: As causas para defesa da internação não são nada nobres. Em primeiro lugar, acho que a ação feita na Cracolândia foi uma mera ação política e midiática. Para uma população menos informada, a impressão que se tem, numa ação policial como essa, é que o poder público está desempenhando muito bem suas funções. A grande maioria das pessoas que defende a internação compulsória ou é despreparada, ou é de médicos que têm interesses econômicos nisso. Como o SUS (Sistema Único de Saúde) não tem leitos para atender uma demanda dessa, vai ter que contratar leitos de hospitais particulares. E isso interessa a muitos médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: O lobby das clínicas é pesado, então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVEIRA: A atual gestão do Ministério da Saúde é muito séria e está tentando fazer o melhor possível, mas enfrenta uma série de problemas. O pior deles é, de fato, o grande lobby da comunidade terapêutica para drogados junto ao SUS. O Ministério está sendo obrigado a engolir goela abaixo essas pressões, em prejuízo de seu próprio projeto, que é muito mais eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2580872791586409627?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2580872791586409627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2580872791586409627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2012/01/entendendo-cracolandia-e-mais.html' title='Entendendo a Cracolândia e mais...'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-1471706148886903705</id><published>2012-01-19T03:15:00.005-02:00</published><updated>2012-01-19T03:18:26.245-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Não acredite em nada (mas entenda o quanto puder)</title><content type='html'>&lt;iframe width="430" height="248" src="http://www.youtube.com/embed/JvJE9DXIQ30?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-1471706148886903705?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1471706148886903705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1471706148886903705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2012/01/nao-acredite-em-nada-mas-entenda-o.html' title='Não acredite em nada (mas entenda o quanto puder)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/JvJE9DXIQ30/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-24356766748462773</id><published>2011-12-07T16:18:00.002-02:00</published><updated>2011-12-07T16:22:06.422-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><title type='text'>mudar o medo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/5SUAsNXzcN0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Texto de &lt;span class="Apple-style-span" &gt;MIA COUTO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 12px; "&gt;&lt;div&gt;O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demônios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem, os anjos atuavam como uma espécie de agentes de segurança privada das almas. Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre sentimento e realidade. Isso acontecia, por exemplo, quando me ensinavam a recear os desconhecidos. Na realidade, a maior parte da violência contra as crianças sempre foi praticada não por estranhos, mas por parentes e conhecidos. Os fantasmas que serviam na minha infância reproduziam esse velho engano de que estamos mais seguros em ambientes que reconhecemos. Os meus anjos da guarda tinham a ingenuidade de acreditar que eu estaria mais protegido apenas por não me aventurar para além da fronteira da minha língua, da minha cultura, do meu território. O medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte vislumbravam-se mais muros do que estradas. Nessa altura, algo me sugeria o seguinte: que há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Moçambique colonial em que nasci e cresci, a narrativa do medo tinha um invejável casting internacional: os chineses que comiam crianças, os chamados terroristas que lutavam pela independência do país, e um ateu barbudo com um nome alemão. Esses fantasmas tiveram o fim de todos os fantasmas: morreram quando morreu o medo. Os chineses abriram restaurantes junto à nossa porta, os ditos terroristas são governantes respeitáveis e Karl Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência. O preço dessa narrativa de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo cometeram-se as mais indizíveis barbaridades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em nome da segurança mundial foram colocados e conservados no Poder alguns dos ditadores mais sanguinários de toda a história. A mais grave herança dessa longa intervenção externa é a facilidade com que as elites africanas continuam a culpar os outros pelos seus próprios fracassos. A Guerra-Fria esfriou mas o maniqueísmo que a sustinha não desarmou, inventando rapidamente outras geografias do medo, a Oriente e a Ocidente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para responder às novas entidades demoníacas não bastam os seculares meios de governação. Precisamos de investimento divino, precisamos de intervenção de poderes que estão para além da força humana. O que era ideologia passou a ser crença, o que era política tornou-se religião, o que era religião passou a ser estratégia de poder. Para fabricar armas é preciso fabricar inimigos. Para produzir inimigos é imperioso sustentar fantasmas. A manutenção desse alvoroço requer um dispendioso aparato e um batalhão de especialistas que, em segredo, tomam decisões em nosso nome. Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para enfrentarmos as ameaças globais precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania. Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de “eles”. Aos adversários políticos e militares, juntam-se agora o clima, a demografia e as epidemias. O sentimento que se criou é o seguinte: a realidade é perigosa, a natureza é traiçoeira e a humanidade é imprevisível. Vivemos – como cidadãos e como espécie – em permanente limiar de emergência. Como em qualquer estado de sítio, as liberdades individuais devem ser contidas, a privacidade pode ser invadida e a racionalidade deve ser suspensa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todas estas restrições servem para que não sejam feitas perguntas incomodas como estas: porque motivo a crise financeira não atingiu a indústria de armamento? Porque motivo se gastou, apenas o ano passado, um trilhão e meio de dólares com armamento militar? Porque razão os que hoje tentam proteger os civis na Líbia, são exatamente os que mais armas venderam ao regime do coronel Kadaffi? Porque motivo se realizam mais seminários sobre segurança do que sobre justiça? Se queremos resolver (e não apenas discutir) a segurança mundial – teremos que enfrentar ameaças bem reais e urgentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, em todo o mundo, sem que seja preciso o pretexto da guerra. Essa arma chama-se fome. Em pleno século 21, um em cada seis seres humanos passa fome. O custo para superar a fome mundial seria uma fração muito pequena do que se gasta em armamento. A fome será, sem dúvida, a maior causa de insegurança do nosso tempo. Mencionarei ainda outra silenciada violência: em todo o mundo, uma em cada três mulheres foi ou será vítima de violência física ou sexual durante o seu tempo de vida. É verdade que sobre uma grande parte de nosso planeta pesa uma condenação antecipada pelo fato simples de serem mulheres. A nossa indignação, porém, é bem menor que o medo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sem darmos conta, fomos convertidos em soldados de um exército sem nome, e como militares sem farda deixamos de questionar. Deixamos de fazer perguntas e de discutir razões. As questões de ética são esquecidas porque está provada a barbaridade dos outros. E porque estamos em guerra, não temos que fazer prova de coerência, nem de ética e nem de legalidade. É sintomático que a única construção humana que pode ser vista do espaço seja uma muralha. A chamada Grande Muralha foi erguida para proteger a China das guerras e das invasões. A Muralha não evitou conflitos nem parou os invasores. Possivelmente, morreram mais chineses construindo a Muralha do que vítimas das invasões que realmente aconteceram. Diz-se que alguns dos trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção. Esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora de quanto o medo nos pode aprisionar. Há muros que separam nações, há muros que dividem pobres e ricos. Mas não há hoje no mundo, muro que separe os que têm medo dos que não têm medo. Sob as mesmas nuvens cinzentas vivemos todos nós do sul e do norte, do ocidente e do oriente. Eduardo Galeano escreveu sobre o medo global: “Os que trabalham têm medo de perder o trabalho. Os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho. Quando não têm medo da fome, têm medo da comida. Os civis têm medo dos militares, os militares têm medo da falta de armas, as armas têm medo da falta de guerras. E, se calhar, acrescento agora eu, há quem tenha medo que o medo acabe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 12px; background-color: rgb(237, 239, 244); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 12px; background-color: rgb(237, 239, 244); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 12px; background-color: rgb(237, 239, 244); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 12px; background-color: rgb(237, 239, 244); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-24356766748462773?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/24356766748462773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/24356766748462773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/12/mudar-o-medo.html' title='mudar o medo'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/5SUAsNXzcN0/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3139514514215271018</id><published>2011-12-07T12:13:00.001-02:00</published><updated>2011-12-07T16:18:20.122-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><title type='text'>esta merda tem de acabar</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/eZGpzDWwKG8" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3139514514215271018?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3139514514215271018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3139514514215271018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/12/mensagem-deste-video-resume-este-blog.html' title='esta merda tem de acabar'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/eZGpzDWwKG8/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8362886243410397773</id><published>2011-11-08T13:03:00.003-02:00</published><updated>2011-11-08T13:10:09.078-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água e esgoto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Para que ninguém mais ouse ignorar...</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amigos blogueiros, este post é uma convocação a que todos divulguemos este vídeo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É relativamente curto, são 23 minutos e pouco, mas a denúncia contida nele é estarrecedora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fato já andou sendo divulgado aqui mesmo neste blog, em texto, mas acredito que o vídeo é contundente o bastante para que, se o tornarmos uma espécie de "viral" espalhado pela internet, não haja como a ONU, os governos envolvidos e a imprensa oficial fingirem desconhecimento do caso como têm feito até agora. Em nome de um mundo menos perverso, mais justo, peço a vocês que compartilhem com seus leitores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Aqui vai o link:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a#.TrZx6tZ28Sc.facebook"&gt;&lt;b&gt;http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a#.TrZx6tZ28Sc.facebook&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8362886243410397773?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8362886243410397773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8362886243410397773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/11/para-que-ninguem-mais-ouse-ignorar.html' title='Para que ninguém mais ouse ignorar...'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5135840514886716389</id><published>2011-09-15T23:46:00.002-03:00</published><updated>2011-09-15T23:48:23.873-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Repensando o colesterol</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;* colaboração por e-mail de Elizabeth Zimpeck.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Cirurgião Cardíaco admite enorme erro!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 14pt; "&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Lundell Dwight, MD&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico.Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião." Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez &lt;b&gt;os fumantes&lt;/b&gt;, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Deixe-me repetir isso. &lt;b&gt;A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura&lt;/b&gt;recomendada por anos pela medicina convencional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;​​&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;(&lt;b&gt;açúcar, farinha&lt;/b&gt; e todos os produtos fabricados a partir deles) e o &lt;b&gt;excesso de consumo de óleos ômega-6 (&lt;/b&gt;vegetais como soja, milho e girassol&lt;b&gt;)&lt;/b&gt;, que são encontrados em muitos alimentos processados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. &lt;b&gt;Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;​​&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. &lt;b&gt;Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;​​&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação.Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é &lt;b&gt;voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;​​&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;.&lt;b&gt;As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;A medicina tradicional cometeu um erro terrível&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt; quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt; (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;[Ed. Nota: Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar. Ele é o autor de &lt;b&gt;"A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 14pt; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5135840514886716389?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5135840514886716389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5135840514886716389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/09/repensando-o-colesterol.html' title='Repensando o colesterol'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-17008235750180132</id><published>2011-09-07T03:04:00.001-03:00</published><updated>2011-11-08T13:13:08.441-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><title type='text'>DOCVERDADE - documentários por um mundo mais justo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://docverdade.blogspot.com/"&gt;http://docverdade.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-17008235750180132?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/17008235750180132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/17008235750180132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/09/docverdade-documentarios-por-um-mundo.html' title='DOCVERDADE - documentários por um mundo mais justo'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3631688398893471440</id><published>2011-08-31T00:51:00.005-03:00</published><updated>2011-09-07T03:12:23.183-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>A epidemia da doença mental</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-59/questoes-medico-farmacologicas/a-epidemia-de-doenca-mental"&gt;Revista Piauí 59 - agosto/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div class="article_header" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 20px; padding-right: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 20px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; "&gt;&lt;p class="subtitle" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(1, 8, 18); clear: both; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por que cresce assombrosamente o número de pessoas com transtornos mentais e de pacientes tratados com antidepressivos e outros medicamentos psicoativos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="autor" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; clear: both; line-height: 22px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; float: left; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(76, 76, 76); float: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;por &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt;Marcia Angell&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(76, 76, 76); float: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(76, 76, 76); float: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;div style="color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); background-color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;div&gt;Parece que os americanos estão em meio a uma violenta epidemia de doenças mentais. A quantidade de pessoas incapacitadas por transtornos mentais, e com direito a receber a renda de seguridade suplementar ou o seguro por incapacidade, aumentou quase duas vezes e meia entre 1987 e 2007 – de 1 em cada 184 americanos passou para 1 em 76.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No que se refere às criança&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;s, o número é ainda mais espantoso: um aumento de 35 vezes nas mesmas duas décadas. A doença mental é hoje a principal causa de incapacitação de crianças, bem à frente de deficiências físicas como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um grande estudo de adultos (selecionados aleatoriamente), patrocinado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, realizado entre 2001 e 2003, descobriu que um percentual assombroso de 46% se encaixava nos critérios estabelecidos pela Associação Americana de Psiquiatria, por ter tido em algum momento de suas vidas pelo menos uma doença mental, entre quatro categorias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As categorias seriam “transtornos de ansiedade”, que incluem fobias e estresse pós-traumático; “transtornos de humor”, como depressão e transtorno bipolar; “transtornos de controle dos impulsos”, que abrangem problemas de comportamento e de déficit de atenção/hiperatividade; e “transtornos causados pelo uso de substâncias”, como o abuso de álcool e drogas. A maioria dos pesquisados se encaixava em mais de um diagnóstico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O tratamento médico desses transtornos quase sempre implica o uso de drogas psicoativas, os medicamentos que afetam o estado mental.Na verdade, a maioria dos psiquiatras usa apenas remédios no tratamento e encaminha os pacientes para psicólogos ou terapeutas se acha que uma psicoterapia é igualmente necessária.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A substituição da “terapia de conversa” pela das drogas como tratamento majoritário coincide com o surgimento, nas últimas quatro décadas, da teoria de que as doenças mentais são causadas por desequilíbrios químicos no cérebro, que podem ser corrigidos pelo uso de medicamentos. Essa teoria passou a ser amplamente aceita pela mídia e pelo público, bem como pelos médicos, depois que o Prozac chegou ao mercado, em 1987, e foi intensamente divulgado como um corretivo para a deficiência de serotonina no cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O número de pessoas depressivas tratadas triplicou nos dez anos seguintes e, hoje, cerca de 10% dos americanos com mais de 6 anos de idade tomam antidepressivos. O aumento do uso de drogas para tratar a psicose é ainda mais impressionante. A nova geração de antipsicóticos, como o Risperdal, o Zyprexa e o Seroquel, ultrapassou os redutores do colesterol no topo da lista de remédios mais vendidos nos Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que está acontecendo? A preponderância das doenças mentais sobre as físicas é de fato tão alta, e continua a crescer? Se os transtornos mentais são biologicamente determinados e não um produto de influências ambientais, é plausível supor que o seu crescimento seja real? Ou será que estamos aprendendo a diagnosticar transtornos mentais que sempre existiram? Ou, por outro lado, será que simplesmente ampliamos os critérios para definir as doenças mentais, de modo que quase todo mundo agora sofre de uma delas? E o que dizer dos medicamentos que viraram a base dos tratamentos? Eles funcionam? E, se funcionam, não deveríamos esperar que o número de doentes mentais estivesse em declínio e não em ascensão?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essas são as questões que preocupam os autores de três livros provocativos, aqui analisados. Eles vêm de diferentes formações: Irving Kirsch é psicólogo da Universidade de Hull, no Reino Unido; Robert Whitaker é jornalista; e Daniel Carlat é um psiquiatra que clinica num subúrbio de Boston.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os autores enfatizam diferentes aspectos da epidemia de doença mental. Kirsch está preocupado em saber se os antidepressivos funcionam. Whitaker pergunta se as drogas psicoativas não criam problemas piores do que aqueles que resolvem. Carlat examina como a sua profissão se aliou à indústria farmacêutica e é manipulada por ela. Mas, apesar de suas diferenças, os três estão de acordo sobre algumas questões importantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em primeiro lugar, concordam que é preocupante a extensão com a qual as empresas que vendem drogas psicoativas – por meio de várias formas de marketing, tanto legal como ilegal, e usando o que muita gente chamaria de suborno – passaram a determinar o que constitui uma doença mental e como os distúrbios devem ser diagnosticados e tratados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em segundo lugar, nenhum dos três aceita a teoria de que a doença mental é provocada por um desequilíbrio químico no cérebro. Whitaker conta que essa teoria surgiu pouco depois que os remédios psicotrópicos foram introduzidos no mercado, na década de 50. O primeiro foi o Amplictil (clorpromazina), lançado em 1954, que rapidamente passou a ser muito usado em hospitais psiquiátricos, para acalmar pacientes psicóticos, sobretudo os com esquizofrenia. No ano seguinte, chegou o Miltown (meprobamato), vendido para tratar a ansiedade em pacientes ambulatoriais. Em 1957, o Marsilid (iproniazid) entrou no mercado como um “energizador psíquico” para tratar a depressão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desse modo, no curto espaço de três anos, tornaram-se disponíveis medicamentos para tratar aquelas que, na época, eram consideradas as três principais categorias de doença mental – ansiedade, psicose e depressão – e a psiquiatria transformou-se totalmente. Essas drogas, no entanto, não haviam sido desenvolvidas para tratar doenças mentais. Elas foram derivadas de remédios destinados ao combate de infecções, e se descobriu por acaso que alteravam o estado mental.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No início, ninguém tinha ideia de como funcionavam. Elas simplesmente embotavam sintomas mentais perturbadores. Durante a década seguinte, pesquisadores descobriram que essas drogas afetavam os níveis de certas substâncias químicas no cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;m pouco de pano de fundo, e necessariamente muito simplificado: o cérebro contém bilhões de células nervosas, os neurônios, distribuídos em redes complexas, que se comunicam uns com os outros constantemente. O neurônio típico tem múltiplas extensões filamentosas (uma chamada axônio e as outras chamadas dendritos), por meio das quais ele envia e recebe sinais de outros neurônios. Para um neurônio se comunicar com outro, no entanto, o sinal deve ser transmitido através do minúsculo espaço que os separa, a sinapse. Para conseguir isso, o axônio do neurônio libera na sinapse uma substância química chamada neurotransmissor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O neurotransmissor atravessa a sinapse e liga-se a receptores no segundo neurônio, muitas vezes um dendrito, ativando ou inibindo a célula receptora. Os axônios têm vários terminais e, desse modo, cada neurônio tem múltiplas sinapses. Depois, o neurotransmissor é reabsorvido pelo primeiro neurônio ou metabolizado pelas enzimas, de tal modo que o status quo anterior é restaurado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;uando se descobriu que as drogas psicoativas afetam os níveis de neurotransmissores, surgiu a teoria de que a causa da doença mental é uma anormalidade na concentração cerebral desses elementos químicos, a qual é combatida pelo medicamento apropriado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por exemplo: como o Thorazine diminui os níveis de dopamina no cérebro, postulou-se que psicoses como a esquizofrenia são causadas ​​por excesso de dopamina. Ou então: tendo em vista que alguns antidepressivos aumentam os níveis do neurotransmissor chamado serotonina, defendeu-se que a depressão é causada pela escassez de serotonina. Antidepressivos como o Prozac ou o Celexa impedem a reabsorção de serotonina pelos neurônios que a liberam, e assim ela permanece mais nas sinapses e ativa outros neurônios. Desse modo, em vez de desenvolver um medicamento para tratar uma anormalidade, uma anormalidade foi postulada para se adequar a um medicamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se de uma grande pirueta lógica, como apontam os três autores. Era perfeitamente possível que as drogas que afetam os níveis dos neurotransmissores pudessem aliviar os sintomas, mesmo que os neurotransmissores não tivessem nada a ver com a doença. Como escreve Carlat: “Por essa mesma lógica, se poderia argumentar que a causa de todos os estados de dor é uma deficiência de opiáceos, uma vez que analgésicos narcóticos ativam os receptores de opiáceos do cérebro.” Ou, do mesmo modo, se poderia dizer que as febres são causadas pela escassez de aspirina.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o principal problema com essa teoria é que, após décadas tentando prová-la, os pesquisadores ainda estão de mãos vazias. Os três autores documentam o fracasso dos cientistas para encontrar boas provas a seu favor. Antes do tratamento, a função dos neurotransmissores parece ser normal nas pessoas com doença mental. Nas palavras de Whitaker:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes do tratamento, os pacientes diagnosticados com depressão, esquizofrenia e outros transtornos psiquiátricos não sofrem nenhum “desequilíbrio químico”. No entanto, depois que uma pessoa passa a tomar medicação psiquiátrica, que perturba a mecânica normal de uma via neuronal, seu cérebro começa a funcionar... anormalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carlat refere-se à teoria do desequilíbrio químico como um “mito” (que ele chama de “conveniente” porque reduziria o estigma da doença mental). E Kirsch,cujo livro centra-se na depressão, resume a questão assim: “Parece fora de dúvida que o conceito tradicional de considerar a depressão como um desequilíbrio químico no cérebro está simplesmente errado.” (O motivo da persistência dessa teoria, apesar da falta de provas, é um tema que tratarei adiante.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os remédios funcionam? Afinal de contas, independentemente da teoria, essa é a questão prática. Em seu livro seco e extremamente cativante, The Emperor’s New Drugs [As Novas Drogas do Imperador], Kirsch descreve os seus quinze anos de pesquisa científica para responder a essa pergunta, no que diz respeito aos antidepressivos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando começou o trabalho em 1995, seu principal interesse eram os efeitos de placebos. Para estudá-los, ele e um colega revisaram 38 ensaios clínicos que comparavam vários tratamentos da depressão com placebos, ou comparavam a psicoterapia com nenhum tratamento. A maioria dessas experiências durava de seis a oito semanas, e durante esse período os pacientes tendiam a melhorar um pouco, mesmo se não tivessem nenhum tratamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas Kirsch descobriu que os placebos eram três vezes mais eficazes do que a ausência de tratamento. Isso não o surpreendeu. O que o surpreendeu mesmo foi que os antidepressivos foram apenas marginalmente mais úteis do que os placebos: 75% dos placebos foram tão eficazes quanto os antidepressivos. Kirsch resolveu então repetir o estudo, dessa vez com a análise de um conjunto de dados mais completo e padronizado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os dados que ele usou foram obtidos da Food and Drug Administration, a FDA [o órgão público americano encarregado do licenciamento e controle de medicamentos]. Quando buscam a aprovação da FDA para comercializar um novo remédio, os laboratórios farmacêuticos devem apresentar à agência todos os testes clínicos que patrocinaram. Os testes são geralmente duplo-cego e controlados com placebo. Ou seja: os pacientes participantes recebem aleatoriamente a droga ou o placebo, e nem eles nem os seus médicos sabem o que receberam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os pacientes são informados de que receberão ou um medicamento ativo ou um placebo. E também são avisados dos efeitos colaterais que podem ocorrer. Se dois testes comprovam que o medicamento é mais eficaz do que o placebo, ele é geralmente aprovado. Mas os laboratórios podem patrocinar quantos testes quiserem, e a maioria deles pode dar negativo – isto é, não mostrar a eficácia do remédio. Tudo o que eles precisam é de dois testes com resultados positivos. (Os resultados dos testes de um mesmo medicamento podem variar por muitas razões, entre elas a forma como o ensaio foi concebido e realizado, seu tamanho e os tipos de pacientes pesquisados.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por razões óbvias, as indústrias farmacêuticas fazem questão de que seus testes positivos sejam publicados em revistas médicas, e os médicos fiquem sabendo deles. Já os testes negativos ficam nas gavetas da FDA, que os considera propriedade privada e, portanto, confidenciais. Essa prática distorce a literatura médica, o ensino da medicina e as decisões de tratamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;irsch e seus colegas usaram a Lei de Liberdade de Informação para obter as revisões da FDA de todos os testes clínicos controlados por placebo, positivos ou negativos, submetidos para a aprovação dos seis antidepressivos mais utilizados, aprovados entre 1987 e 1999: Prozac, Paxil, Zoloft, Celexa, Serzone e Effexor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao todo, havia 42 testes das seis drogas. A maioria deles era negativo. No total, os placebos eram 82% tão eficazes quanto os medicamentos, tal como medido pela Escala de Depressão de Hamilton, uma classificação dos sintomas de depressão amplamente utilizada. A diferença média entre remédio e placebo era de apenas 1,8 ponto na Escala, uma diferença que, embora estatisticamente significativa, era insignificante do ponto de vista clínico. Os resultados foram quase os mesmos para as seis drogas: todos igualmente inexpressivos. No entanto, como os estudos positivos foram amplamente divulgados, enquanto os negativos eram escondidos, o público e os médicos passaram a acreditar que esses medicamentos antidepressivos eram altamente eficazes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Kirsch ficou impressionado com outro achado inesperado. Em seu estudo anterior, e em trabalhos de outros, observara que até mesmo tratamentos com substâncias que não eram consideradas antidepressivas – como hormônio sintético da tireoide, opiáceos, sedativos, estimulantes e algumas ervas medicinais – eram tão eficazes quanto os antidepressivos para aliviar os sintomas da depressão. Kirsch escreve: “Quando administrados como antidepressivos, remédios que aumentam, diminuem ou não têm nenhuma influência sobre a serotonina aliviam a depressão mais ou menos no mesmo grau.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que todos esses medicamentos “eficazes” tinham em comum era que produziam efeitos colaterais, sobre os quais os pacientes participantes haviam sido informados de que poderiam ocorrer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante da descoberta de que quase qualquer comprimido com efeitos colaterais era ligeiramente mais eficaz no tratamento da depressão do que um placebo, Kirsch especulou que a presença de efeitos colaterais em indivíduos que recebem medicamentos lhes permitia adivinhar que recebiam tratamento ativo – e isso foi corroborado por entrevistas com pacientes e médicos –, o que os tornava mais propensos a relatar uma melhora. Ele sugere que a razão pela qual os antidepressivos parecem funcionar melhor no alívio de depressão grave do que em casos menos graves é que os pacientes com sintomas graves provavelmente tomam doses mais elevadas e, portanto, sofrem mais efeitos colaterais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ara investigar melhor se os efeitos colaterais distorciam as respostas, Kirsch analisou alguns ensaios que utilizaram placebos “ativos”, em vez de inertes. Um placebo ativo é aquele que produz efeitos colaterais, como a atropina – droga que bloqueia a ação de certos tipos de fibras nervosas. Apesar de não ser um antidepressivo, a atropina causa, entre outras coisas, secura da boca. Em testes utilizando atropina como placebo, não houve diferença entre os antidepressivos e o placebo ativo. Todos tinham efeitos colaterais, e todos relataram o mesmo nível de melhora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Kirsch registrou outras descobertas estranhas em testes clínicos de antidepressivos, entre elas o fato de que não há nenhuma curva de dose-resposta, ou seja, altas doses não funcionavam melhor do que as baixas, o que é extremamente improvável para medicamentos eficazes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Ao se juntar tudo isso”, escreve Kirsch,“chega-se à conclusão de que a diferença relativamente pequena entre medicamentos e placebos pode não ser um efeito verdadeiro do remédio. Em vez disso, pode ser um efeito placebo acentuado, produzido pelo fato de que alguns pacientes passaram a perceber que recebiam medicamentos ou placebos. Se este for o caso, então não há nenhum efeito antidepressivo dos medicamentos. Em vez de compararmos placebo com remédio, estávamos comparando placebos ‘normais’ com placebos ‘extrafortes’.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se de uma conclusão surpreendente, que desafia a opinião médica, mas Kirsch chega a ela de uma forma cuidadosa e lógica. Psiquiatras que usam antidepressivos – e isso significa a maioria deles – e pacientes que os tomam talvez insistam que sabem por experiência clínica que os medicamentos funcionam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas casos individuais são uma forma traiçoeira de avaliar tratamentos médicos, pois estão sujeitos a distorções. Eles podem sugerir hipóteses a serem estudadas, mas não podem prová-las. É por isso que o desenvolvimento do teste clínico duplo-cego, aleatório e controlado com placebo, foi um avanço tão importante na ciência médica, em meados do século passado. Histórias sobre sanguessugas, megadoses de vitamina cou vários outros tratamentos populares não suportariam o escrutínio de testes bem planejados. Kirsch é um defensor devotado do método científico e sua voz, portanto, traz objetividade a um tema muitas vezes influenciado por subjetividade, emoções ou, como veremos, interesse pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;livro de Whitaker, Anatomy of an Epidemic [Anatomia de uma Epidemia], é mais amplo e polêmico. Ele leva em conta todas as doenças mentais, não apenas a depressão. EnquantoKirsch conclui que os antidepressivos não são provavelmente mais eficazes do que placebos, Whitaker conclui que eles e a maioria das drogas psicoativas não são apenas ineficazes, mas prejudiciais. Whitaker começa por observar que, se o tratamento de doenças mentais por meio de medicamentos disparou, o mesmo aconteceu com as patologias tratadas:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O número de doentes mentais incapacitados aumentou imensamente desde 1955 e durante as duas últimas décadas, período em que a prescrição de medicamentos psiquiátricos explodiu e o número de adultos e crianças incapacitados por doença mental aumentou numa taxa alucinante. Assim, chegamos a uma pergunta óbvia, embora herética: o paradigma de tratamento baseado em drogas poderia estar alimentando, de alguma maneira imprevista, essa praga dos tempos modernos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, Whitaker sustenta que a história natural da doença mental mudou. Enquanto transtornos como esquizofrenia e depressão eram outrora episódicos, e cada episódio durava não mais de seis meses, sendo intercalado por longos períodos de normalidade, os distúrbios agora são crônicos e duram a vida inteira. Whitaker acredita que isso talvez aconteça porque os medicamentos, mesmo aqueles que aliviam os sintomas em curto prazo, causam em longo prazo danos mentais que continuam depois que a doença teria naturalmente se resolvido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As provas que ele apresenta para essa teoria variam em qualidade. Whitaker não reconhece suficientemente a dificuldade de estudar a história natural de qualquer doença durante um período de cinquenta anos, no qual muitas circunstâncias mudaram, além do uso de medicamentos. É ainda mais difícil comparar resultados de longo prazo de pacientes tratados e não tratados. No entanto, os indícios de Whitaker são sugestivos, se não conclusivos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e as drogas psicoativas causam danos, como afirma Whitaker, qual é o seu mecanismo? A resposta, ele acredita, encontra-se em seus efeitos sobre os neurotransmissores. É bem sabido que as drogas psicoativas perturbam os neurotransmissores, mesmo que essa não seja a causa primeira da doença.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Whitaker descreve uma cadeia de efeitos. Quando, por exemplo, um antidepressivo como o Celexa aumenta os níveis de serotonina nas sinapses, ele estimula mudanças compensatórias por meio de um processo chamado feedback negativo. Em reação aos altos níveis de serotonina, os neurônios que a secretam liberam menos dela, e os neurônios pós-sinápticos tornam-se insensíveis a ela. Na verdade, o cérebro está tentando anular os efeitos da droga. O mesmo vale para os medicamentos que bloqueiam neurotransmissores, exceto no sentido inverso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maioria dos antipsicóticos, por exemplo, bloqueia a dopamina, mas os neurônios pré-sinápticos compensam isso liberando mais dopamina, e os neurônios pós-sinápticos a aceitam com mais avidez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As consequências do uso prolongado de drogas psicoativas, nas palavras de Steve Hyman, até recentemente reitor da Universidade de Harvard, são “alterações substanciais e de longa duração na função neural”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois de várias semanas de drogas psicoativas, os esforços de compensação do cérebro começam a falhar e surgem efeitos colaterais que refletem o mecanismo de ação dos medicamentos. Antipsicóticos causam efeitos secundários que se assemelham ao mal de Parkinson, por causa do esgotamento de dopamina (que também se esgota no Parkinson). À medida que surgem efeitos colaterais, eles são tratados por outros medicamentos, e muitos pacientes acabam tomando um coquetel de drogas psicoativas, prescrito para um coquetel de diagnósticos. Os episódios de mania causada por antidepressivos podem levar a um novo diagnóstico de “transtorno bipolar” e ao tratamento com um “estabilizador de humor”, como Depokote (anticonvulsivo), acompanhado de uma das novas drogas antipsicóticas. E assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A respeitada pesquisadora Nancy Andreasen e seus colegas publicaram indícios de que o uso de antipsicóticos está associado ao encolhimento do cérebro, e que o efeito está diretamente relacionado à dose e à duração do tratamento. Como Andreasen explicou ao New York Times: “O córtex pré-frontal não obtém o que precisa e vai sendo fechado pelos medicamentos. Isso reduz os sintomas psicóticos. E faz também com que o córtex pré-frontal se atrofie lentamente.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Largar os remédios é extremamente difícil, segundo Whitaker, porque quando eles são retirados, os mecanismos compensatórios ficam sem oposição. Quando se retira o Celexa, os níveis de serotonina caem bruscamente porque os neurônios pré-sinápticos não estão liberando quantidades normais. Da mesma forma, quando se suspende um antipsicótico, os níveis de dopamina podem disparar.Os sintomas produzidos pela retirada de drogas psicoativas são confundidos com recaídas da doença original, o que pode levar psiquiatras a retomar o tratamento com remédios, talvez em doses mais elevadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Whitaker está indignado com o que considera uma epidemia iatrogênica (isto é, introduzida inadvertidamente pelos médicos) de disfunção cerebral, especialmente a causada pelo uso generalizado dos novos antipsicóticos, como o Zyprexa, que provoca graves efeitos colaterais. Eis o que ele chama de “experimento de pensamento rápido”:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imagine que aparece de repente um vírus que faz com que as pessoas durmam doze, catorze horas por dia. As pessoas infectadas se movimentam devagar e parecem emocionalmente desligadas. Muitas ganham quantidades imensas de peso – 10, 20 e até 50 quilos. Os seus níveis de açúcar no sangue disparam, assim como os de colesterol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vários dos atingidos pela doença misteriosa – entre eles, crianças e adolescentes – se tornam diabéticos. O governo federal dá centenas de milhões de dólares aos cientistas para decifrar o funcionamento do vírus, e eles relatam que ele bloqueia uma multidão de receptores no cérebro. Enquanto isso, exames de ressonância magnética descobrem que, ao longo de vários anos, o vírus encolhe o córtex cerebral, e esta diminuição está ligada ao declínio cognitivo. O público aterrorizado clama por uma cura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ora, essa doença está, de fato, atingindo milhões de crianças e adultos. Acabamos de descrever os efeitos do antipsicótico Zyprexa, um dos mais vendidos do laboratório Eli Lilly.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;eon Eisenberg, professor da Universidade Johns Hopkins e da Escola de Medicina de Harvard, escreveu que a psiquiatria americana passou,no final do século XX, de uma fase “descerebrada” para uma “desmentalizada”. Ele quis dizer que, antes das drogas psicoativas, os psiquiatras tinham pouco interesse por neurotransmissores ou outros aspectos físicos do cérebro. Em vez disso, aceitavam a visão freudiana de que a doença mental tinha suas raízes em conflitos inconscientes, geralmente com origem na infância, que afetavam a mente como se ela fosse separada do cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;om a entrada em cena dessas drogas, na década de 50 – processo que se acelerou na década de 80 –, o foco mudou para o cérebro. Os psiquiatras começaram a se referir a si mesmos como psicofarmacologistas, e se interessaram cada vez menos pelas histórias de vida dos pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A preocupação deles era eliminar ou reduzir os sintomas, tratando os pacientes com medicamentos que alterariam a função cerebral. Tendo sido um dos primeiros defensores do modelo biológico de doença mental, Eisenberg veio a se tornar um crítico do uso indiscriminado de drogas psicoativas, impulsionado pelas maquinações da indústria farmacêutica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando as drogas psicoativas surgiram, houve um período de otimismo na profissão psiquiátrica, mas na década de 70 o otimismo deu lugar a uma sensação de ameaça. Ficaram claros os graves efeitos colaterais dos medicamentos e um movimento de antipsiquiatria lançou raízes, como exemplificam os escritos de Thomas Szasz e o filme Um Estranho no Ninho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Havia também a concorrência crescente de psicólogos e terapeutas. Além disso, os psiquiatras sofreram divisões internas: alguns abraçaram o modelo biológico, outros se agarraram ao modelo freudiano, e uns poucos viam a doença mental como uma resposta sadia a um mundo insano. Ademais, dentro da medicina, os psiquiatras eram considerados uma espécie de parentes pobres: mesmo com suas novas drogas, eram vistos como menos científicos do que os outros especialistas, e sua renda era geralmente mais baixa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No final da década de 70, os psiquiatras contra-atacaram, e com força. Como conta Robert Whitaker em Anatomy of an Epidemic, o diretor médico da Associação Americana de Psiquiatria, Melvin Sabshin, declarou, em 1977: “Devemos apoiar fortemente um esforço vigoroso para remedicalizar a psiquiatria.” E lançou uma campanha maciça de relações públicas para fazer exatamente isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A psiquiatria detinha uma arma poderosa, que seus concorrentes não podiam ter. Como cursaram medicina, os psiquiatras têm autoridade legal para escrever receitas. Ao abraçar o modelo biológico de doença mental, e o uso de drogas psicoativas para tratá-la, a psiquiatria conseguiu relegar os outros prestadores de serviços de saúde mental para cargos secundários. E se apresentou também como uma disciplina científica. E, o que é mais importante, ao enfatizar o tratamento medicamentoso, a psiquiatria tornou-se a queridinha da indústria farmacêutica, que logo tornou tangível sua gratidão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Associação Americana de Psiquiatria, a APA, estava preparando então a terceira edição doManual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM, que estabelece os critérios de diagnóstico para todos os transtornos mentais. O presidente da Associação havia indicado Robert Spitzer, eminente professor de psiquiatria da Universidade de Columbia, para chefiar a força-tarefa que supervisionaria o Manual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As duas primeiras edições, publicadas em 1952 e 1968, refletiam a visão freudiana da doença mental, e eram pouco conhecidas fora da profissão. Spitzer decidiu fazer da terceira edição, o DSM-III, algo bem diferente. Ele prometeu que o Manual seria “uma defesa do modelo médico aplicado a problemas psiquiátricos”, e o presidente da Associação, Jack Weinberg, disse que ele “deixaria claro para quem tivesse dúvidas que consideramos a psiquiatria uma especialidade da medicina”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando foi publicado, em 1980, o DSM-III continha 265 diagnósticos (acima dos 182 da edição anterior) e logo teve um uso quase universal: não apenas por parte de psiquiatras, mas também por companhias de seguros, hospitais, tribunais, prisões, escolas, pesquisadores, agências governamentais e médicos de todas as especialidades. Seu principal objetivo era trazer coerência (normalmente chamada de “confiabilidade”) ao diagnóstico psiquiátrico. Ou seja, garantir que os psiquiatras que viam o mesmo paciente concordassem com o diagnóstico. Para isso, cada diagnóstico era definido por uma lista de sintomas, com limites numéricos. Por exemplo, ter pelo menos cinco de nove sintomas determinados garantia ao paciente um diagnóstico definitivo de episódio depressivo dentro da ampla categoria de “transtornos do humor”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas havia outro objetivo: justificar o uso de drogas psicoativas. Com efeito, Carol Bernstein, a presidente da apa, reconheceu isso ao escrever: “Na década de 70, foi preciso facilitar um acordo sobre diagnósticos entre clínicos, cientistas e autoridades reguladoras, dada a necessidade de ligar os pacientes aos novos tratamentos farmacológicos.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A terceira edição do Manual era talvez mais “confiável” do que as versões anteriores, mas confiabilidade não é a mesma coisa que validade. O termo confiabilidade é usado como sinônimo de “coerência”; validade refere-se à correção ou solidez. Se todos os médicos concordassem que as sardas são um sinal de câncer, o diagnóstico seria “confiável”, mas não válido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema com o Manual é que, em todas as suas edições, ele simplesmente refletia as opiniões de seus autores. E, no caso do DSM-III, sobretudo as opiniões do próprio Spitzer, que foi apontado com justiça como um dos psiquiatras mais influentes do século xx. Em suas palavras, ele “pegou todo mundo com quem se sentia à vontade” para participar da força-tarefa de quinze membros, e houve queixas de que ele convocou poucas reuniões e conduziu o processo de uma maneira desordenada, mas ditatorial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Num artigo de 1984 intitulado “As desvantagens do DSM-III superam suas vantagens”, George Vaillant, professor de psiquiatria de Harvard, afirmou que o DSM-III representou “uma audaciosa série de escolhas baseadas em palpite, gosto, preconceito e esperança”, o que parece ser uma boa descrição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DSM se tornou a bíblia da psiquiatria e, tal como a Bíblia cristã, dependia muito de algo parecido com a fé: não há nele citações de estudos científicos para sustentar suas decisões. É uma omissão espantosa, porque em todas as publicações médicas, sejam revistas ou livros didáticos, as declarações de fatos devem estar apoiadas em referências comprováveis. (Há quatro “livros de consulta” separados para a edição atual do DSM, que apresentam a razão para algumas decisões, junto com referências, mas isso não é a mesma coisa que referências específicas.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode ser de muito interesse para um grupo de especialistas se reunir e dar suas opiniões, mas a menos que essas opiniões possam ser sustentadas por provas, elas não autorizam a deferência extraordinária dedicada ao DSM. “A cada edição subsequente”, escreve Daniel Carlat, “o número de categorias de diagnósticos se multiplicava, e os livros se tornaram maiores e mais caros. Cada um deles se tornou um best-seller, e o DSM é hoje uma das principais fontes de renda da Associação Americana de Psiquiatria.” O Manual atual, o DSM-IV, vendeu mais de 1 milhão de exemplares.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os laboratórios farmacêuticos passaram a dar toda a atenção e generosidade aos psiquiatras, tanto individual como coletivamente, direta e indiretamente. Choveram presentes e amostras grátis, contratos de consultores e palestrantes, refeições, ajuda para participar de conferências. Quando os estados de Minnesota e Vermont implantaram “leis de transparência”, que exigem que os laboratórios informem todos os pagamentos a médicos, descobriu-se que os psiquiatras recebiam mais dinheiro do que os médicos de qualquer outra especialidade. A indústria farmacêutica também subsidia as reuniões da APA e outras conferências psiquiátricas. Cerca de um quinto do financiamento da APA vem agora da indústria farmacêutica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os laboratórios buscam conquistar psiquiatras de centros médicos universitários de prestígio. Chamados pela indústria de “líderes-chave de opinião”, eles são os profissionais que, por meio do que escrevem e ensinam, influenciam o tratamento das doenças mentais. Eles também publicam grande parte da pesquisa clínica sobre medicamentos e, o que é fundamental, determinam o conteúdo do DSM. Em certo sentido, eles são a melhor equipe de vendas que a indústria poderia ter e valem cada centavo gasto com eles. Dos 170 colaboradores da versão atual do DSM, dos quais quase todos poderiam ser descritos como líderes-chave, 95 tinham vínculos financeiros com laboratórios farmacêuticos, inclusive todos os colaboradores das seções sobre transtornos de humor e esquizofrenia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carlat pergunta: “Por que os psiquiatras estão na frente de todos os outros especialistas quando se trata de tomar dinheiro de laboratórios?” Sua resposta: “Nossos diagnósticos são subjetivos e expansíveis, e temos poucas razões racionais para a escolha de um tratamento em relação a outro.” Ao contrário das enfermidades tratadas pela maioria dos outros ramos da medicina, não há sinais ou exames objetivos para as doenças mentais – nenhum dado de laboratório ou descoberta por ressonância magnética – e as fronteiras entre o normal e o anormal são muitas vezes pouco claras. Isso torna possível expandir as fronteiras do diagnóstico ou até mesmo criar novas diagnoses, de uma forma que seria impossível, por exemplo, em um campo como a cardiologia. E as empresas farmacêuticas têm todo o interesse em induzir os psiquiatras a fazer exatamente isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além do dinheiro gasto com os psiquiatras, os laboratórios apoiam muitos grupos de defesa de pacientes e organizações educacionais. Whitaker informa que, somente no primeiro trimestre de 2009, o “Eli Lilly deu 551 mil dólares à Aliança Nacional para Doenças Mentais, 465 mil dólares para a Associação Nacional de Saúde Mental, 130 mil dólares para um grupo de defesa dos pacientes de déficit de atenção/hiperatividade, e 69 250 dólares para a Fundação Americana de Prevenção ao Suicídio”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E isso foi o que apenas um laboratório gastou em três meses; pode-se imaginar qual deve ser o total anual de todas as empresas que produzem drogas psicoativas. Esses grupos aparentemente existem para conscientizar a opinião pública sobre transtornos psiquiátricos, mas também têm o efeito de promover o uso de drogas psicoativas e influenciar os planos de saúde para cobri-los.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;omo a maioria dos psiquiatras, Carlat trata seus pacientes apenas com medicamentos, sem terapia de conversa, e é sincero a respeito das vantagens de fazer isso. Ele calcula que, se atender três pacientes por hora com psicofarmacologia, ganha cerca de 180 dólares por hora dos planos de saúde. Em contrapartida, poderia atender apenas um paciente por hora com terapia de conversa, pela qual os planos lhe pagariam menos de 100 dólares. Carlat não acredita que a psicofarmacologia seja particularmente complicada, muito menos precisa, embora o público seja levado a acreditar que é.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seu trabalho consiste em fazer aos pacientes uma série de perguntas sobre seus sintomas, para ver se eles combinam com algum dos transtornos catalogados no DSM. Esse exercício de correspondência, diz ele, propicia “a ilusão de que compreendemos os nossos pacientes, quando tudo o que estamos fazendo é atribuir-lhes rótulos”. Muitas vezes os pacientes preenchem critérios para mais de um diagnóstico, porque há sobreposição de sintomas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dos pacientes de Carlat acabou com sete diagnósticos distintos. “Nós miramos sintomas distintos com os tratamentos, e outros medicamentos são adicionados para tratar os efeitos colaterais.” Um paciente típico, diz ele, pode estar tomando Celexa para depressão, Ativan para ansiedade, Ambien para insônia, Provigil para fadiga (um efeito colateral do Celexa) e Viagra para impotência (outro efeito colateral do Celexa).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto aos próprios medicamentos, Carlat escreve que “há apenas um punhado de categorias guarda-chuva de drogas psicotrópicas”, sob as quais os medicamentos não são muito diferentes uns dos outros. Ele não acredita que exista muita base para escolher entre eles. E resume:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim é a moderna psicofarmacologia. Guiados apenas por sintomas, tentamos diferentes medicamentos, sem nenhuma concepção verdadeira do que estamos tentando corrigir, ou de como as drogas estão funcionando. Espanto-me que sejamos tão eficazes para tantos pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carlat passa então a especular, como Kirsch em The Emperor’s New Drugs, que os pacientes talvez estejam respondendo a um efeito placebo ativado. Se as drogas psicoativas não são tudo o que é alardeado – e os indícios indicam que não são –, o que acontece com os próprios diagnósticos? Como eles se multiplicam a cada edição do DSM?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;m 1999, a APA começou a trabalhar em sua quinta revisão do DSM, programado para ser publicado em 2013. A força-tarefa de 27 membros é chefiada por David Kupfer, professor de psiquiatria da Universidade de Pittsburgh. Tal como nas edições anteriores, a força-tarefa é assessorada por vários grupos de trabalho, que agora totalizam cercade 140 membros, correspondentes às categorias principais de diagnóstico. As deliberações e propostas em curso foram amplamente divulgadas, e parece que a constelação de transtornos mentais vai crescer ainda mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em particular, os limites dos diagnósticos serão ampliados para incluir os precursores dos transtornos, tais como “síndrome do risco de psicose” e “transtorno cognitivo leve” (possível início do mal de Alzheimer). O termo “espectro” é usado para ampliar categorias, e temos,por exemplo, “espectro de transtorno obsessivo-compulsivo”, “transtorno do espectro da esquizofrenia” e “transtorno do espectro do autismo”. E há propostas para a inclusão de distúrbios totalmente novos, como “transtorno hipersexual”, “síndrome das pernas inquietas” e “compulsão alimentar”. Até mesmo Allen Frances, presidente da força-tarefa do DSM-IV, escreveu que a próxima edição do Manual será uma “mina de ouro para a indústria farmacêutica”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A indústria farmacêutica influencia psiquiatras a receitar drogas psicoativas até mesmo a pacientes para os quais os medicamentos não foram considerados seguros e eficazes. O que deveria preocupar enormemente é o aumento espantoso do diagnóstico e tratamento de doenças mentais em crianças, algumas com apenas 2 anos de idade. Essas crianças são tratadas muitas vezes com medicamentos que nunca foram aprovados pela FDA para uso nessa faixa etária, e têm efeitos colaterais graves. A prevalência de “transtorno bipolar juvenil” aumentou quarenta vezes entre 1993 e 2004, e a de “autismo” aumentou de 1 em 500 crianças para 1 em 90 ao longo da mesma década. Dez por cento dos meninos de 10 anos de idade tomam agora estimulantes diários para o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seria muito difícil achar uma criança de 2 anos que não seja às vezes irritante, um menino de 5ª série que não seja ocasionalmente desatento, ou uma menina no ensino médio que não seja ansiosa. Rotular essas crianças como tendo um transtorno mental e tratá-las com medicamentos depende muito de quem elas são e das pressões que seus pais enfrentam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como as famílias de baixa renda estão passando por dificuldades econômicas crescentes, muitas descobriram que o pedido de renda de seguridade suplementar com base na invalidez mental é a única maneira de sobreviver. Segundo um estudo da Universidade Rutgers, descobriu-se que crianças de famílias de baixa renda têm quatro vezes mais probabilidade de receber medicamentos antipsicóticos do que crianças com plano de saúde privado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os livros de Irving Kirsch, Robert Whitaker e Daniel Carlat são acusações enérgicas ao modo como a psiquiatria é praticada hoje em dia. Eles documentam o “frenesi” do diagnóstico, o uso excessivo de medicamentos com efeitos colaterais devastadores e os conflitos de interesse generalizados. Os críticos podem argumentar, como Nancy Andreasen o faz em seu artigo sobre a perda de tecido cerebral no tratamento antipsicótico de longo prazo, que os efeitos colaterais são o preço que se deve pagar para aliviar o sofrimento causado pela doença mental. Se soubéssemos que os benefícios das drogas psicoativas superam seus danos, isso seria um argumento forte, uma vez que não há dúvida de que muitas pessoas sofrem gravemente com doenças mentais. Mas como Kirsch, Whitaker e Carlat argumentam, essa expectativa pode estar errada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o mínimo, precisamos parar de pensar que as drogas psicoativas são o melhor e, muitas vezes, o único tratamento para as doenças mentais. Tanto a psicoterapia como os exercícios físicos têm se mostrado tão eficazes quanto os medicamentos para a depressão, e seus efeitos são mais duradouros. Mas, infelizmente, não existe indústria que promova essas alternativas. Mais pesquisas são necessárias para estudar alternativas às drogas psicoativas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em particular, precisamos repensar o tratamento de crianças. Nesse ponto, o problema é muitas vezes uma família perturbada em circunstâncias conturbadas. Tratamentos voltados para essas condições ambientais – como auxílio individual para pais ou centros pós-escola para as crianças – devem ser estudados e comparados com o tratamento farmacológico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No longo prazo, essas alternativas seriam provavelmente mais baratas. Nossa confiança nas drogas psicoativas, receitadas para todos os descontentes com a vida, tende a excluir as outras opções. Em vista dos riscos, e da eficácia questionável dos medicamentos em longo prazo, precisamos fazer melhor do que isso. Acima de tudo, devemos lembrar o consagrado ditado médico: em primeiro lugar, não causar dano (primum non nocere).&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-weight: bold; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-weight: bold; background-color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;Conteúdo Extra&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div class="bloco-conteudo-extra" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 20px; padding-right: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 20px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-top-color: rgb(204, 204, 204); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;h5 style="margin-top: 8px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px; padding-top: 1px; padding-right: 2.6px; padding-bottom: 1px; padding-left: 2.6px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; background-color: rgb(0, 0, 0); clear: both; display: inline-block; color: rgb(255, 255, 255); "&gt;Links&lt;/h5&gt;&lt;ul class="lista-links" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 14px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; display: inline-block; width: 620px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: initial; outline-color: initial;"&gt;&lt;a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-33/diario/saindo-das-trevas"&gt;O dia a dia de uma depressão crônica e o eterno temor de uma recaída&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: initial; outline-color: initial;"&gt;&lt;a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-21/questoes-mentais/eletrochoque"&gt;A volta de um dos métodos mais controversos da psiquiatria para o tratamento da depressão&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3631688398893471440?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3631688398893471440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3631688398893471440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/08/epidemia-da-doenca-mental.html' title='A epidemia da doença mental'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8786248165483004330</id><published>2011-07-18T16:20:00.001-03:00</published><updated>2011-07-18T16:21:59.234-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><title type='text'>sick</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-X_CyCOLZoxo/TiSHtbwKgHI/AAAAAAAAAX8/MoB1c8ukOUI/s1600/planetinha%2Bdoente.jpeg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 293px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-X_CyCOLZoxo/TiSHtbwKgHI/AAAAAAAAAX8/MoB1c8ukOUI/s400/planetinha%2Bdoente.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5630774648733597810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8786248165483004330?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8786248165483004330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8786248165483004330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/07/sick.html' title='sick'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-X_CyCOLZoxo/TiSHtbwKgHI/AAAAAAAAAX8/MoB1c8ukOUI/s72-c/planetinha%2Bdoente.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7455483037359698928</id><published>2011-06-23T19:01:00.003-03:00</published><updated>2011-06-23T19:17:01.579-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='energias renováveis'/><title type='text'>Plutônio na terra do sol</title><content type='html'>.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;(por Gilberto Felisberto Vasconcellos, na Caros Amigos/maio-2011)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Elemento químico radioativo, explosivo termonuclear, o plutônio não é encontrado na natureza. Inexiste usina nuclear sem plutônio. Se a usina nuclear, como me disse um dia César Lattes, mijar um pouquinho que seja de plutônio, adeus humanidade, adeus planeta, adeus jogo do Corinthians.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelo amor de Deus, Dilma, não autorize mais uma usina em Angra; aliás, a senhora deveria fechar a que existe, e em seu lugar construir um Ciep's com o nome Marcelo Guimarães.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Extrair eletricidade de engenho nuclear é insensatez, no entanto mais insensato ainda é fazê-lo na terra do sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos a América do Sol. Somos o sol do novo mundo. Somos o sol dos trópicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Usina nuclear ou é pra construir bomba atômica ou é para suprir a falta de sol. Na Europa, EUA e Japão não há outra alternativa se não buscar um sol artificial no reator nuclear. Digamos que se trata de um imperativo cosmopolítico, mas aqui nos trópicos temos o reator a fusão nuclear natural e grátis: o sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sol é do povo, dizia Glauber Rocha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se eu pudesse sugerir alguma coisa antes do infortúnio, diria para a presidenta fazer uma visita a Bautista Vidal, que mora em Brasília perto do Palácio da Alvorada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bautista Vidal é pós-graduado em física nuclear, mas não é alienado em relação ao tempo e ao espaço. Destarte, ele não é venal, corrupto e colonizado como a maioria absoluta dos físicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo o que ele advertiu sobre energia e ecologia está acontecendo, só que não foi ouvido pelo poder, aliás esse foi o maior desacerto do governo Lula, que poderia ter evitado a internacionalização multinacional do álcool e dos óleos vegetais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com a apropriação de energia vegetal o imperialismo norte americano, na fase pós-petróleo que se aproxima, terá sobrevida de quanto tempo? Não sei, não sou profeta, mas Dilma não deve repetir a displicência do ex-presidente em relação à vocação energética dos trópicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há no mundo inteiro questão mais importante do que a energia, que hoje está cada vez mais cara, rara e perigosa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É preciso por fim à conversa fiada de que Deus é brasileiro. Ou foi obra de satã o dilúvio em Petrópolis?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Angra dos Reis, onde nasceu o delicado escritor Raul Pompéia, é uma região litorânea, e todo litoral está ameaçado de submergir por causa da elevação do nível dos oceanos em decorrência do dióxido de carbono lançado na atmosfera pela queima de petróleo e carvão mineral.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O caminho não é o nuclear, nem o fóssil poluidor; a solução é a fotossíntese de que resulta a energia vegetal, mas produzida em pequena propriedade, e não pelos usineiros latifundiários associados às multinacionais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O imperialismo energético está em processo de transição: do fóssil para as plantas. Obama veio aqui de olho no Pré-sal; todavia sua cob iça (seguindo o roteiro da Shell) é o álcool e os óleos vegetais. Ele falou e disse: "the future is here". O futuro está aqui, só que para eles, não para nós engabelados pelo mirífico petróleo do fundo do mar salgado. O dólar tampando o sol na terra do etanol me lembra o poeta maranhense Gonçalves Dias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha terra tem nucleares ogivas onde vaza o sabiá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Afinal, quando é que os carapintadas vão às ruas protestar?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7455483037359698928?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7455483037359698928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7455483037359698928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/06/plutonio-na-terra-do-sol.html' title='Plutônio na terra do sol'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4787110213024899184</id><published>2011-06-12T18:14:00.004-03:00</published><updated>2011-06-12T18:28:22.875-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><title type='text'>Por que não há ONGs estrangeiras no nordeste?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;O Viver Sustentável recebeu por e-mail a mensagem abaixo, publicada por um leitor do &lt;a href="http://www.conversaafiada.com.br/"&gt;Conversa Afiada&lt;/a&gt; (de Paulo Henrique Amorim):&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: black; "&gt;O texto abaixo faz uma comparação entre o trabalho e a presença das Ongs estrangeiras na Amazônia e no Nordeste:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: black; "&gt;Você consegue entender isso?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;Vítimas da seca&lt;br /&gt;Quantos? 10 milhões&lt;br /&gt;Sujeitos à fome? Sim&lt;br /&gt;Passam sede? Sim&lt;br /&gt;Subnutrição? Sim&lt;br /&gt;ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;Índios da Amazônia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;Quantos? 230 mil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;Sujeitos à fome? Não&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;Passam sede? Não&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;Subnutrição? Não&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;ONGs estrangeiras ajudando: 350&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(204, 0, 0); "&gt;Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(255, 255, 204); "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 102, 0); "&gt;O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(255, 255, 204); "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: black; "&gt;É uma reflexão interessante.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); font-size: 14pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px; "&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; color: rgb(0, 153, 0); font-size: 14pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4787110213024899184?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4787110213024899184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4787110213024899184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/06/por-que-nao-ha-ongs-no-nordeste.html' title='Por que não há ONGs estrangeiras no nordeste?'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5088859972529906637</id><published>2011-02-22T10:55:00.004-03:00</published><updated>2011-02-22T10:58:57.097-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco da poesia'/><title type='text'>Herdade</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;(&lt;a href="http://ru666.blogspot.com"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Rubens Pesenti&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Gv4xhQn5UFc/TWPAgYujSyI/AAAAAAAAAXw/XzDoGyrC5aw/s1600/HERDADE.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 391px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Gv4xhQn5UFc/TWPAgYujSyI/AAAAAAAAAXw/XzDoGyrC5aw/s400/HERDADE.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576512426240854818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5088859972529906637?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5088859972529906637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5088859972529906637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/02/herdade.html' title='Herdade'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Gv4xhQn5UFc/TWPAgYujSyI/AAAAAAAAAXw/XzDoGyrC5aw/s72-c/HERDADE.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2729760137442562913</id><published>2011-02-02T00:58:00.006-02:00</published><updated>2011-02-02T01:09:55.001-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Misscup: uma alternativa ecológica aos absorventes femininos</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TUjKfvA9vpI/AAAAAAAAAXo/SPv_b1hBPuk/s1600/misscup.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 235px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TUjKfvA9vpI/AAAAAAAAAXo/SPv_b1hBPuk/s400/misscup.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568923585788886674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Parece ser uma idéia inteligente, além de confortável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode ser uma boa alternativa inclusive para os absorventes reutilizáveis, do tipo "toalhinha", que andaram sendo ressucitados numa tentativa de incluir todos os itens de higiene no conceito de sustentabilidade, o que às vezes pode ser um tanto trabalhoso e anti prático.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Misscup, em resumo bem resumidinho, é um recipiente coletor feminino para a menstruação, que segundo o fabricante, oferece até doze horas de proteção/autonomia e também é hipoalergênico, feito com silicone medicinal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No mínimo vale experimentar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja o site:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.misscup.com.br/"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;http://www.misscup.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2729760137442562913?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2729760137442562913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2729760137442562913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/02/misscup-uma-alternativa-ecologica-aos.html' title='Misscup: uma alternativa ecológica aos absorventes femininos'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TUjKfvA9vpI/AAAAAAAAAXo/SPv_b1hBPuk/s72-c/misscup.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8864788785428413127</id><published>2011-01-26T15:40:00.003-02:00</published><updated>2011-01-26T15:43:26.179-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>10 dicas para usar seu celular com segurança</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;(por Alan Lopes - Geobiologia)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="400" height="325" src="http://www.youtube.com/embed/lXyM1XXYdmk" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8864788785428413127?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8864788785428413127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8864788785428413127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/01/10-dicas-para-usar-seu-celular-com.html' title='10 dicas para usar seu celular com segurança'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/lXyM1XXYdmk/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-9024572934369593415</id><published>2011-01-26T15:17:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T15:21:00.659-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><title type='text'>Plástico regressa ao petróleo de onde veio</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 176, 80); font-size: 14pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo o plástico, derivado de petróleo, agora podemos inverter! &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 176, 80); font-size: 14pt; "&gt;Uma máquina para processar plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou querosene.  &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Veja o vídeo:&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.flixxy.com/convert-plastic-to-oil.htm"&gt;http://www.flixxy.com/convert-plastic-to-oil.htm&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-9024572934369593415?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/9024572934369593415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/9024572934369593415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/01/plastico-regressa-ao-petroleo-de-onde.html' title='Plástico regressa ao petróleo de onde veio'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2808436452775507726</id><published>2011-01-18T20:10:00.003-02:00</published><updated>2011-01-18T20:15:25.989-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><title type='text'>Vestibular ganha versão ecológica na Universidade Veiga de Almeida</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;div style="font-size: 12px; font-family: 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px; font-family: 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;* informações prestadas por e-mail através da equipe de marketing da UVA na pessoa de Rodrigo Galhano:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com números da Fundação SOS Mata Atlântica e do INPE, entre 2005 e 2008, mais de 100 mil hectares de floresta foram devastados. Isso mostra a importância do estímulo à preservação pelas empresas e instituições comprometidas com o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, pelo segundo ano consecutivo a Universidade Veiga de Almeida aproveita sua forte presença nas redes sociais para promover a Ação Consciência Verde. Assim como no último vestibular, para cada candidato inscrito pela Ação que comparecer à prova, a Instituição irá reflorestar 1m² de Mata Atlântica em parceria com o Instituto Terra (&lt;a title="Go to http://www.itpa.org.br/" href="http://www.itpa.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.itpa.org.br/&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para participar da Ação Consciência Verde o candidato deverá acessar o link bit.ly/acaoconscienciaverde, que é divulgado somente nos perfis oficiais da UVA nas redes sociais e seguir as instruções. A participação na Ação Consciência Verde isenta o candidato da taxa de inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As próximas provas estão marcadas para o dia 05/02 nos Campi Tijuca e Barra e 06/02 no Campus Cabo Frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redes Sociais UVA:&lt;br /&gt;Twitter (@uva_veiga)&lt;br /&gt;Orkut (&lt;a title="Go to http://bit.ly/UVA_Oficial" href="http://bit.ly/UVA_Oficial" target="_blank"&gt;http://bit.ly/UVA_Oficial&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Facebook (&lt;a title="Go to http://bit.ly/fbUVA" href="http://bit.ly/fbUVA" target="_blank"&gt;http://bit.ly/fbUVA&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;LinkedIn (&lt;a title="Go to http://bit.ly/Linkedin_UVA" href="http://bit.ly/Linkedin_UVA" target="_blank"&gt;http://bit.ly/Linkedin_UVA&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Flickr (&lt;a title="Go to http://bit.ly/Flickr_UVA" href="http://bit.ly/Flickr_UVA" target="_blank"&gt;http://bit.ly/Flickr_UVA&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Youtube (&lt;a title="Go to http://bit.ly/UVAVeiga" href="http://bit.ly/UVAVeiga" target="_blank"&gt;http://bit.ly/UVAVeiga&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2808436452775507726?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2808436452775507726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2808436452775507726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2011/01/vestibular-ganha-versao-ecologica-na.html' title='Vestibular ganha versão ecológica na Universidade Veiga de Almeida'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7147199252222806059</id><published>2010-12-25T14:40:00.028-02:00</published><updated>2011-02-08T18:35:29.039-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>O lado escuro da comida</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Texto da reportagem de Claudia Carmello em &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Superinteressante&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;, dez/2010.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;ps: as notas em &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;itálico vermelho&lt;/span&gt; são excertos posteriores, de exclusiva responsabilidade da autora deste blog.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Frango. Água. Maisena modificada. Soda para cozimento. Sal. Glicose. Ácido cítrico. Caldo de galinha. Fosfato de sódio. Antiespumante dimetilpolissiloxano. Óleo hidrogenado de soja com antioxidante TBHQ. Isso agregado a mais 26 ingredientes é o que conhecemos pelo nome de nugget. A receita é produto de um sistema que faz de lasanha congelada a tomates mais ou menos do mesmo jeito que se fabricam canetas, ventiladores ou motos. É a agropecuária industrial. Ela começa nos combustíveis fósseis. Petróleo carvão ou, mais comum hoje, gás natural são a matéria-prima dos fertilizantes. E os fertilizantes são a matéria-prima de tudo que você come hoje, seja alface, seja dois hambúrgueres, alface, queijo e molho especial - no pão com gergelim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sem eles para anabolizar as plantações, não haveria comida para todo mundo*&lt;i&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(*o que é um mito de interesse corporativo: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/05/agricultura-organica-rende-mais-do-que.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;leia aqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt; - nota do blog)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;. O problema é que, com eles, podemos ficar sem o mundo. "Na porteira da fazenda, ainda antes do uso, um saco de 100 quilos de fertilizante químico já emitiu 4 vezes esse peso em CO2 para ser fabricado. Depois que aplicam no solo, pelo menos  1 quilo daquele nitrogênio (elemento principal do fertilizante) é liberado para o ar em forma de óxido nitroso, um gás quase 300 vezes pior para o aquecimento global do que o CO2", diz o agrônomo Segundo Urquiaga, da Embrapa. &lt;b&gt;Nessa toada, a agropecuária consegue emitir sozinha 33% dos gases-estufa do mundo, mais do que todos os carros, trens, navios e aviões juntos, que somam 14%.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;VOCÊ É FEITO DE MILHO E SOJA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os empanados de frango são um dos ícones da indústria de alimentos, baseada, como qualquer outra, em mecanização, uniformização, produtividade. Essas exigências levam a um fato curioso: há quase 40 ingredientes diferentes em um nugget, mas 56% dele é milho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maisena é farinha de amido de milho - o ácido cítrico, a dextrose, a lecitina, tudo é feito com moléculas desse grão. Ou com os grãos de soja, dependendo do que estiver mais em conta no mercado de commodities agrícolas (pensando bem, até a galinha é feita de milho e soja - é isso que ela come de ração).  Metade da área plantada no Brasil é dominada pela soja, que aparece em 70% dos alimentos processados. E um terço das plantações americanas são lavouras de milho. Isso acontece porque soja e milho produzem mais calorias que a maioria das plantas; são resistentes ao transporte e a anos de estocagem, entre outras vantagens competitivas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas qual é o problema de chegar a essa variedade de comida com apenas dois grãos? Os bois podem dar uma primeira resposta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No mundo desenvolvido, praticamente toda a carne sai das fazendas de confinamento - galpões onde os bois passam a vida praticamente empilhados uns nos outros, só engordando. Nesses galpões, a comida do boi não é capim, mas ração à base de milho e soja. O inconveniente é que ele não come grãos. Industrialmente falando, um boi é uma máquina que transforma celulose de capim (algo que o nosso organismo não digere) em proteína comestível - a carne dele. Mas campim é bem menos calórico que milho e soja. Para ele crescer rápido e ir logo para o corte, tem que ser ração mesmo. Só que o metabolismo do bicho pena para processar tanta comida indigesta. A fermentação dos grãos no sistema digestivo dele pode causar um inchaço do rúmem (o estômago do boi) que pressiona os pulmões e pode matar o animal. Para combater isso, os criadores enchem os bois de antibiótico:&lt;b&gt; 70% dos antimicrobiais usados nos EUA são misturados às rações de animais.&lt;/b&gt; O problema é que isso cria superbactérias resistentes a antibióticos. É Darwin em ação: os antibióticos nem sempre matam todas as bactérias. Às vezes sobram algumas que, por mutação genética, nasceram imunes ao remédio. Sem a concorrência de outras bactérias, elas se reproduzem à vontade. Nasce uma cepa de micro-organismo mais resistente a qualquer antibiótico. Ela pode ser letal. Ainda mais se for parar na prateleira do supermercado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi o que aconteceu com uma variedade agressiva de &lt;i&gt;Escherichia coli&lt;/i&gt;. Em 2001, o garoto americano Kevin Kowalcyk, de 2 anos de idade, comeu um hambúrguer contaminado por essa bactéria e morreu 12 dias depois. O caso produziu algo inusitados: um recall de hambúrguer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Brasil isso não é um problema. Só 6% do nosso abate vem de confinamentos, contra 99% nos EUA. Aqui os bois ficam soltos. Bom para eles, pior para as bactérias. Mas pior também para as florestas. Nossos pastos são formados às custas de desmatamento da Amazonia e do cerrado. E isso leva o Brasil ao posto de 5º maior emissor de CO2 do mundo. Quase 52% dos nossos gases estufa vem do desmatamento. Para frear isso de forma realista (porque parar de criar bois e de exportar carne não tem nada de realista), a solução é o confinamento. Só que essa modalidade de criação também não é a panacéia para o ambiente. Os galpões de gado causam tantos impactos quanto uma cidade grande: lixo, esgoto, rios poluídos... Até mais, na verdade. &lt;b&gt;Só os animais confinados que existem hoje nos EUA produzem 130 vezes mais dejetos do que todos os americanos juntos&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todo esse cocô vai para grandes lagos de esterco, que servem de parque aquático para bactérias: elas podem passar desses lagos para o solo de uma lavoura. Podem e conseguem. Só de recalls de vegetais contaminados por E. coli já foram 20 na última década nos EUA. Em 2009, um surto de salmonela matou 8 pessoas e adoeceu 600 por lá. Grave. Mas não deixam de ser casos isolados. O maior problema da comida hoje é outro: o fator Roberto Carlos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;IMORAL E ENGORDA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Rei estava certo quando disse que tudo o que ele gosta é imoral, ilegal ou engorda. Comida gostosa, mas gostosa mesmo, viciante, só é boa porque é calórica - os aspargos que nos perdoem, mas gordura e açúcar são fundamentais. Não para a saúde, mas para o cérebro. Ele gosta mesmo é de porcaria. Nosso cérebro nos recompensa com doses de dopamina cada vez que comemos algo bem calórico, energético. É que no passado isso era questão de sobrevivência - havia pouca comida disponível, então quanto mais calórica ela fosse, melhor. A massa cinzenta dá essa mesma recompensa dopamínica depois do sexo ou de drogas pesadas. Por isso mesmo basta experimentar qualquer uma dessas coisas uma única vez para ter vontade de repetir. Com comidas energéticas, recheadas de carboidratos ou gorduras, não é diferente, você sabe. É impossível comer um só.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a indústria dos alimentos se formou justamente em torno das comidas que mais liberam dopamina. Isso começou no final do século 19, com o início da produção em massa de açúcar e farinha de trigo refinados. Refinar uma planta significa estirpá-la de suas fibras, proteínas, minerais e deixar só o que interessa (pelo menos do ponto de vista do cérebro): carboidrato puro, energia hiperconcentrada. Depois vieram conservantes mais potentes (como o antiespumante e o antioxidante lá do nugget) e o processamento artificial, com máquinas que transformam carcaças de bichos e um monte de subprodutos de milho e de soja em coisas bonitas e de sabor viciante. Começava a era da comida industrializada. A nossa era.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a produção de alimentos nunca mais seria a mesma. O cérebro do consumidor guia a indústria dos alimentos. Esse cérebro prefere comida turbinada por açúcar e gordura, certo? Então a seleção natural age de novo, mas dessa vez no mercado: só sobrevive quem produz comida mais gostosa. E a mais gostosa é a gorda (olha o Robertão aí de novo!). Natural, então, que o mercado de comida processada acabasse dominado por bombas calóricas. Nosso amigo nugget, por exemplo, recebe doses extras de gordura (óleo hidrogenado de soja) e também de açúcar (a glicose). Mais do que alimentar, a função dele é dar prazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas é um prazer que pode custar caro. Um "suco natural" industrializado, por exemplo, pode ter até duas colheres de açúcar para cada 200 mililitros. Nosso corpo não é adaptado para suportar doses cavalares como essa o tempo todo. A produção de insulina, por exemplo, pode sobrecarregar e dar pau - e sem esse hormônio, que gerencia o processamento de açúcar no organismo, você se torna diabético.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos EUA, 1 em cada 10 adultos tem diabetes - duas vezes mais do que em 1995. E a perspectiva é que essa proporção triplique nas próximas décadas, agora que 1,6 milhão de novos casos são diagnosticados por ano. Para completar, 70% da população é considerada acima do peso. E nós aqui no Brasil estamos indo por esse caminho. Quanto mais a economia cresce, maior fica a nossa cintura. No meio dos anos 70, quando o IBGE mediu pela primeira vez o peso da população, 24% dos brasileiros estavam acima do peso. Hoje são 50%.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O aumento de peso pode ser o resultado mais visível de uma dieta inadequada. Mas quem está na parcela sem pneuzinhos da população também corre riscos. Principalmente por causa de outro ingrediente-chefe da comida industrializada: o sal. "A maior parte do sal que a gente consome não está nos saleiros, mas nos alimentos processados" diz Michael Klag, diretor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade John Hopkins, nos EUA. O sal é adicionado para ajudar a preservar o produto e, principalmente, reforçar o sabor. E ele acaba onde você menos espera. Está nos cereais de café da manhã e até nos achocolatados - para deixar o chocolate menos enjoativo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Organização Mundial de Saúde recomenda o consumo de, no máximo, 6 gramas de sal por dia para evitar pressão alta - e as doenças que ela causa. Os brasileiros comem o dobro disso. De acordo com a Ação Mundial pelo Sal e pela Saúde, uma organização que reúne membros em 81 países para tentar diminuir o consumo global de sal, se a população mundial comesse apenas os tais 6 gramas de sal por dia, haveria 24% menos casos de ataques cardíacos pelo mundo e 18% menos derrames.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os hábitos alimentares de hoje podem estar contribuindo também para um aumento de alergias alimentares e doenças intestinais. Para você ter uma idéia, o número de pessoas internadas em hospitais por causa de alergias nos EUA quadruplicou entre 2000 e 2006 (de 2600 para 9500 pessoas por ano). O maior suspeito aí é a falta de fibras da comida industrializada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma pesquisa liderada por Paolo Lionetti, da Universidade de Florença, analisou a flora intestinal de crianças italianas e comparou com a de garotos de Burkina Faso, na África, que tem uma dieta rica em fibras e nunca viram comida processada. Então descobriu que as crianças africanas tinham uma flora intestinal mais variada, capaz de protege-las de uma série de doenças. "Acredito que a dieta dos países ocidentais tem um papel importante no aumento das alergias e infecções intestinais", diz Paolo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os nuggets, pizzas congeladas e cia. não são o único problema. A comida reconhecidamente saudável também tem os seus pontos fracos. &lt;b&gt;Dados dos governos americano e inglês mostram quedas nas quantidades de ferro, vitamina C, riboflavina, cálcio, zinco, selênio e outros nutrientes em dezenas de colheitas monitoradas desde os anos 50. Hoje, você tem que comer 3 maçãs para ingerir a mesma quantidade de ferro, por exemplo, que uma maçã fornecia.&lt;/b&gt; São várias as razões que poderiam justificar esse fenômeno. Parte da explicação pode vir dos critérios que usamos no melhoramento genético, selecionando variedades de milho, soja e outras plantas segundo a produtividade, não a qualidade nutricional. Pior: nossas plantas criadas à base de fertilizantes, como rescem muito mais rápido, tem raízes menores e menos tempo para acumular nutrientes além daqueles que vem no  próprio fertilizante. Mais: poupadas de lutar contra insetos pelo uso de pesticidas, estariam produzindo menos polifenóis - substâncias que usam como mecanismo de defesa e que nos beneficiam por suas ações anti-inflamatórias e antialérgicas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;VENENO NA FEIRA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tão fundamentais para a agricultura moderna quanto os fertilizantes são os pesticidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda mais com as monoculturas sem fim de hoje. Imagine o que acontece quando um inseto que tem na raiz da soja seu prato preferido topa com hectares e mais hectares onde só existe essa planta? Ele não arreda mais o pé dali, se reproduz vertiginosamente e traça tudo o que vê pela frente: eis uma praga agrícola. Elas não são novidade. Mas claro que, com a demanda por alimentos que existe hoje, seja ou não comida industrializada, não dá para abrir mão deles* &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;*nota deste blog: isso é outra falácia altamente questionável, vide artigos neste mesmo blog e outros listados na coluna lateral, com pesquisas sérias, dados e instruções sobre agrofloresteria, produção orgânica e "pesticidas" naturais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Brasil, menos ainda. O surgimento de novas pragas, como a ferrugem de soja (um fungo nocivo), transformou o país no maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Superamos os EUA nesse quesito em 2008, quando o mercado de defensivos agrícolas movimentou mais de US$ 7 bilhões no país. A façanha tem consequências. Em junho passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou o relatório anual sobre a presença de resíduos de agrotóxicos nas frutas, verduras, legumes e grãos que o brasileiro consome. Das 2130 amostras de 20 culturas de alimentos estudadas pela agência em 2009, 29% apresentaram alguma irregularidade. Mas não é motivo para pânico. "O fato de um alimento apresentar resíduos de pesticida além do limite estabelecido não indica necessariamente risco para a saúde", diz a toxicologista Eloisa Caldas, da Universidade de Brasília. O ponto, segundo ela, é evitar uma dieta monótona. Quanto mais variada sua alimentação, menos chance você tem de comer o mesmo pesticida. E isso diminui o risco de intoxicação.* &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;*nota deste blog: estarei mesmo lendo isso? há qualquer coisa de seriamente perverso nessa "solução" dada pela toxicologista, ou eu é que estou entendendo mal? acho que desci no planeta errado!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais seguro ainda é comprar alimentos orgânicos. Eles não recebem veneno em nenhum momento, desde o plantio até a gôndola do supermercado. Nem veneno nem fertilizante químico. Então são mais saudáveis para o ambiente. E a quantidade de nutrientes por centímetro cúbico é maior. O problema é que a produção da lavoura orgânica é, em média, 30% menor do que a convencional* &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;nota deste blog: e lá vou eu de novo - leiam&lt;/span&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/05/agricultura-organica-rende-mais-do-que.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt; aqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt; e também outras matérias relacionadas neste mesmo blog sob o marcador "plantas e cultivos", além dos blogs relacionados na coluna do lado direito&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;, e os vegetais que saem dela acabam 30% mais caros* &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;*nota deste blog: não sei exatamente se o preço maior dos vegetais orgânicos se deve ao fato de não utilizarem monoculturas e de fazerem uso mais intensivo de mão de obra - gerando mais empregos, portanto - contra o cultivo altamente mecanizado da agroindústria, mas há que pesar esses fatores, e também o fato inconteste de que se eles têm 3 vezes mais nutrientes por centímetro cúbico e não causam doenças relacionadas à intoxicação por pesticidas, também geram uma economia em termos de saúde pública e do próprio bolso do consumidor, a ser considerada no cômputo final de seu valor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Estudos mostram que, mesmo assim, daria para alimentar o mundo só com orgânicos. Mas só se o consumo de carne diminuir. &lt;/b&gt;O que uma coisa tem a ver com a outra? É que boa parte do que plantamos é para alimentar animais de criação. Uma peça de picanha, por exemplo, exige 75 quilos de vegetais para ser produzida. Só que o mundo está cada vez mais carnívoro - a China, depois de ter virado a 2º maior economia do mundo, passou a comer 25% de toda a carne do planeta. Hoje temos 20 bilhões de animais de criação, e a perspectiva da ONU é que esse número vá dobrar até 2050.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até existe um tipo de carne que não depende nada das plantações: os peixes selvagens. Mas eles não são alternativa. Primeiro, porque os mais nobres estão acabando. Algumas espécies de atum e de bacalhau não devem escapar da extinção. Segundo, porque existe o perigo da contaminação por mercúrio, pelo menos para quem come certos peixes com frequência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Funciona assim: embora o metal possa ser encontrado em todos os ambientes, é no meio aquático que mora o perigo. Graças à ação de bactérias, sobretudo em zonas alagáveis, o mercúrio é transformado em sua forma orgânica e mais perigosa: o metilmercúrio. Nessa versão, ele penetra nas algas. As plantas aquáticas tem baixo teor de mercúrio, mas os peixes herbívoros (que se alimentam dessas plantas) tem um pouco mais. E os predadores (que comem os herbívoros) acabam com um índice bem maior. Quanto mais perto do topo da cadeira alimentar, mais contaminado tende a ser o peixe. Não significa que todo peixe grande esteja contaminado. Se ele vive numa região livre de mercúrio, o que é comum, não tem problema. Mas claro: quem vê cara não vê contaminação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você só tem como saber o estado dos peixes que comeu se acabar intoxicado - os sintomas são vertigem, tremores, perda de memória, problemas digestivos e renais, entre outros. Não, não precisa parar de comer esses peixes, só ter alguma moderação. Mas o risco não deve diminuir - o mercúrio é um resíduo das termoelétricas. E a maior parte do mundo ainda é movida a carvão...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Peixes contaminados, overdose de gordura e açúcar, fertilizantes que dependem de combustíveis fósseis e destroem ecossistemas... Estamos no fim da linha, então? Sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas já estivemos antes. Ontem mesmo era 1960, o mundo tinha 3 bilhões de habitantes e uma certeza: estávamos à beira de um colapso. Mais um pouco e não teria comida para todo mundo. Mas não. Chegamos a 6,5 bilhões de pessoas graças justamente à globalização dos fertilizantes e da comida industrializada - a produção em massa barateou os alimentos&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;*nota do blog: aqui mais uma vez questiono essa afirmação, uma vez que é sabido que ao menos um terço da humanidade não tem acesso a essa tão decantada comida industrializada, nem mesmo à comida boa, aquela verdadeira, pois passam fome crônica... assim é fácil dobrar o número de habitantes, não é? Sem falar que esse suposto "barateamento" sai caro, a conta da farmácia é que o diga&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;. Esse boom alimentício ficou conhecido como Revolução Verde. Agora, precisamos de mais revoluções. Uma, a da conscientização sobre os perigos do fast food e da comida processada, já começou. E a ciência tem feito seu papel também, pesquisando alternativas que vão de plantas geneticamente modificadas que dispensam fertilizantes e pesticidas &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;nota do blog: dispensam ou acrescentam? veja neste mesmo blog os artigos sobre organismos transgênicos e as corporações gananciosas que estão acabando com a pequena agricultura familiar orgânica nos países do cone sul&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;) &lt;/span&gt;até carne de laboratório - um meio de entregar proteínas sem o intermédio de animais. Seria uma espécie de segunda Revolução Industrial da comida. Não sabemos como nem quando ela vai acontecer. Mas há uma certeza: não podemos ser bestas de esperar pelo colapso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7147199252222806059?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7147199252222806059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7147199252222806059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/12/o-lado-escuro-da-comida.html' title='O lado escuro da comida'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-706676548515239748</id><published>2010-12-10T01:49:00.004-02:00</published><updated>2011-02-08T18:38:36.829-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culinária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><title type='text'>Agricultores dos EUA usam arsenal orgânico para combater pragas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja a reportagem no link:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/842456-agricultores-dos-eua-usam-arsenal-organico-para-combater-pragas.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/842456-agricultores-dos-eua-usam-arsenal-organico-para-combater-pragas.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-706676548515239748?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/706676548515239748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/706676548515239748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/12/agricultores-dos-eua-usam-arsenal.html' title='Agricultores dos EUA usam arsenal orgânico para combater pragas'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7577621690848441073</id><published>2010-12-06T21:55:00.007-02:00</published><updated>2010-12-06T22:19:47.265-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceitos gerais'/><title type='text'>Não há mais santuários</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Ao ver esta imagem hoje no site da National Geographics, feita exatamente no "santuário ecológico" aparentemente bem protegido da ilha de Fernando de Noronha, não dá para deixar de pensar na unidade de 'gaia': insistentemente setorizada pela nossa ignorância e até mesmo por nossa ânsia em deixar algum pedaço de mar, de chão, sacralizados em seu bioma original.&lt;div&gt;Assim como nós, ela não pode ser tratada "aos pedaços", posto que é um sistema integral e complexo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como nós, cuja cura está muito longe da medicina especialista que nos vê como fígados ambulantes, corações safenados, rins entupidos, dentes careados... também gaia padece de ser cuidada num ponto específico, quando acolá adiante sofre os efeitos colaterais do nosso primitivo medicamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há mais santuários, nem inocência. Há que, de forma madura, entender que todos partilhamos o mesmo ar, a mesma água, o mesmo veneno e a mesma capacidade de cura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos - inclusive os donos das imensas corporações que ainda pensam que vão poder se proteger em algum lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:11px;"&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TP13_3ubqrI/AAAAAAAAAWo/fsTgaGQYghw/s1600/golfinho%2Bcom%2Bpl%25C3%25A1stico_joao-vianna.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 260px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TP13_3ubqrI/AAAAAAAAAWo/fsTgaGQYghw/s400/golfinho%2Bcom%2Bpl%25C3%25A1stico_joao-vianna.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547722255164484274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;* imagem da National Geographics, pelo fotógrafo João Vianna, no arquipélago de Fernando de Noronha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7577621690848441073?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7577621690848441073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7577621690848441073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/12/nao-ha-mais-santuarios.html' title='Não há mais santuários'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TP13_3ubqrI/AAAAAAAAAWo/fsTgaGQYghw/s72-c/golfinho%2Bcom%2Bpl%25C3%25A1stico_joao-vianna.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-6064090727312131484</id><published>2010-11-27T17:17:00.007-02:00</published><updated>2010-11-30T00:54:31.405-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Todos os dias o povo come veneno: quem são os responsáveis?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fonte: revista &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://carosamigos.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Caros Amigos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;, edição de novembro/2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;por João Pedro Stedile.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O Brasil se transformou desde 2007, no maior consumidor mundial de venenos agrícolas. E na última safra as empresas produtoras venderam nada menos do que um bilhão de litros de venenos agrícolas. Isso representa uma média anual de 6 litros por pessoa ou 150 litros por hectare cultivado. Uma vergonha. Um indicador incomparável com a situação de nenhum outro país ou agricultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Há um oligopólio de produção por parte de algumas empresas transnacionais que controlam toda a produção e estimulam seu uso, como a Bayer, a Basf, Syngenta, Monsanto, Du Pont, Shell química, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O Brasil possui a terceira maior frota mundial de aviões de pulverização agrícola. Somente esse ano foram treinados 716 novos pilotos. E a pulverização aérea é a mais contaminadora e comprometedora para toda a população.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Há diversos produtos sendo usados no Brasil que já estão proibidos nos países de suas matrizes. A ANVISA conseguiu proibir o uso de um determinado veneno agrícola. Mas as empresas ganharam uma liminar no "neutral poder judiciário" brasileiro, que autorizou a retirada durante o prazo de três anos... e quem será o responsável pelas consequências do uso durante esses três anos? Na minha opinião, é esse juiz irresponsável que autorizou, na verdade, as empresas desovarem seus estoques.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Os fazendeiros do agronegócio usam e abusam dos venenos, como única forma que tem de manter sua matriz na base do monocultivo e sem usar mão de obra. Um dos venenos mais usados é o secante, que é aplicado no final da safra para matar as próprias plantas e assim eles podem colher com as máquinas num mesmo período. Pois bem, esse veneno secante vai para a atmosfera e depois retorna com a chuva, democraticamente atingindo toda população, inclusive das cidades vizinhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O Dr. Vanderley Pignati da Universidade Federal do Mato Grosso tem várias pesquisas comprovando o aumento de aborto e outras consequências na população que vive no ambiente dominado pelos venenos da soja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Diversos pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer e da Universidade Federal do Ceará já comprovaram o aumento de câncer na população brasileira, consequência do aumento do uso de agrotóxicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A ANVISA - responsável pela vigilância sanitária de nosso país, detectou e destruiu mais de 500 mil litros de venenos adulterados, somente este ano, produzido por grandes empresas transnacionais. Ou seja, além de aumentar o uso do veneno, eles falsificavam a fórmula autorizada, para deixar o veneno mais potente, e assim, o agricultor se iludir ainda mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O Dr. Nascimento, consultor de saúde da revista CARAS, escreveu em sua coluna que ocorrem anualmente ao redor de 20 mil casos de câncer de estômago no Brasil, a maioria consequente dos alimentos contaminados, e destes 12 mil vão a óbito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tudo isso vem acontecendo todos os dias. E ninguém diz nada. Talvez pelo conluio que existe das grandes empresas com o monopólio dos meios de comunicação. Ao contrário, a propaganda sistemática das empresas fabricantes que tem lucros astronômicos é de que é impossível produzir sem venenos. Uma grande mentira. A humanidade se reproduziu ao longo de 10 milhões de anos, sem usar venenos. stamos usando veneno apenas depois da segunda guerra mundial para cá, como uma adequação das fábricas de bombas químicas, agora, para matar os vegetais e animais. Assim, o poder da Monsanto começou fabricando o Napalm e o agente laranja, usados largamento no Vietnã. E agora suas fábricas produzem o glifosfato, que mata ervas, pequenos animais, contamina as águas e vai parar no seu estômago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Esperamos que, na próxima legislatura, com parlamentares mais progressistas e com novo governo, nos estados e a nível federal, consigamos pressão social suficiente para proibir certos venenos, proibir o uso de aviação agrícola, proibir qualquer propaganda de veneno e responsabilizar as empresas por todas as consequências no meio ambiente e na saúde da população.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; João Pedro Stedile é membro da coordenação nacional do MST e da Via Campesina Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-6064090727312131484?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/6064090727312131484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/6064090727312131484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/11/todos-os-dias-o-povo-come-veneno-quem.html' title='Todos os dias o povo come veneno: quem são os responsáveis?'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2957008423744628373</id><published>2010-11-23T18:43:00.004-02:00</published><updated>2010-11-23T18:47:02.315-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Transgênicos: crescimento sem limites</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;01 de agosto de 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hoje, a soja dos brasileiros contém 50 vezes mais veneno do que em 1998. O aumento expressivo do uso de agrotóxicos é a indicação clara de que estes últimos e os transgênicos fazem parte de um mesmo modelo, onde a dominação do mercado de sementes e insumos está nas mãos de um pequeno grupo de grandes corporações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Andrea Lazzarini Salazar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução de espécies geneticamente modificadas no Brasil tem como traço marcante a chancela oficial. Começando no governo Fernando Henrique Cardoso, ganhou vigor durante a gestão Lula com a legalização da soja contrabandeada, atingindo seu ápice com a aprovação do milho transgênico da Bayer, da Monsanto e da Syngenta – medida tomada contra o entendimento técnico da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). No lugar de definir estruturas e procedimentos de biossegurança, o Estado vem agindo no sentido de autorizar liberações sem a adequada análise de riscos ambientais e à saúde, desconsiderando impactos socioeconômicos, recusando o debate com a sociedade e evitando a transparência de suas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da aprovação da primeira Lei de Biossegurança, em 1995, até junho de 2010, sob a vigência de nova Lei, foram autorizadas 21 plantas transgênicas: 11 variedades de milho, 4 de soja e 6 de algodão, sendo 80% da Monsanto, Syngenta e Bayer, e 90,4% foram aprovadas entre 2008 e 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica difícil compreender 19 liberações comerciais em tão curto espaço de tempo, quando mais e mais pesquisas revelam as mentiras que foram contadas para convencer agricultores e governos dos benefícios dos transgênicos. Mas parece que quanto mais evidências contumazes dos problemas associados ao uso de transgênicos surgem, mais trabalha o governo para garantir, a qualquer custo, as autorizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos fatos!&lt;br /&gt;Os transgênicos aumentam o uso de agrotóxicos, ao contrário do que alegavam as empresas de biotecnologia, e, por isso (e por outras razões também), são prejudiciais ao meio ambiente e à saúde. A soja transgênica (Roundup Ready) é resistente ao herbicida Roundup, também fabricado pela Monsanto e cuja base é o glifosato1. Depois que foi autorizada no Brasil, o crescimento das vendas de glifosato foi significativo, saltando de 60 mil para mais de 110 mil toneladas do ingrediente ativo, entre 2004 e 2007, segundo a Anvisa, enquanto, no mesmo período, a área plantada de soja diminuiu cerca de 8%, de acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O aumento do uso de glifosato também já está comprovado nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a soja dos brasileiros contém 50 vezes mais veneno (glifosato) do que em 1998. Naquele ano, às vésperas da pretendida liberação da soja transgênica no Brasil, só não ocorrida por decisão judicial, a Anvisa permitiu que a soja que comemos tivesse 10 vezes mais resíduo de glifosato, passando de 0,2 ppm (partes por milhão) para 2,0 ppm. Em 2004, após a autorização, virou “festa”: o órgão ampliou o limite para 10 ppm (ou seja, 50 vezes a “dose” inicial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, outros venenos mais tóxicos são cada vez mais necessários nas plantações de soja, na medida em que as ervas daninhas já não se curvam mais ao glifosato; são estes o 2,4-D (que dá origem às dioxinas, conhecido grupo de compostos carcinogênicos e ingrediente do agente laranja usado na Guerra do Vietnã), o paraquat (associado ao aumento dos riscos de desenvolvimento de mal de Parkinson) e a atrazina (proibida na Europa). A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) já está até mesmo analisando um pedido de liberação de soja transgênica, da empresa Dow, resistente ao 2,4-D.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um parêntese sobre o glifosato: em 2008, a mesma Anvisa, em atitude que merece aplausos, decidiu submeter diversos princípios ativos (agrotóxicos) a reavaliação, após extensa pesquisa que revelou inúmeros impactos à saúde e/ou proibição em diversos países. O glifosato faz parte desta relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o atual presidente da CTNBio, Edilson Paiva, doutor em biologia molecular e, à época, já membro da Comissão, fez uma defesa pública do princípio ativo, afirmando que “os humanos poderiam até beber [glifosato] e não morrer, porque não têm a via metabólica das plantas”.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercado concentrado&lt;br /&gt;O aumento expressivo do uso de agrotóxicos é a indicação clara de que estes últimos e os transgênicos fazem parte de um mesmo modelo, em que a dominação do mercado de sementes e insumos está nas mãos de um pequeno grupo de grandes corporações.&lt;br /&gt;A dependência dos agricultores já é sentida. Parte deles, que, inicialmente, apoiava de maneira incondicional o uso de transgênicos, não mais esconde suas críticas e, agora, questiona a cobrança de royalties indevidos3 e preços extorsivos de insumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os agricultores também têm enfrentado dificuldades para conseguir sementes convencionais, já que o mercado fica concentrado na mão de poucas empresas – Monsanto, Dupont, Syngenta e Bayer. Relatos dão conta que a oferta de grãos vem casada: para conseguir 15% de soja convencional é preciso também comprar 85% de transgênica. No caso do milho, hoje, em cada quatro novas sementes lançadas no mercado, três são transgênicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Abrange (Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados), esse cenário faz com o que o Brasil perca a vantagem comercial que tem diante de seus principais concorrentes no mercado da soja (EUA e Argentina): justamente oferecer grãos não geneticamente modificados. Reunindo mais de 30 associados, entre os quais grandes produtores, como a Amaggi, Brejeiro, Caramuru e Imcopa, a Abrange acredita que “o mercado de grãos não transgênicos seja uma realidade no Brasil e no exterior, pois vem gerando ganhos expressivos tanto para os agricultores quanto para o próprio país, e [portanto] deve ser preservado e cativado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberações às cegas&lt;br /&gt;Os fatos elencados acima sugerem que o governo deveria reavaliar sua posição, submetendo a análise e a debate o que representa este modelo de agricultura, ponderando perdas, benefícios e alternativas existentes. Mas, diametralmente oposto às suas posições históricas, Lula radicalizou na defesa dos OGMs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a liberação da soja da Monsanto por Medida Provisória (MP), duas vezes em 2003, quando assumiu a presidência, Lula ainda reduziu o quórum para facilitar as liberações comerciais: antes, a autorização para comercialização e consumo dependia do voto favorável de dois terços dos 27 membros da CTNBio; depois da MP 327, apenas 14 votos favoráveis passaram a ser suficientes. A partir de então, os apontamentos fundamentados de cientistas, relacionados à precariedade da análise de risco, são ignorados solenemente e as aprovações acontecem a despeito dos votos contrários (minoritários) dos ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, além dos outros especialistas e representantes da sociedade civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lógica que guia as decisões é a da biotecnologia, e não a da biossegurança. As plantas já autorizadas foram “avaliadas” com base no princípio da equivalência substancial, muito criticado no meio científico por restringir sobremaneira o escopo da avaliação. De acordo com este princípio, já apelidado de pseudocientífico, a soja transgênica Roundup Ready é equivalente à soja natural, e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise dos processos é precária. A Comissão vale-se tão somente dos estudos encaminhados (e muitas vezes produzidos) pelas próprias empresas, não publicados nem submetidos à peer review4. Dentre os transgênicos autorizados, vários contêm genes de resistência a antibiótico, cujo uso não é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e por outros conselhos científicos, a exemplo da Comissão Europeia, como o Conselho Internacional para a Ciência (Paris), a Royal Society (Londres), o Conselho Belga de Biossegurança (Bruxelas), a Academia Nacional de Ciências (Washington DC) e o Conselho de Bioética de Nuffield (Londres). Mas isso é irrelevante para a CTNBio. Ademais, as novas evidências que surgem  e são publicadas nunca são suficientes para sensibilizar o colegiado a reavaliar suas decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atuação opaca é outra marca do colegiado. Foi preciso a Justiça intervir para que as reuniões oficiais ocorressem a portas abertas e audiências públicas passassem a existir. E a sombra que recai sobre os processos (públicos!) para os quais a Comissão nega acesso5 vai deixar de existir, por mais uma determinação judicial dada em 26 de julho deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conflitos de interesse são outro assunto delicado. Os membros só assinaram um tipo de “declaração de conduta” depois de uma recomendação formal do Ministério Público Federal. A opinião manifestada publicamente por uma cientista, ex-integrante da Comissão, revela um pouco mais e melhor o que é a CTNBio. Segundo Lia Giraldo da Silva Augusto, “a CTNBio está constituída por pessoas com título de doutorado, a maioria especialistas em biotecnologia e interessados diretamente no seu desenvolvimento. Há poucos especialistas em biossegurança, capazes de avaliar riscos para a saúde e para o meio ambiente”. E prossegue: “O que vemos na prática cotidiana da CTNBio são votos préconcebidos e uma série de artimanhas obscurantistas no sentido de considerar as questões de biossegurança  como dificuldades ao avanço da biotecnologia. A razão colocada em jogo na CTNBio é a racionalidade do mercado, que está protegida  por uma racionalidade científica da certeza cartesiana, em que a fragmentação do conhecimento, dominado por diversos técnicos com título de doutor, impede a priorização da biossegurança e a perspectiva da tecnologia em favor da qualidade da vida, da saúde e do meio ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contaminação genética, que é notoriamente um dos aspectos mais debatidos nos meios acadêmicos, para a CTNBio nem sequer é uma questão de biossegurança. Lá prevalece o entendimento de que, se a planta foi por eles considerada segura, não há problema que ocorra a contaminação, que é meramente uma questão de mercado. Às favas a biodiversidade e a preservação de sementes crioulas, o direito de consumidores e agricultores a alimentos livres de transgênicos. Tanto é, que as primeiras liberações de milho vieram sem nenhuma medida para evitar a contaminação. Mas a Justiça acatou pedido das ONGs (ANPA, AS-PTA, Idec e Terra de Direitos) e suspendeu os efeitos das liberações até que fossem criadas regras de coexistência. À determinação, a CTNBio respondeu às pressas com uma regra pífia de “isolamento do milho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as novas sementes disponíveis para os agricultores, o estado do Paraná, maior produtor do cereal, colocou seus técnicos em campo para testar a eficácia da norma. O estudo inédito comprovou, por dois métodos diferentes, que a contaminação ocorre mesmo quando a regra de isolamento é cumprida – ou seja, ela não serve. CTNBio e Ministério da Agricultura responderam dizendo que o estudo não valia, entre outras razões, porque o então governador Roberto Requião é sabidamente contrário aos transgênicos(!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não satisfeitos, Walter Colli, Edilson Paiva e outros três integrantes da Comissão divulgaram texto, com logomarca do Ministério da Ciência e Tecnologia, afirmando que “seria uma temeridade para o país, no século XXI, e com a agricultura intensiva como base importante do PIB, que a diversidade de qualquer planta de grande interesse econômico estivesse na dependência de agricultores que não têm a mais vaga ideia de genética”; e que “o plantio de grãos no lugar de sementes pode ser antigo, como a coivara ou o hábito de defecar nos rios e coleções de águas, mas nenhum deles é adequado nem compatível com o convívio entre cidadãos de uma sociedade moderna”, referindo-se à produção e uso próprio de sementes crioulas pelos agricultores familiares. Lembremos que, para infelicidade de alguns, a atividade é de tamanha relevância que consta de dois acordos internacionais dos quais o Brasil é parte: o de Recursos Genéticos para a Alimentação e a Agricultura, da FAO, e a Convenção sobre Diversidade Biológica, da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merece lembrança ainda a coroação do ex-presidente da CTNBio, Walter Colli, médico que encerrou o seu mandato em 2009, propondo acabar com o monitoramento dos impactos dos transgênicos na saúde após sua introdução no mercado. Em sua opinião, o monitoramento é “lixo” e que “fez muito bem” a indústria alimentícia de não se submeter à regra e reclamar.6 A medida está prevista na lei, na Convenção de Diversidade Biológica e no Protocolo de Cartagena, e tem por objetivo acompanhar os impactos não avaliados e adotar as medidas necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colli deu lugar a Edilson Paiva, que, alheio às fortes críticas públicas geradas pela iniciativa, criou um grupo para, possivelmente, pôr fim ao monitoramento. Mais alheio que ele, só mesmo o Conselho de Ministros, que ainda em 2008 aprovara orientação para que fossem realizados “estudos de seguimento de médio e longo prazo dos eventuais efeitos no meio ambiente e na saúde humana, dos OGM e seus derivados”, mas silenciou diante da iniciativa lamentável da CTNBio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência do Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), composto por 11 ministros e presidido até há pouco tempo por Dilma Rousseff, revela astúcia. Deixa as liberações correrem soltas ao jogar para a CTNBio todas as atribuições (inclusive as que não lhe cabem) e o foco das atenções, esquivando-se do seu papel.&lt;br /&gt;E é esta a Comissão que decide o destino dos transgênicos no Brasil. É esta Comissão que agora tem em suas mãos a decisão sobre o arroz transgênico da Bayer – que não é plantado em nenhum país e cujo agrotóxico usado (glufosinato de amônio) está com os dias contados para ser banido na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação desprezada&lt;br /&gt;Uma última nota sobre a rotulagem de transgênicos. Para o Idec, que acompanha este assunto desde 1997 e tem como uma de suas prioridades a luta pelo direito à informação, o descumprimento da legislação que obriga a rotulagem de transgênicos por parte da indústria alimentícia, com a conivência do governo, é inaceitável – além de crime diante do Código de Defesa do Consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, o período de maior número de liberações e plantio de transgênicos no Brasil marca também o de iniciativas legislativas para impedir o consumidor de saber o que consome, não obstante as pesquisas de opinião pública apontarem que a esmagadora maioria dos cidadãos quer saber se o alimento é ou não transgênico.&lt;br /&gt;Em manifesto desprezo à vontade dos consumidores, os deputados Luiz Carlos Heinze (PP/RS), Cândido Vacarezza (PT/SP) e a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), por meio dos Projetos de Lei 4148/98 e 5575/09 e do Projeto de Decreto Legislativo 90/2007, respectivamente, puxam a frente “anti-informação”.  As propostas buscam restringir a rotulagem para os alimentos em que for detectável a presença de OGM, omitindo a informação dos óleos e muitos outros gêneros alimentícios; excluir o símbolo “T”, que hoje identifica tais produtos, e a informação dos alimentos de origem animal; além de permitir o uso de sementes transgênicas estéreis, do que ainda cuidou Vaccareza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário, não dá para acreditar no presidente da CTNBio, que diz que “não existe pressão econômica”.7 A introdução de transgênicos no Brasil, como no seu “berço”, os EUA, e em outros países, é mais uma demonstração do poder das grandes corporações. Aqui, os fatos, que incluem mudança de lei, edição de medidas provisórias e outras decisões oficiais, mostram que o poder não escolhe mesmo partido: de 1995, quando a Lei de Biossegurança foi aprovada no governo FHC, para 2010, no final do governo Lula, a cavalgada rumo à liberação geral de transgênicos só tem crescido. E não adianta achar que a culpa é só da CTNBio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Andrea Lazzarini Salazar é advogada e consultora jurídica do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor); acompanha o assunto desde 1998.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1  O glifosato é um herbicida não seletivo (mata qualquer tipo de planta) desenvolvido para matar ervas, principalmente perenes. É o ingrediente principal do Roundup, herbicida da Monsanto. Muitas plantas culturais geneticamente modificadas são simplesmente modificações genéticas para resistir ao glifosato. A Monsanto vende sementes dessas plantas com o marca RR (Roundup Ready).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2    Jornal Valor Econômico, 23/04/07.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;3  A forma de cobrança de royalties sobre a soja da Monsanto tem sido duramente criticada.  A cobrança não é feita apenas no momento da compra da semente. Este agricultor ainda deverá pagar 2% sobre o excedente da produção estimada, se ocorrer esta situação. Além desse agricultor que fez a opção pela soja transgênica, os que cultivarem soja convencional ou orgânica também estão sujeitos a pagar royalties e multa, se sua produção tiver sido contaminada. Ao entregar sua produção para venda, o agricultor deve informar se usou ou não soja transgênica. Se não tiver utilizado, mas o teste de detecção acusar a presença de soja transgênica, o agricultor fica obrigado a pagar uma multa, além dos 2% sobre o valor da produção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;4     Revisão por pares, em que a pesquisa é submetida a avaliadores independentes capacitados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;5     Posição oficial, de acordo com Parecer Conjur/MCT 054/2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;6     Folha de S.Paulo, 09/12/09.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;7     Cidades e Soluções, Globonews, 16/06/10. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2957008423744628373?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2957008423744628373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2957008423744628373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/11/transgenicos-crescimento-sem-limites.html' title='Transgênicos: crescimento sem limites'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7856313529398818715</id><published>2010-11-23T18:04:00.006-02:00</published><updated>2010-11-23T18:47:50.210-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Agrotóxicos: todo o cuidado é pouco</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;edição 01 de abril de 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os efeitos provocados na saúde por agrotóxicos podem ser agudos ou crônicos e dependem do tipo de produto e da exposição. No Brasil, ainda temos muito que progredir nos quesitos diagnóstico e registro de intoxicações. Em 2006, o IBGE identificou 25.008 estabelecimentos que admitiram a ocorrência de envenenamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Eduardo Garcia Garcia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicar inseticidas é hoje uma prática comum, para controle de insetos em culturas e criações. Mas, tais produtos podem também transformar-se num dos piores inimigos dos trabalhadores rurais, se não forem usados adequadamente. Por isso, é indispensável atender sempre ao que se recomenda em seus invólucros ou recipientes... Inseticidas clorados são razoavelmente seguros, quando aplicados na quantidade normalmente recomendada.”1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do título deste artigo e todo o parágrafo acima foram transcritos de uma matéria publicada no Brasil em 1962. Poucos meses depois, Rachel Carson publicou o clássico Primavera Silenciosa, no qual alertava para os efeitos nocivos dos inseticidas organoclorados. A repercussão do livro entre cientistas, governantes e o público em geral representou um marco na história da produção industrial e do desenvolvimento tecnológico ao mostrar a importância de se conhecer melhor os impactos provocados por substâncias químicas ao ambiente e à saúde e propiciar a constatação da necessidade de estabelecer e aprimorar regulamentações e sistemas de controle para a produção e uso de produtos químicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessas revelações, muito foi implementado nesse sentido. No Brasil, entre vários outros aspectos, os produtos organoclorados foram proibidos para uso agrícola em 1985 e a regulamentação que abrange o controle de agrotóxicos passou por reformulações importantes a partir de 1989. Houve avanços em diversos pontos, como na definição de critérios para a proibição e para o cancelamento de registros de agrotóxicos. Mas muitos problemas ainda podem ser constatados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preocupante é que para justificá-los ainda se recorre às premissas que circunscrevem a matéria anteriormente citada, publicada pela revista Dirigente Rural há quase 50 anos: os agrotóxicos são seguros desde que corretamente utilizados, e os trabalhadores que os aplicam são os responsáveis pelo uso seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira premissa - os agrotóxicos são seguros desde que corretamente utilizados - está fragilizada desde o alerta de Rachel Carson. Substâncias químicas não podem ser simplesmente classificadas como seguras ou inseguras. As exigências toxicológicas e ambientais para o registro e uso de agrotóxicos vêm se tornando progressivamente mais complexas e rigorosas, sempre buscando diminuir incertezas e melhorar o embasamento para a tomada de decisão. Mas, o próprio avanço científico, com base em novas evidências, pode mostrar posteriormente que determinadas conclusões, por insuficiência de informações ou limitações técnicas, por exemplo, eram inconsistentes. Por isso, especialmente no caso dos agrotóxicos, será somente a partir do uso que eventuais efeitos prejudiciais não-detectados ou não previstos pelos estudos se manifestarão, sobretudo nas populações mais expostas: os trabalhadores que os manipulam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos provocados na saúde por agrotóxicos podem ser agudos ou crônicos e dependem do tipo de produto e da exposição. Podem afetar os sistemas nervoso, gastrointestinal e circulatório; irritar os olhos ou a pele. Alguns podem ser carcinogênicos e outros podem afetar os sistemas imunológico e endócrino 2, 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um grande estudo conduzido nos Estados Unidos desde 1994 por pesquisadores de diversos institutos, trabalhadores rurais apresentam taxas maiores para alguns tipos de câncer, incluindo leucemia, mieloma, linfoma Não-Hodgkin e cânceres de lábio, estômago, pele, cérebro e próstata. Outros agravos à saúde também são relacionados com o trabalho agrícola, como asma, doenças neurológicas e manifestações reprodutivas adversas4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação aos efeitos agudos, em 1990 a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimava que ocorressem anualmente no mundo 3 milhões de intoxicações severas, incluindo 1 milhão de casos não intencionais, com 20 mil mortes, sendo 70% desses casos por exposição ocupacional. Também estimava que, embora os países em desenvolvimento consumissem apenas 25% do mercado mundial de agrotóxicos, 90% dos casos agudos e 99% dos óbitos por agrotóxicos ocorressem nesses países. Estimava ainda que os efeitos crônicos incluíssem 25 mil casos de sequelas neurocomportamentais, 37 mil casos de câncer e 700 mil casos de dermatoses, por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, a Organização Internacional do Trabalho – OIT e a OMS estimaram em 7 milhões os casos agudos e de longo termo e 70 mil os óbitos provocados por agrotóxicos anualmente no mundo, sobretudo nos países em desenvolvimento5, 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agência Ambiental dos Estados Unidos estima que 10 a 20 mil diagnósticos de intoxicações por agrotóxicos ocorram anualmente entre os 2 milhões de agricultores daquele país7. No Brasil ainda temos muito que progredir nos quesitos diagnóstico e registro de intoxicações por agrotóxicos, e essa não é uma tarefa simples. Mas uma fonte importante sobre intoxicações é o Sistema Nacional de Informações Toxicofarmacológicas - SINITOX, vinculado ao Ministério da Saúde, que, em 2006, registrou 6.346 casos de intoxicação por esses produtos8. Por outro lado, o IBGE9, por meio do Censo Agropecuário 2006, identificou 25.008 estabelecimentos que admitiram a ocorrência de intoxicação nesse mesmo ano. Um número provavelmente conservador, já que é possível imaginar que ocorrências podem ter sido omitidas por declarantes do Censo por não quererem relacionar problemas dessa natureza ao seu estabelecimento. Também não se sabe quantas intoxicações ocorreram em cada um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o Censo Agropecuário 2006, cerca de 16,5 milhões de pessoas trabalhavam nos 5,2 milhões de estabelecimentos agrícolas do país. Desses, cerca de 1,4 milhão de estabelecimentos utilizaram agrotóxicos naquele ano, expondo um contingente estimado de 4,6 milhões de pessoas que neles trabalhavam, mais da metade (54%) em unidades menores que 20 ha, chegando a 81% se considerados os que trabalhavam em estabelecimentos de até 100 ha. A OMS estima que, anualmente, 1% dos expostos aos agrotóxicos por atividades de trabalho poderiam se intoxicar10. Assim, poderia se inferir que, em 2006, podem ter ocorrido cerca de 46 mil intoxicações entre os que trabalhavam nos estabelecimentos que utilizaram agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pimentel, pesquisador da Universidade de Cornell, estima os custos sociais e ambientais do impacto do uso de agrotóxicos nos EUA em US$ 10 bilhões ao ano, compondo esse valor, entre outros, U$ 1,1 bilhão de gastos em saúde pública e US$ 2 bilhões devido à contaminação de fontes de água11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil tornou-se um dos maiores produtores agrícolas do planeta. E, também, o maior consumidor mundial de agrotóxicos, em termos de valor comercializado. O crescimento das vendas no país vem crescendo praticamente de forma contínua. De 2002 a 2008 as vendas de agrotóxicos aumentaram 3,6 vezes, chegando a US$ 7,1 bilhões e ultrapassando os EUA12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as condições de uso e de trabalho com esses produtos ainda deixam a desejar, como mostrou o Censo Agropecuário. Dos quase 1,4 milhão de estabelecimentos que utilizaram agrotóxicos em 2006, 56% não receberam orientação técnica e apenas 21% a receberam regularmente. Na maioria (70%) dos estabelecimentos utilizava-se o pulverizador costal, que oferece maior potencial de exposição aos trabalhadores: 84% das unidades de produção que relataram ocorrência de intoxicação faziam uso desses pulverizadores. Cerca de 21% dos estabelecimentos admitiram que não usavam equipamentos de proteção e apenas 30% dos que faziam uso de pulverizador costal relatou o uso de roupas protetoras. Apesar do trabalho crescente que está sendo feito no país para recolher e destinar embalagens usadas de agrotóxicos, cerca de 41% dos estabelecimentos ainda não davam destino adequado às embalagens naquele ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o uso crescente, generalizado e intensivo de agrotóxicos gera impactos prejudiciais à saúde pública e ao ambiente. O desequilíbrio ecológico ocasionado também acarreta problemas à própria agricultura, agravando o surgimento, a proliferação e a resistência de pragas e, consequentemente, aumentando o uso de agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enfoque simplista13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desse quadro, o chamado uso inadequado ou incorreto dos agrotóxicos é geralmente apontado como a causa dos problemas, argumentando-se que suas origens estão na não observação dos cuidados necessários para o manuseio e aplicação do produto por parte do trabalhador, no não uso dos equipamentos de proteção individual necessários para o trabalho com os agrotóxicos e no fato de ele não seguir as orientações e instruções transmitidas pelo seu empregador ou aquelas contidas nos rótulos e bulas dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim chegamos à segunda premissa da abordagem do artigo da revista Dirigente Rural de 50 anos atrás: os trabalhadores que aplicam os agrotóxicos são os responsáveis pelo seu uso seguro. Nesse raciocínio, a “educação” dos trabalhadores por meio de treinamentos é preconizada como solução para os problemas. Essa é a análise usual entre muitos profissionais e instituições que atuam na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, embora o uso inadequado possa ser visto como causa imediata dos problemas, na verdade ele é consequência de diversos outros fatores, como a forma de introdução dos agrotóxicos e o modelo de produção adotado, a instabilidade da política agrícola e agrária, a grande e fácil disponibilidade desses produtos químicos, inclusive os de maior toxicidade, o difícil acesso à informação técnica, as características ambientais, as condições sociais e econômicas e as condições e relações de trabalho no meio rural, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, intervir nessa realidade não pode centrar-se somente sobre o aspecto de “ensinar” ao usuário como lidar com o produto. Esse enfoque simplista e maniqueísta transfere ao usuário, seja ele o próprio produtor rural ou o trabalhador, praticamente toda a responsabilidade pela contaminação ambiental e dos alimentos e por sua própria intoxicação provocada pelos agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reduzir a complexa discussão que envolve o uso de agrotóxicos a um “problema de educação” ou se trata de uma visão estreita sobre o tema ou é uma forma de setores envolvidos com o assunto se eximirem das suas responsabilidades e evitarem outras ações necessárias para um enfrentamento mais eficaz do problema. Porém, outras medidas encontram resistências, determinam conflitos de interesses e implicam custos para implantá-las e mantê-las. Por exemplo: o aumento de exigências para o registro dos produtos estabelece conflitos entre as empresas registrantes e o Estado; a intensificação das atividades de fiscalização da fabricação, comercialização, qualidade e uso dos insumos, gera conflitos entre o Estado, os fabricantes, os comerciantes, as empresas rurais e os trabalhadores; o controle dos resíduos nos alimentos representa conflito entre o Estado, os produtores rurais, os comerciantes e os consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxações, restrição e banimento dos agrotóxicos de maior periculosidade têm sido discutidos e recomendados por agências internacionais e pelo Fórum Intergovernamental de Segurança Química (IFCS)14, mas a resistência dos fabricantes desses insumos e de setores da produção agrícola ainda é grande no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, nas últimas décadas têm prevalecido como discurso básico para o enfrentamento dos problemas relacionados com os agrotóxicos a divulgação e adoção dos “cuidados” necessários no seu uso. Mas apesar dos investimentos públicos e privados nessa direção, os problemas insistem em persistir. Ou a periculosidade e as condições de uso desses produtos não mudaram, ou essas ações não foram suficientes para modificá-las. Ou ambas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora se possa considerar que, de modo geral, os ‘cuidados’ recomendados estejam corretos, a capacidade dessas práticas controlarem a exposição dos trabalhadores é muito limitada, pois só podem trazer resultados efetivos se forem adotadas sob boas condições de organização, de segurança e de higiene do trabalho, que normalmente não estão presentes nos ambientes do trabalho rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda são empregadas substâncias muito tóxicas, algumas sintetizadas há muito tempo, e que, por seu largo espectro de ação e relativo baixo custo, acabam sendo bem aceitas pelos agricultores. Os sistemas de aplicação desses produtos nas lavouras pouco evoluíram: são pouco precisos, propiciando contaminação ambiental e exposição excessiva dos trabalhadores. O acesso aos agrotóxicos é mediado por uma receita agronômica que foi descaracterizada como instrumento de orientação, tornando-se basicamente um instrumento de venda15. A ausência de controle do uso desses produtos ainda persiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, essa é outra limitação do raciocínio simplista: entende “uso”, basicamente, como a aplicação e a manipulação direta do produto e não como as condições de uso determinadas pelo ambiente e condições de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenos produtores, por exemplo, por sua condição socioeconômica e modo de produção familiar, muitas vezes enfrentam situações que inviabilizam as recomendações de uso mais comuns, como não pulverizar nos horários mais quentes do dia, não permitir a presença de “estranhos” durante o trabalho de pulverização, especialmente crianças, e não aplicar agrotóxico próximo a moradias e cursos d’água. Devido ao tamanho de sua área de produção e contando apenas com a ajuda de seus familiares, inclusive crianças, pressionado pelas condições sanitárias de sua cultura e não podendo arriscar seu investimento, muitas vezes o agricultor é obrigado a aplicar o agrotóxico no menor prazo possível, inclusive os horários mais quentes, expondo demasiadamente a si e aos seus familiares, e também as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bastante comum que as plantações cheguem muito próximas de moradias e cursos d’água, até mesmo fontes de água para abastecimento, além de margearem os caminhos utilizados pelos moradores locais. Os agricultores não deixam de pulverizar essas áreas, sob pena de perder boa parte da sua pequena produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação é ferramenta imprescindível para a ação. Por isso, não há dúvida quanto à essa necessidade. Contudo, a simples transmissão de regras aos usuários não garante sua aplicação. A adoção das recomendações transmitidas depende, além da existência de condições para sua aplicação, da sua compreensão e aceitação pelos próprios trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das substâncias químicas, os riscos sequer são óbvios como em atividades que implicam perigos evidentes de lesões por acidentes. Além disso, a tentativa de combater pragas nas plantações com a aplicação de agrotóxicos determina um paradoxo para a segurança ambiental e do trabalho: é provavelmente a única atividade na qual a contaminação do ambiente de trabalho é intencional e, mais do que isso, é o propósito da atividade conduzida pelo trabalhador que se quer se proteger. Provavelmente, não há nenhuma outra atividade produtiva em que isso ocorra. Normalmente, as contaminações de ambientes de trabalho são indesejáveis e devem ser evitadas e controladas, mas como proceder quando a contaminação é a finalidade da atividade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, como diz o título deste artigo “todo cuidado é pouco”. Mas não no senso comum normalmente empregado a esta expressão, o de que o trabalhador deve ter o máximo de cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, a expressão deve transmitir que, mesmo que um trabalhador procurasse adotar todos os ‘cuidados’ recomendados para o manuseio e a aplicação de agrotóxicos, eles seriam insuficientes para garantir a sua segurança e prevenir impactos ao ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, é fundamental discutir e implantar medidas que extrapolem o âmbito do usuário, privilegiando, sobretudo, o controle da disponibilidade e acesso às substâncias de maior periculosidade. Indo mais além, é essencial ampliar a discussão não só no sentido do gerenciamento dos riscos no uso de agrotóxicos, mas também no que diz respeito à adoção de sistemas de produção agrícola que propiciem menor necessidade desses produtos e até a eliminação do seu uso, o que representaria, de fato, o controle total desse risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eduardo Garcia Garcia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;é engenheiro agrônomo e doutor em Saúde Pública pela USP, engenheiro de segurança do trabalho, pesquisador da Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1            Todo cuidado é pouco. O Dirigente Rural, julho de 1962, p. 55.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2             Environmental Protection Agency (EPA). Pesticides: Health and Safety. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;http: style="font-style: italic;" gov="" pesticides="" health="" useinfo=""&gt;. Acesso em 13 de março de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3             Pesticide Action Network (PAN). A Position on Synthetic Pesticide Elimination – PAN, Jun. 2007. Disponível em: &lt;http: org="" panint="" files="" pdf=""&gt;. Acesso em: 13 de março de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4             Agricultural Health Study. Study Background. Disponível em: &lt;http: gov="" html=""&gt;. Acesso em: 13 de março de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5             World Health Organization (WHO). Public health impact of pesticides used in agriculture. WHO: Geneva, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6             International Labour Organization (ILO); World Health Organization (WHO). Joint Press Release ILO/WHO. Number of work related accidents and illnesses continues to increase. Disponível em: &lt;http: org="" global="" about_the_ilo="" media_and_public_information="" press_releases="" en="" wcms_005161="" htm=""&gt;. Acesso em: 28 de abril de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7             National Institute For Occupational Safety And Health (NIOSH). Pesticide Illness &amp;amp; Injury Surveillance. Disponível em: http://www.cdc.gov/niosh/topics/pesticides. Acesso em: 19 de março 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8             Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX). Registro de intoxicações. Dados Nacionais. Brasil 2006. Disponível em: &lt;http: br="" sinitox=""&gt;. Acesso em: 19 de março de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9             Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo Agropecuário 2006. Disponível em: &lt;http: br="" home="" estatistica="" economia="" agropecuaria="" censoagro="" shtm=""&gt;. Acesso em: 19 de março de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10            Pimentel, David. Environmental and economic costs of the application of pesticides primarily in the United States. Environment, Development and Sustainability, 7: 229–252, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11            Brasil supera EUA no uso de agroquímicos. Gazeta Mercantil, São Paulo, 20 jan. 2009. Finanças &amp;amp; Mercados, p. 9. In: Sindag News, 20 de janeiro de 2009. Disponível em: &lt;http: br="" news_id="1399"&gt;. Acesso em: 21 de janeiro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12            Este conteúdo tem como base trechos revistos do livro: Garcia, Eduardo Garcia. Segurança e saúde no trabalho rural: a questão dos agrotóxicos. São Paulo: Fundacentro, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13            International Forum on Chemical Safety (IFCS). Forum IV recommendations and agreed action items on acutely toxic pesticides. Disponível em: &lt;http: int="" ifcs="" champions="" pdf=""&gt;. Acesso em 19 de março de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14            Alves Filho, José Prado. Uso de Agrotóxicos no Brasil: controle social e interesses corporativos. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2002.&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7856313529398818715?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7856313529398818715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7856313529398818715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/11/agrotoxicos-todo-o-cuidado-e-pouco.html' title='Agrotóxicos: todo o cuidado é pouco'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7488691243495808702</id><published>2010-11-23T15:22:00.003-02:00</published><updated>2010-11-23T15:27:09.376-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas de leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuais e publicações'/><title type='text'>Le Monde Diplomatique Brasil</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Monde Diplomatique Brasil uma publicação mensal que trata com  profundidade as relações internacionais, a economia, a política, a  cultura e o meio ambiente em nosso país e no mundo.&lt;br /&gt;Clique no logo para ir ao site (lá você pode fazer download das edições anteriores em pdf).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://diplomatique.uol.com.br/index.php"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TLKbac9OleI/AAAAAAAAAWQ/8GP17c79Prs/s400/fotoss%C3%ADntese+%232.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526650571488925154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://olhardelambe-lambe.blogspot.com/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Foto by &lt;a href="http://olhardelambe-lambe.blogspot.com/"&gt;Mercedes Lorenzo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8104673237330431774?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8104673237330431774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8104673237330431774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/10/fotossintese-missao.html' title='Fotossíntese, a missão'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TLKbac9OleI/AAAAAAAAAWQ/8GP17c79Prs/s72-c/fotoss%C3%ADntese+%232.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8297163986273702657</id><published>2010-09-15T02:21:00.006-03:00</published><updated>2010-09-15T02:33:07.455-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culinária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><title type='text'>Embalagem de mantimentos com reciclagem de PET</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é simples e fácil de entender com as fotos abaixo.&lt;br /&gt;Seus saquinhos de mantimentos já abertos ficam a salvo de formigas e carunchos, reaproveitando o gargalo das garrafas plásticas (PETs) para vedá-los.&lt;br /&gt;A parte da rosca fica por dentro do saquinho, e a tampa fecha por cima da borda do mesmo, que é virada para fora.&lt;br /&gt;Para outras idéias aproveitando o restante da garrafa PET, clique &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/porta-tudo-em-croche-de-sacolas.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TJBY6klNz0I/AAAAAAAAAWI/7H4ADQlaHbs/s1600/embalagem+de+saquinhos+de+mantimentos+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TJBY6klNz0I/AAAAAAAAAWI/7H4ADQlaHbs/s400/embalagem+de+saquinhos+de+mantimentos+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517007306804285250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TJBY1F0l-oI/AAAAAAAAAWA/LJo6qMA0l0g/s1600/embalagem+de+saquinhos+de+mantimentos+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TJBY1F0l-oI/AAAAAAAAAWA/LJo6qMA0l0g/s400/embalagem+de+saquinhos+de+mantimentos+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517007212647938690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8297163986273702657?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8297163986273702657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8297163986273702657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/09/embalagem-de-mantimentos-com-reciclagem.html' title='Embalagem de mantimentos com reciclagem de PET'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TJBY6klNz0I/AAAAAAAAAWI/7H4ADQlaHbs/s72-c/embalagem+de+saquinhos+de+mantimentos+1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-1354944556350934959</id><published>2010-08-27T00:53:00.003-03:00</published><updated>2010-09-15T02:33:16.450-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Respire</title><content type='html'>&lt;object height="240" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IEexx5BR5eY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IEexx5BR5eY?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="240" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-1354944556350934959?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1354944556350934959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1354944556350934959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/08/respire.html' title='Respire'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4078661582520499928</id><published>2010-08-16T15:34:00.005-03:00</published><updated>2010-08-16T15:37:00.324-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><title type='text'>cartoons premiados</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TGmE2dwCHSI/AAAAAAAAAVw/AFI1pyVSO28/s1600/cartoon+classics+29.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 357px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TGmE2dwCHSI/AAAAAAAAAVw/AFI1pyVSO28/s400/cartoon+classics+29.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506078090671037730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;*clique na imagem para ampliar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*como recebi por e-mail, quem souber o autor do cartoon peço que entre em contato para que eu possa postar com os devidos créditos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4078661582520499928?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4078661582520499928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4078661582520499928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/08/cartoons-premiados.html' title='cartoons premiados'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TGmE2dwCHSI/AAAAAAAAAVw/AFI1pyVSO28/s72-c/cartoon+classics+29.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8211130823459548045</id><published>2010-08-12T23:53:00.002-03:00</published><updated>2010-08-12T23:55:13.740-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Ficar exposto às plantas reduz o hormônio do stress</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Exposição a plantas pode aliviar o  estresse, aumentar imunidade e proporcionar a saúde integral: químico  produzido pelas plantas é benéfico aos seres humanos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Por Anahad O’Connor, do jornal New York Times, 5/7/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passar  mais tempo junto à natureza pode ter alguns efeitos surpreendentes à  saúde. Numa série de estudos, cientistas descobriram que, quando as  pessoas trocam suas “prisões” de concreto por algumas horas em ambientes  naturais – florestas, parques e outros locais com muitas árvores –,  elas apresentam um aumento na função imunológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redução do stress é um fator. Mas os cientistas também associam isso a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;phytoncides&lt;/span&gt;,  químicos transportados pelo ar emitidos pelas plantas para protegê-las  do apodrecimento, de insetos, e de micróbios, e que aparentemente também  beneficiam os humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo publicado em janeiro incluiu  dados sobre 280 pessoas saudáveis no Japão, onde a visita a parques  naturais para efeitos terapêuticos se tornou uma prática popular chamada  de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Shinrin-yoku”&lt;/span&gt;, ou “banho  de floresta”. No primeiro dia, algumas pessoas foram instruídas a  caminhar por uma floresta ou área arborizada por algumas horas, enquanto  outras caminharam pela cidade. No segundo dia, inverteram as  atividades. Os cientistas descobriram que estar entre plantas produziu  “menores concentrações de cortisol, menor frequência cardíaca e pressão  arterial”, entre outros aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários outros estudos mostraram  que visitar parques e florestas parece aumentar os níveis de células  brancas, os leucócitos. Num estudo de 2007, homens que fizeram  caminhadas de duas horas numa floresta por dois dias tiveram um aumento  de 50% nos níveis de linfócitos. Outro estudo descobriu um aumento nos  leucócitos, que durou uma semana, em mulheres expostas a phytoncides do  ar da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com estudos, a exposição às plantas e árvores parece beneficiar a saúde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8211130823459548045?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8211130823459548045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8211130823459548045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/08/fica-exposto-as-plantas-reduz-o.html' title='Ficar exposto às plantas reduz o hormônio do stress'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7497893570926428368</id><published>2010-08-11T16:20:00.004-03:00</published><updated>2010-08-11T16:32:33.134-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><title type='text'>bom uso (ou: porque não jogar os novos também?)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TGL4QsJAMkI/AAAAAAAAAVo/KnqgUTLyRmg/s1600/barreira+de+corais.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TGL4QsJAMkI/AAAAAAAAAVo/KnqgUTLyRmg/s400/barreira+de+corais.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504234660210684482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*clique na imagem para ampliar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7497893570926428368?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7497893570926428368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7497893570926428368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/08/bom-uso.html' title='bom uso (ou: porque não jogar os novos também?)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TGL4QsJAMkI/AAAAAAAAAVo/KnqgUTLyRmg/s72-c/barreira+de+corais.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5421816523171851684</id><published>2010-08-10T16:22:00.021-03:00</published><updated>2010-08-10T18:41:13.758-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='permacultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><title type='text'>Por uma África mais verde - Agrofloresteria</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;APOSTANDO NA AGROFLORESTERIA, TÉCNICA QUE INTEGRA O CRESCIMENTO NATURAL DE ÁRVORES AO SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA, AGRICULTORES AFRICANOS ESTÃO GARANTINDO ÁGUA E COLHEITA PARA SUAS FAMÍLIAS. EM BURKINA FASO, NÍGER E MALI, ÁREAS SEMIDESÉRTICAS SE TORNARAM TERRAS MAIS PRODUTIVAS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;(fonte: Le Monde Diplomatique Brasil, ano 4/número 37)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;por Mark Hertsgaard&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sol se põe após mais um dia de calor escaldante em Burkina Faso, na África Ocidental. Mas aqui, na propriedade de Yacouba Sawadogo, o ar é nitidamente mais fresco. Com uma machadinha nos ombros, esse agricultor de barba grisalha percorre seus bosques e campos com a desenvoltura de um homem muito mais jovem. Sawadogo, que não sabe ler nem escrever, é pioneiro em matéria de agrofloresteria, uma abordagem fundada na integração das árvores ao sistema de produção agrícola. Essa técnica, que tem transformado o Sahel ocidental nos últimos anos, é um dos exemplos mais promissores da maneira como populações pobres podem enfrentar as mudanças climáticas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De túnica de algodão marrom e boné branco, Sawadogo senta-se perto das acácias e juazeiros que sombreiam um galinheiro abrigando duas dúzias de galinhas d'angola. A maior parte de sua propriedade de 20 hectares -  grande para os padrões locais - pertence a sua família há gerações. Esta foi embora após a terrível seca de 1972-1984, quando uma baixa de 20% na média das precipitações anuais aniquilou a produção de alimentos no Sahel e transformou vastas extensões de savana em deserto, provocando centenas de milhares de mortes por conta da fome.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sawadogo conta que mudou seu modo de pensar e aperfeiçoou uma técnica utilizada há séculos pelos camponeses locais: a de cavar &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;zaï&lt;/span&gt; (covas), buracos pouco profundos que direcionavam as raras chuvas para as raízes das plantas. Mas sua maior inovação foi acrescentar a elas adubo orgânico durante a estação seca, uma técnica que seus pares consideraram desperdício. Concentrando água e a fertilidade nas covas, ele aumentou o rendimento de suas culturas. Mas o agricultor não tinha previsto o resultado mais importante de sua iniciativa: brotos de árvores, provenientes de grãos contidos no adubo orgânico, apareceram no meio de suas fileiras de milho e sorgo. Após muitas estações crescendo, ele percebeu que as árvores contribuíam para aumentar o rendimento das culturas, fertilizando o solo: "Desde que comecei a aplicar essa técnica, minha família está a salvo da insegurança alimentar, tanto nos bons como nos maus anos".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A agrofloresteria implementada por Sawadogo já ganhou vastos setores de Brukina Faso, Níger e Mali, transformando centenas de milhares de hectares semidesérticos em terras mais produtivas. "É sem dúvida a reviravolta ecológica positiva de maior amplitude no Sahel, e talvez no conjunto da África", avalia Chris Reij, um geógrafo holandês que trabalhou por 30 anos na região.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse método tem o nome de regeneração natural assistida (RNA). Estudos científicos confirmaram as vantagens da introdução de árvores nas culturas: elas protegem do vento os jovens brotos e contribuem para manter a umidade do solo, enquanto sua sombra diminui o calor. As folhas caídas servem de cobertura orgânica do solo, aumentando sua fertilidade e fornecendo forragem para os animais. Em caso de fome, as pessoas podem até se alimentar de suas folhas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;zaï&lt;/span&gt; e outras técnicas de coleta das águas de escoamento também contribuíram para reabastecer os lençóis subterrâneos. "Nos anos 1980, o nível dos lençóis freáticos caía cerca de um metro por ano. Desde que a RNA e as técnicas de coleta das águas foram implantadas, e a despeito do crescimento demográfico, o nível aumentou cinco metros". Em algumas zonas, foram medidos até 17 metros de aumento. E estudos observam efeitos de reabastecimento similares no Níger.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o passar do tempo, Sawadogo foi tomado de verdadeira paixão pelas árvores. Sua propriedade agora mais parece uma floresta que um campo de cultivo. "No princípio, eu misturava as árvores e as culturas, mas acabei preferindo as árvores, pois elas oferecem outras vantagens". Seus galhos podem ser cortados e vendidos todo ano, sem contar que os efeitos benéficos para o solo facilitam o crescimento de novas árvores: "Quanto mais árvores você tem, maiores são seus rendimentos". Aumentando seu parque florestal, Sawadogo pôde vender madeira para lenha, serviços e construção. As árvores também entram na farmacopéia tradicional, o que é vantagem em uma região na qual os cuidados médicos modernos são raros e onerosos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estes camponeses, é bom esclarecer, não plantam árvores, como a ganhadora do prêmio Nobel e militante Wangari Mathai e seu movimento Cinturão Verde incitaram a população a fazer no Quênia: seria um negócio muito oneroso e arriscado. Eles apenas gerem e protegem as árvores que crescem espontaneamente. Estudos sobre o Sahel ocidental revelam que 80% das árvores plantadas morrem ao fim de um ano ou dois. Por contraste, as que crescem naturalmente são espécies endêmicas, portanto mais resistentes. E, claro, não custam nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Mali, árvores também crescem por toda parte no meio das culturas. Na paupérrima aldeia de Sokoura, onde não há água nem eletricidade e muitas crianças têm o ventre distendido por conta da má nutrição, a vida melhorou graças às árvores. Oumar Guindo possui seis hectares nos quais cultiva milho e sorgo. Há dez anos, ele começou a receber consultoria da Sahel Eco, uma organização anglo-malinesa que promove a agrofloresteria. Hoje sua terra é salpicada de árvores e as fontes de água aumentaram. De volta à aldeia, ele mostra os celeiros guardando substanciais provisões de cereais: a segurança alimentar está garantida até a próxima colheita, e mesmo depois dela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;BONS RESULTADOS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O esquema é idêntico no conjunto do Sahel ocidental: a RNA propagou-se de aldeia em aldeia, à medida que as pessoas viam o resultado com seus próprios olhos. Graças à agrofloresteria, já é possível diferenciar, em fotos de satélite analisadas pelo Instituto Norte Americano de pesquisa Geológica (US Geological Survey), a fronteira entre o Níger e a Nigéria. Do lado do Níger, observamos uma abundante cobertura de bosques; do lado da Nigéria, onde os vastos projetos de reflorestamento têm fracassado de maneira espetacular, o solo é quase nu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando viram as imagens em 2008, os próprios promotores da RNA, como Reij e Rinaudo, levaram um choque: eles não imaginavam que tantos camponeses tinham adotado a prática. Reunindo os fatos evidenciados pelas imagens de satélite e o resultado das pesquisas de campo, Reij estima que apenas no Níger os agricultores tenham permitido o crescimento de 200 milhões de árvores e reabilitado 3.125 km² de terras degradadas. Os dados mais recentes indicam que as regiões que praticam a agrofloresteria ao Sul do país são as que melhor resistem à seca atual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A RNA, que é um saber gratuito, não implica qualquer dependência de uma ajuda externa. Reij diz que ela é muito diferente do modelo de desenvolvimento das Aldeias do Milênio - promovidas por Jeffrey Sachs, o influentíssimo diretor do Instituto da Terra da Columbia University, projeto que dá às aldeias um pacote de serviços integrados necessários ao desenvolvimento: sementes e insumos modernos, poços para uma água limpa, clínicas, etc. "Essa é uma visão sedutora para a solução da fome na África", diz Reij. "O problema é que não funciona. O projeto das Aldeias do Milênio requer um grande investimento, além de ajuda externa durante muitos anos, o que não pode representar uma solução durável. É difícil crer que o mundo irá fornecer os bilhões de dólares necessários para criar dezenas de Aldeias do Milênio na África". Efetivamente, a ajuda estrangeira secou após a crise financeira de 2008.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os atores externos têm, no entanto, um papel importante: eles podem financiar, a um custo muito baixo, o compartilhamento da informação que originalmente permitiu a propagação da RNA no Sahel ocidental com tanta eficácia. Embora os camponeses tenham sido os primeiros a se comprometer em mostrar os benefícios da técnica a seus pares, eles receberam também uma ajuda essencial por parte de militantes e ONGs, como Rinaudo, Reij e a Sahel Eco, que têm esperanças de difundir a RNA em outros países africanos. Mas medidas para tentar conter o aquecimento climático no Sahel ainda são indispensáveis. Qualquer forma de adaptação tem seus limites: se não reduzirmos a quantidade de gás de efeito estufa emitida na atmosfera, o aumento das temperaturas acabará por vencer as soluções mais engenhosas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;* Mark Hertsgaard é jornalista do The Nation, New York.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5421816523171851684?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5421816523171851684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5421816523171851684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/08/por-uma-africa-mais-verde.html' title='Por uma África mais verde - Agrofloresteria'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3277007537333664433</id><published>2010-07-23T14:46:00.007-03:00</published><updated>2010-07-23T15:02:45.149-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><title type='text'>Evitando colisões de aves em vidraças</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnXb4OuXKI/AAAAAAAAAVQ/5MmArqM51ho/s1600/passaroscaidos2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnXb4OuXKI/AAAAAAAAAVQ/5MmArqM51ho/s400/passaroscaidos2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497161694132984994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se sua casa ou edifício tem grandes vidraças, espelhadas ou não, onde os passarinhos costumam colidir, coloque nelas siluetas de falcões, que servem para espantá-las evitando a morte das pequenas aves.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abaixo seguem duas imagens, para livre download, dessas siluetas (basta clicar para ampliar):&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnX4u9k0GI/AAAAAAAAAVg/Lg6ifXf-dD4/s1600/falcao2.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 137px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnX4u9k0GI/AAAAAAAAAVg/Lg6ifXf-dD4/s200/falcao2.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497162189861343330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnXx1EDSiI/AAAAAAAAAVY/T3KwxwWzZJo/s1600/falcao1.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 179px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnXx1EDSiI/AAAAAAAAAVY/T3KwxwWzZJo/s200/falcao1.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497162071240034850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Veja também a matéria com o adesivo invisível criado pelo estudante Charlie Sobcov: &lt;a href="http://blog.brasilacademico.com/2009/01/inveno-de-garoto-canadense-pode-salvar.html"&gt;http://blog.brasilacademico.com/2009/01/inveno-de-garoto-canadense-pode-salvar.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E outros links de referência em: &lt;a href="http://www.ceo.org.br/jardim/evitarco.htm"&gt;http://www.ceo.org.br/jardim/evitarco.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3277007537333664433?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3277007537333664433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3277007537333664433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/07/evitando-colisoes-de-aves-em-vidracas.html' title='Evitando colisões de aves em vidraças'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEnXb4OuXKI/AAAAAAAAAVQ/5MmArqM51ho/s72-c/passaroscaidos2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-1901386986160175532</id><published>2010-07-20T17:15:00.003-03:00</published><updated>2010-07-20T17:18:28.312-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><title type='text'>Procura-se um dono de RAÇA!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#660000;"&gt;CAMPANHA PELA POSSE CONSCIENTE DE ANIMAIS:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;clique nas imagens para ampliar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEYENXE_EgI/AAAAAAAAAVI/wZezVd3w2NM/s1600/dono+vira-lata+1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEYENXE_EgI/AAAAAAAAAVI/wZezVd3w2NM/s400/dono+vira-lata+1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496085022832005634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEYEFjumFzI/AAAAAAAAAVA/i8HB2hycJFs/s1600/dono+vira-lata+2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 343px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEYEFjumFzI/AAAAAAAAAVA/i8HB2hycJFs/s400/dono+vira-lata+2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496084888788801330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-1901386986160175532?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1901386986160175532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1901386986160175532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/07/procura-se-um-dono-de-raca.html' title='Procura-se um dono de RAÇA!'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/TEYENXE_EgI/AAAAAAAAAVI/wZezVd3w2NM/s72-c/dono+vira-lata+1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5281491314956892085</id><published>2010-04-05T01:42:00.003-03:00</published><updated>2010-04-05T01:56:07.172-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas de leitura'/><title type='text'>O rio</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;por Eduardo Galeano,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bocas do Tempo&lt;/span&gt;, Ed. L&amp;amp;PM, 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três séculos o rio fugiu dos franceses. Depois, os ingleses também não conseguiram prendê-lo. Ele nunca estava onde os mapas diziam que estava. Algum colono desenhava seu curso algum dia, e na noite daquele dia o rio escapava e se punha a correr por outros rumos.&lt;br /&gt;Em 1830 foi caçado. A cidade de Chicago cresceu cravada nas suas margens, para que ele nunca mais fugisse. E no final do século dezenove, a cidade completou a civilização do selvagem obrigando-o a fluir ao contrário, e trancando-o entre altos muros de cimento.&lt;br /&gt;Certa manhã da primavera de 1992, quando o rio já levava muito tempo portando-se bem, a cidade amanheceu com os pés molhados. Foi um jeito feio de acordar. O metrô transpirava, transpiravam os porões. O rio domado tinha se desatado, e não havia meios de pará-lo: brotava pelos poros das paredes, em gotas primeiro e aos jorros depois, até que avançou contra a cidade e inundou suas ruas.&lt;br /&gt;Após alguns dias de combate, o rebelde foi vencido.&lt;br /&gt;Desde então, a cidade dorme com um olho aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5281491314956892085?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5281491314956892085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5281491314956892085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/04/o-rio.html' title='O rio'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8831837189968039965</id><published>2010-03-28T19:30:00.008-03:00</published><updated>2010-03-28T19:46:09.828-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='energias renováveis'/><title type='text'>Energia limpa gerada pelo movimento dos elevadores</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/S6_Z1zrQ6-I/AAAAAAAAAU4/e8qRbyDNfBM/s1600/elevadores.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 195px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/S6_Z1zrQ6-I/AAAAAAAAAU4/e8qRbyDNfBM/s400/elevadores.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453817192196926434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Através do contato do inventor e empresário na área de tecnologia, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://michelsinger.blogspot.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Michel Singer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;, tomei conhecimento desse inusitado e promissor aproveitamento do movimento de contrapeso dos elevadores de edifícios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;i&gt;Conhecido como Usina de Energia Vertical, o sistema pode diminuir o consumo elétrico em cerca de 50%. O projeto está em busca de investidores.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;i&gt;"O objetivo do sistema é ser mais uma fonte renovável de energia limpa, reduzindo significativamente a emissão de gases poluentes e melhorando o meio ambiente", afirma o engenheiro Michel Singer, autor do sistema e sócio da Zettawatt.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Veja todos os detalhes e esquema desenhado no site da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/empresa-desenvolve-projeto-para-geracao-de-energia-a-partir-do-167794-1.asp"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;PINI Web&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; font-family:georgia;font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; font-family:georgia;font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:georgia;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 18px; font-size:medium;"&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8831837189968039965?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8831837189968039965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8831837189968039965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/03/energia-limpa-atraves-do-movimento-dos.html' title='Energia limpa gerada pelo movimento dos elevadores'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/S6_Z1zrQ6-I/AAAAAAAAAU4/e8qRbyDNfBM/s72-c/elevadores.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4051276431594336128</id><published>2010-03-26T00:40:00.003-03:00</published><updated>2010-03-26T00:43:54.655-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água e esgoto'/><title type='text'>reciclagem</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;por Tonho Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;in &lt;a href="http://6vqcoisa.blogspot.com/"&gt;6vêQcoisa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/S6wtNYqkgTI/AAAAAAAAAUw/t-K_fqIQ8WY/s1600/reciclagem+-+Tonho+Oliveira.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/S6wtNYqkgTI/AAAAAAAAAUw/t-K_fqIQ8WY/s400/reciclagem+-+Tonho+Oliveira.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452782956821381426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4051276431594336128?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4051276431594336128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4051276431594336128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/03/reciclagem.html' title='reciclagem'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/S6wtNYqkgTI/AAAAAAAAAUw/t-K_fqIQ8WY/s72-c/reciclagem+-+Tonho+Oliveira.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2959594261643483799</id><published>2010-03-01T13:31:00.001-03:00</published><updated>2010-03-01T13:33:48.910-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><title type='text'>Casa de plástico reciclado</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma empresa do País de Gales, na Grã-Bretanha, construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclado. A companhia Affresol desenvolveu uma tecnologia que transforma plástico e minerais em um material batizado de Thermo Poly Rock, que poderia revolucionar a indústria de construção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja detalhes e o vídeo no &lt;b&gt;&lt;a href="http://casaeimoveis.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2010/02/24/empresa-galesa-faz-casa-com-18-toneladas-de-plastico-reciclado.jhtm"&gt;link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: UOL Notícias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2959594261643483799?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2959594261643483799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2959594261643483799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/03/casa-de-plastico-reciclado.html' title='Casa de plástico reciclado'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3375566551326623611</id><published>2010-03-01T00:28:00.002-03:00</published><updated>2010-03-01T00:31:08.571-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manufaturas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artesanato'/><title type='text'>Arte e mobília com materiais reciclados</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por José Carlos Matos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Link no YouTube: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sqFWRQOx4Gw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sqFWRQOx4Gw&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sqFWRQOx4Gw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sqFWRQOx4Gw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3375566551326623611?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3375566551326623611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3375566551326623611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2010/03/arte-e-mobilia-com-materiais-reciclados.html' title='Arte e mobília com materiais reciclados'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3439214875563283546</id><published>2009-12-19T21:44:00.029-02:00</published><updated>2009-12-19T22:28:29.645-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bioconstrução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manufaturas'/><title type='text'>Casas construídas com reutilização de garrafas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao receber as fotos do amigo &lt;b&gt;Sergio Gouveia&lt;/b&gt; por e-mail, gostei tanto que iria postar aqui de qualquer forma, mesmo que não tivesse encontrado o site de origem da &lt;a href="http://www.eco-tecnologia.com/portal/index.php"&gt;&lt;b&gt;Eco-Tec&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; : que é onde vocês podem acompanhar com mais detalhes as soluções incríveis que reutilizam tanto garrafas de vidro quanto de plástico (PET) na construção dessas lindas casas (eu queria morar em uma delas!!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui vão apenas algumas das fotos que ele me mandou, pra não ficar um post absurdamente longo (clique nas imagens para ampliar). Mas não deixe de visitar o site para ver o resto e, quem sabe, se inspirar na construção de sua próxima moradia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O conforto térmico e acústico deve ser tudo de bom, e esteticamente não ficam nada a dever às casas ditas convencionais. Os jardinzinhos são um capítulo à parte, muito bonitos e bem projetados. Observem também o aproveitamento de "cacos" de azulejos para o piso, outro ponto alto da reutilização de materiais. Talvez os telhados pudessem ter também aproveitado um material mais amigável termicamente ou mesmo fazer os famosos "telhados verdes"... mas tudo está aí pra ser aperfeiçoado, não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se pensarmos que 1 bilhão de pessoas hoje no planeta vivem em condições inadequadas, que 100 milhões não tem ao menos um teto, e que 80% dos 160 bilhões de vasilhames plásticos produzidos &lt;b&gt;por ano&lt;/b&gt; não são reciclados... bem, então estamos diante de uma solução fabulosa para vários problemas de uma só vez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Considerem esse post como meu "cartão de Natal" a todos, com votos de boas festas e que 2010 chegue no pique da felicidade!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1rK_yPEsI/AAAAAAAAAUo/3x2A32xHDN8/s1600-h/DSC00953.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1rK_yPEsI/AAAAAAAAAUo/3x2A32xHDN8/s320/DSC00953.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417103763461575362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1rGVGT_YI/AAAAAAAAAUg/VRi6erKKxX4/s1600-h/DSC01050.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1rGVGT_YI/AAAAAAAAAUg/VRi6erKKxX4/s320/DSC01050.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417103683283582338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1q7Ve-BKI/AAAAAAAAAUY/ow6FGMjvRNg/s1600-h/DSC01383.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1q7Ve-BKI/AAAAAAAAAUY/ow6FGMjvRNg/s320/DSC01383.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417103494408438946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1q27d1RzI/AAAAAAAAAUQ/kUSr8gHac4o/s1600-h/DSC01431.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1q27d1RzI/AAAAAAAAAUQ/kUSr8gHac4o/s320/DSC01431.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417103418704873266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qodWvPHI/AAAAAAAAAUI/HvJZfdzr_e0/s1600-h/DSC02252.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qodWvPHI/AAAAAAAAAUI/HvJZfdzr_e0/s320/DSC02252.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417103170103884914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qgKT9YoI/AAAAAAAAAUA/hDX1v58faMA/s1600-h/DSC02340.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qgKT9YoI/AAAAAAAAAUA/hDX1v58faMA/s320/DSC02340.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417103027553002114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qaoXMhPI/AAAAAAAAAT4/afPsA1y2G4s/s1600-h/DSC02345.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qaoXMhPI/AAAAAAAAAT4/afPsA1y2G4s/s320/DSC02345.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102932540425458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qTTWvm6I/AAAAAAAAATw/odEbnOzAsj8/s1600-h/DSC02767.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qTTWvm6I/AAAAAAAAATw/odEbnOzAsj8/s320/DSC02767.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102806642301858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qIU5LcbI/AAAAAAAAATo/nfxpUQ8sjUs/s1600-h/DSC01454.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1qIU5LcbI/AAAAAAAAATo/nfxpUQ8sjUs/s320/DSC01454.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102618076606898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1p-MVpT-I/AAAAAAAAATg/j_EgpAedIks/s1600-h/DSC01766.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1p-MVpT-I/AAAAAAAAATg/j_EgpAedIks/s320/DSC01766.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102443981393890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1p49SrHWI/AAAAAAAAATY/52F5FUw9jy0/s1600-h/DSC01773.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1p49SrHWI/AAAAAAAAATY/52F5FUw9jy0/s320/DSC01773.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102354043051362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1psGhy2YI/AAAAAAAAATQ/9jsRxMJDk44/s1600-h/DSC02073.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1psGhy2YI/AAAAAAAAATQ/9jsRxMJDk44/s320/DSC02073.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102133184092546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pmUKw-VI/AAAAAAAAATI/1f95woWBa5o/s1600-h/DSC02762.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pmUKw-VI/AAAAAAAAATI/1f95woWBa5o/s320/DSC02762.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417102033766381906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1picryKCI/AAAAAAAAATA/RhdK0_nDeXQ/s1600-h/DSC02938.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1picryKCI/AAAAAAAAATA/RhdK0_nDeXQ/s320/DSC02938.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417101967332878370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pW_rHu3I/AAAAAAAAAS4/DY_tWR_OVZM/s1600-h/DSC02982.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pW_rHu3I/AAAAAAAAAS4/DY_tWR_OVZM/s320/DSC02982.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417101770566908786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pSR40K9I/AAAAAAAAASw/Eh5ihHzhqr4/s1600-h/DSC03031.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pSR40K9I/AAAAAAAAASw/Eh5ihHzhqr4/s320/DSC03031.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417101689556839378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pJBWY_EI/AAAAAAAAASo/99EQHDpBPYQ/s1600-h/DSC03076.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pJBWY_EI/AAAAAAAAASo/99EQHDpBPYQ/s320/DSC03076.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417101530498661442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pEkwqgXI/AAAAAAAAASg/43PhBn9bdd8/s1600-h/DSC03097.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1pEkwqgXI/AAAAAAAAASg/43PhBn9bdd8/s320/DSC03097.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417101454104756594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:monospace;color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre-wrap; font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia, serif;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: normal;font-size:16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3439214875563283546?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3439214875563283546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3439214875563283546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/casas-construidas-com-reutilizacao-de.html' title='Casas construídas com reutilização de garrafas'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sy1rK_yPEsI/AAAAAAAAAUo/3x2A32xHDN8/s72-c/DSC00953.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-261515608908509951</id><published>2009-12-18T00:28:00.004-02:00</published><updated>2009-12-18T03:15:42.765-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água e esgoto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Água: duas soluções criativas inventadas por brasileiros</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Apresentadas em novembro passado durante o &lt;a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/"&gt;TED&lt;/a&gt; (Technology, Entertainment, Design), cuja primeira edição aconteceu em São Paulo, as idéias abaixo se destacam na área ambiental, e podem significar um resgate da qualidade de vida em várias áreas secas e/ou degradadas.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); font-style: italic; "&gt;Fonte: Revista SUPERINTERESSANTE, dezembro/2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;1- UMA MÁQUINA DE FAZER ÁGUA:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode parecer uma idéia absurda, mas foi exatamente isso que a startup brasileira &lt;a href="http://hnfwater.com.br/"&gt;HNF Water&lt;/a&gt; fez: inventou uma máquina que gera sua própria água. Como? Ela condensa o vapor de água presente no ar. Simples e genial. A água gerada pela máquina, que parece um bebedouro comum, é potável, e pode ser produzida em desertos ou em regiões secas - mesmo baixa, a umidade do ar nesses locais é suficiente para a condensação. O aparelho, que custa R$6.500, produz até 50 litros de água por dia. Ele já foi vendido para prefeituras da Bahia, que vão colocá-lo em escolas, e a empresa está negociando a tecnologia com a Arábia Saudita. A HNF Water também planeja fabricar uma máquina para uso doméstico, que faz 15 litros de água por dia, e uma para agricultores - que produz até 10 mil litros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;2- BANANA DESPOLUINDO RIOS:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A química Milena Boniolo inventou um método revolucionário que elimina metais pesados da água - e, de quebra, dá alguma utilidade a parte do lixo que produzimos todos os dias. Milena percebeu que a casca da banana tem moléculas com carga elétrica negativa - que atraem os metais, cuja carga é positiva. Por isso, se você pegar cascas de banana no lixo, cortar, secar e triturar, obtém um pó que é um excelente descontaminante de rios: remove pelo menos 65% dos metais pesados da água. Além disso, o processo ajuda a resolver a questão do lixo, já que entre 20 e 40% da produção brasileira de bananas vai direto para os lixões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-261515608908509951?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/261515608908509951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/261515608908509951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/agua-duas-solucoes-criativas-inventadas.html' title='Água: duas soluções criativas inventadas por brasileiros'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7235888301497524459</id><published>2009-12-16T00:08:00.011-02:00</published><updated>2009-12-16T13:24:00.512-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><title type='text'>Soltando os bichos</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Há algum tempo já que a minha "ingenuidade ambiental" tomou o rumo da extinção junto com a flora e a fauna desse nosso planeta, embora um lado meu ainda teime em acreditar que em algum estágio do caminho, quando "a água bater na bunda" (como dizem na minha terra)... finalmente iremos arregaçar as mangas e colocar o tão decantado cérebro pra funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso não acontece, vou assistindo sonolenta aos desdobramentos da Cópula de Copenhague (sim: '&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;cópula&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;' em vez de '&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;cúpula&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;', porque afinal dela sairemos todos fodidos) e constatando que a hipocrisia dos governantes não tem limite nem vestígio de inteligência. A Cópula nada mais é do que um arremedo da miserabilidade de metas do Protocolo de &lt;i&gt;Ki&lt;/i&gt;-&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;roto&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; (de onde já saímos retalhados).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#660000;"&gt;Havendo ou não&lt;/span&gt; alguma veracidade na questão do &lt;i&gt;aquecimento global&lt;/i&gt; e mudanças climáticas resultantes dele (não deixe de ver o &lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/clima-outra-versao-da-historia.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6666CC;"&gt;post&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; sobre isto), permanecem prementes as medidas que minimizem a poluição do ar e da água ('artigos' sabidamente de primeira necessidade) assim como dar um basta ao empobrecimento e envenenamento do solo com o uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos. E isso está bem longe de ser feito, graças aos &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#660000;"&gt;interesses corporativos&lt;/span&gt; que controlam tais governos (e sobre isto, é imprescindível ver o videozinho &lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2008/11/histria-das-coisas.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6666CC;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6666CC;"&gt;História das Coisas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, aqui mesmo no blog).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra arrematar esses pensamentos todos, e pra quem tiver curiosidade, eu trouxe um texto encontrado no blog &lt;i&gt;Desmanche de Celebridades&lt;/i&gt; - que põe no meu, no seu, no nosso... sim, porque dividimos as responsabilidades assim como dividimos o CO2 e o buraco na camada de ozônio - e isto porque "&lt;i&gt;a terra é redonda!! pois se fosse quadrada ou retangular... bem...&lt;/i&gt;" &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;(&lt;i&gt;sic&lt;/i&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;Quem não tiver medo de refletir sobre suas próprias contradições, humanas que são, saboreie porque é um texto excepcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais bichos por enquanto, me despeço.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" font-weight: normal;  white-space: pre-wrap; font-family:monospace;font-size:13px;"&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;O 1984 de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; line-height: 20px; font-size:13px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Texto trazido integralmente do blog &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://desmanchecel.blogspot.com/" style="color: rgb(85, 136, 170); text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Desmanche de Celebridades&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A sociedade atual parece uma colcha de retalhos. Um gigantesco quebra-cabeças, que apesar de inteiramente montado, possui peças deslocadas do seu lugar original.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As pessoas, em sua maioria, vivem como se estivessem em um reality show. As atitudes ou pontos de vista, assim como a estética adotada por cada um, servem apenas como uma forma de aparecer ou de se tornar melhor do que os outros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A miscelânia de paradigmas, apesar de não ser privilegio dos tempos atuais, adquiriu sua faceta mais exacerbada. A ambigüidade do real é a única certeza que temos. Longe de ser uma contradição da prática social, o que temos são apenas diferenças visuais ou da boca pra fora.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mais do que uma mistura de conceitos, houve um esvaziamento ideológico de todos eles. Os símbolos e as condutas viraram signos, são cooptados livremente de acordo com modismos, conveniências, ou padrões de consumo. Nada significa nada, e um nada que leva a lugar nenhum. Como resultado, temos uma sociedade que perpetua o capitalismo selvagem, a injustiça social, a poluição, e o consumismo desenfreado. Mesmo que as pessoas digam que não são favoráveis a nada disso. Essa é a sua lógica, por que dizer e parecer, é diferente de fazer e praticar. Ficamos com a primeira opção.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Grande parte das pessoas só são diferentes na estética, por que na prática, perpetuam o mesmo padrão de sociedade em que vivemos, dada a frouxidão pela qual defendem os valores que dizem acreditar. É a pessoa que se diz católica, mas tem uma estatua do Buda na sala de sua casa (sem considerar esse exemplo em específico algo ruim). Ou o executivo de uma multinacional que só pensa em dinheiro, mas que usa uma pulseira hippie e um cabelo punk. Ou ainda aqueles que defendem o meio ambiente, mas são consumistas inveterados e jogam lixo pelas janelas dos seus carros. É como um semáforo que está sempre com as três cores acesas: ao passar por ele, a pessoa decide aleatoriamente se vai parar, seguir, ou prestar atenção. Às vezes, quer fazer mais de uma dessas coisas ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As pessoas são vegetarianas, mas ao mesmo tempo chegam a ter no mínimo 3 celulares diferentes em um ou dois anos, só por que alguns possuem mais mega pixels do que os outros. Elas se esquecem que tal liberdade de consumo, tão defendida, só é possível através da construção de hidrelétricas que alagam regiões e aniquilam lentamente os habitats dos animais que tanto defendem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Longe de ser uma sociedade da diversidade, é uma sociedade onde quase todos são iguais (no pior sentido que isso possa ter). As diferenças existem apenas nas aparências, ou estão limitadas ao simples discurso. Nada muda ou se torna diferente depois de tudo que foi dito. As pessoas parecem todas moldadas dentro de uma mesma estrutura, mas encoberta por alguns detalhes externos. Quando caem os detalhes, o esqueleto de todas elas é um sempre igual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Alias, tudo parece a repetição de uma mesma estrutura miseravelmente encoberta por alguns detalhes. O que certos “moderninhos” fazem para se diferenciar, é logo percebido como comportamento massificado e imposto. Colocam um brinco alargador nos ouvidos, e quando saem nas ruas observam um monte de pessoas com esse mesmo adorno.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Líderes mundiais realizam conferências para discutir a fome, a educação, a pobreza e o meio ambiente, e depois de uma série de discursos convincentes, temos a proliferação do “câncer” em todas essas coisas. As estatísticas indicam um aumento da media de escolaridade em todos os lugares, mas nunca se viu uma juventude tão alienada e desengajada como essa que ai está.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Cabelo moicano, broche do anarquismo, camiseta do Che Guevara, piercing, tatuagem, aliança tibetana, Nike Shox. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;É possível encontrar todas essas coisas em uma só pessoa sem que ela saiba ao certo o que cada uma delas significa. Ou melhor, sem que ela saiba a ideologia existente por trás cada uma dessas coisas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A pessoa se diz anti-homofóbica, mas chama de sacrilégio um filme que discute a possível homossexualidade de Jesus Cristo (Corpus Christi, filme que esta sofrendo uma tentativa de censura no Brasil, fiquem atentos!). É libertária numa esquina, moralista e conservadora na outra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Longe de ser uma sociedade onde reina a convivência pacífica de idéias contrarias, é uma sociedade que reproduz todos os tipos de preconceitos gerados pela diferença da forma mais velada possível, e de maneira suficientemente branda para não permitir qualquer tipo de ruptura dos mesmos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Já não são mais necessárias guerras (apesar de várias delas estarem acontecendo neste exato momento) ou radicalismos ideológicos para alguém morrer, morremos em qualquer esquina, sem causa ou propósito algum. Morremos quando vamos assistir a uma partida de futebol, ou quando somos assaltados por um playboy traficante da classe media alta (ou por qualquer coisa antagônica do tipo). Longe de construir uma sociedade menos violenta, o esvaziamento ideológico dos conceitos tornou a violência ainda maior, mais imprevisível, e completamente irracional. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Falamos muita coisa aqui, sem tanto encadeamento. Esperamos suscitar discussões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7235888301497524459?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7235888301497524459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7235888301497524459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/soltando-os-bichos.html' title='Soltando os bichos'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5552049680668908792</id><published>2009-12-11T11:31:00.003-02:00</published><updated>2009-12-11T12:57:37.319-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><title type='text'>Clima: a outra versão da história</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixo aqui o link da postagem do blog República de Fiume intitulada &lt;a href="http://republicadefiume.blogspot.com/2009/12/climategate-farsa-do-aquecimento-global.html"&gt;&lt;b&gt;Climategate: a farsa do aquecimento global&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, para ampliar a nossa visão crítica desse tema importante. Vale a pena conferir também os links do próprio post e o vídeo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:monospace;font-size:13px;"&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:monospace;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre-wrap;font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:monospace;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre-wrap;font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:monospace;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre-wrap;font-size:13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5552049680668908792?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5552049680668908792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5552049680668908792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/clima-outra-versao-da-historia.html' title='Clima: a outra versão da história'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4916777702041718816</id><published>2009-12-05T22:09:00.003-02:00</published><updated>2009-12-05T22:14:01.074-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Computadores descartados na Europa envenenam crianças na África</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div id="titulo"&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="div1"&gt;&lt;div class="div2"&gt;&lt;div class="div3"&gt;&lt;div class="conteudo"&gt;&lt;div id="selo"&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/der/"&gt;&lt;img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/fundo_branco/der.gif" alt="Der Spiegel" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;         &lt;div id="credito-texto"&gt;Clemens Höges&lt;/div&gt;&lt;div id="credito-texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="credito-texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;        &lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;      &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--/titulo--&gt;                        &lt;div id="texto"&gt;&lt;div&gt; Os cidadãos do Ocidente jogam fora milhões de computadores velhos todos os anos. Centenas de milhares deles acabam na África, onde as crianças procuram ganhar a vida vendendo peças velhas das máquinas. Mas os elementos tóxicos presentes no lixo as estão envenenando lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Bíblia, Deus lançou uma chuva de fogo e enxofre para destruir as cidades de Sodoma e Gomorra. E as autoridades governamentais de Accra, em Gana, também passaram a chamar de "Sodoma e Gomorra" uma parte da cidade afetada por produtos tóxicos de um tipo que os moradores das cidades bíblicas jamais poderiam imaginar. Ninguém vai a esse local, a menos que isso seja absolutamente necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma fumaça ácida e negra passa sobre os barracos da favela. As águas do rio também são pretas e viscosas como óleo usado. Elas carregam gabinetes de computador vazios para o oceano. Nas margens do rio veem-se fogueiras alimentadas por isopor e pedaços de plástico. As chamas consomem o material plástico de cabos, conectores e placas-mãe, deixando intactos apenas o metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje há um vento que faz com que a fumaça dessas fogueiras infernais passem lentamente por sobre a terra. Respirar muito profundamente é doloroso para os pulmões, e as pessoas que alimentam as fogueiras às vezes dão a impressão de serem apenas silhuetas vagas e enevoadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma figura pequena e curvada caminha entre as fogueiras. Com uma mão, o garoto arrasta um alto-falante velho pela terra e as cinzas, puxando-o por um fio. Com a outra mão ele segura firmemente uma bolsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alto-falante e a bolsa são as únicas posses do garoto, além da camiseta e as calças que ele usa. Ele tem um nome incomum: Bismarck. O garoto tem 14 anos, mas é pequeno para a idade. Bismarck vasculha a terra em busca de qualquer coisa que os garotos mais velhos possam ter deixado para trás após queimarem uma pilha de computadores. Podem ser pedaços de cabo de cobre, o motor de um disco rígido, ou peças velhas de alumínio. Os ímãs do seu alto-falante também capturam parafusos ou conectores de aço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bismarck joga tudo o que encontra dentro da bolsa. Quando a bolsa estiver cheia até a metade, ele poderá vender o metal e comprar um pouco de arroz, e talvez também um tomate, ou até mesmo uma coxa de galinha grelhada em uma fogueira acesa dentro do aro de um carro velho. Mas o garoto diz que hoje ainda não encontrou o suficiente. Ele desaparece novamente na fumaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O refugo da era da internet&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Esta área próxima a Sodoma e Gomorra é o destino final dos computadores velhos e outros produtos eletrônicos descartados de todo o mundo. Há muitos lugares como este, não só em Gana, mas também em países como Nigéria, Vietnã, Índia, China e Filipinas. Bismarck é apenas um de talvez uma centena de crianças daqui, e de milhares do mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas crianças vivem em meio ao refugo da era da internet, e muitas delas podem morrer por causa disso. Elas desmancham computadores, quebrando telas com pedras, e a seguir jogam as peças eletrônicas internas em fogueiras. Computadores contêm grandes quantidades de metais pesados e, à medida que o plástico é queimado, as crianças inalam também fumaça carcerígena . Os computadores dos ricos estão envenenando os filhos dos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que até 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são jogadas anualmente no lixo em todo o mundo. O custo para se reciclar apropriadamente um velho monitor CRT na Alemanha é de 3,50 euros (US$ 5,30 ou R$ 9,20). Mas o envio do mesmo monitor para Gana em um contêiner de navio custa apenas 1,50 euro (R$ 3,80).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Um tratado internacional, a Convenção de Basileia, entrou em vigor em 1989. O tratado baseia-se em um conceito justo, proibindo os países desenvolvidos de enviarem computadores que foram para o lixo aos países subdesenvolvidos. Até o momento 172 países assinaram a convenção, mas três deles ainda não a ratificaram: Haiti, Afeganistão e Estados Unidos. Segundo estimativas da Agência de Proteção Ambiental norte-americana, cerca de 40 milhões de computadores são descartados todos os anos somente nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretrizes da União Europeia com acrônimos como WEEE (sigla em inglês de Lixo de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos) e RoHS (Restrição a Substâncias Perigosas) seguiram-se à Convenção de Basileia, e países individuais transformaram-na em lei. As leis relativas à administração de lixo na Alemanha estão entre as mais estritas do mundo, e neste país o envio de computadores descartados a Gana pode dar cadeia. Em tese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um negócio milionário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Recentemente o governo alemão mobilizou-se para verificar como é a situação na prática. Especialistas da Agência Federal do Meio Ambiente alemã ainda estão redigindo um relatório que será divulgado nas próximas semanas, mas as conclusões já são conhecidas - há sérias brechas no sistema de reciclagem do país. Segundo o estudo, firmas de exportação da Alemanha enviam 100 mil toneladas de aparelhos elétricos descartados a cada ano para os países subdesenvolvidos, o que é bem mais do que os especialistas temiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este é um negócio milionário. Não se trata de algo que possa ser classificado como crime pequeno", afirma Knut Sander, do instituto ambiental Ökopol, com sede em Hamburgo. Ele foi o autor do estudo, que exigiu meses de pesquisas. Por causa das suas investigações ele recebeu avisos de que deveria tomar cuidado com a sua segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não teve que ir longe do seu escritório para observar a atividade dessa indústria de exportação. "O Porto de Hamburgo é importante", explica Sander. "Aquilo que não sai por Hamburgo é embarcado em Antuérpia ou Roterdã."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sander descobriu negociantes pequenos que enviam contêineres esporádicos ou alguns carros velhos cheios de computadores. Às vezes há centenas desses carros no terminal de O'Swaldkai, em Hamburgo, de onde os navios saem para a África. Há também grandes empresas enviando cargas de lixo tóxico - as chamadas companhias de remarketing, que coletam centenas de milhares de eletrodomésticos velhos todos os anos. Essas companhias têm autorização para revender computadores que estejam funcionando, mas são obrigadas a reciclar as máquinas defeituosas. E algumas delas sabem muito bem quanto dinheiro podem economizar enviando esses computadores inúteis para Gana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarefa de deter essa exportação de lixo deveria ficar a cargo de uns poucos funcionários da alfândega e da guarda portuária. Mas quando os agentes ocasionalmente abrem um contêiner, eles estão provavelmente pedindo para ter dores de cabeça nos tribunais. As leis não definem o que seja um computador descartado, e é legal exportar computadores usados. Só não se pode exportar as máquinas descartadas. Um computador que está quebrado, mas que talvez ainda pudesse ser consertado, pode ser considerado lixo? E quanto a um computador de 20 anos de idade, que não consegue mais rodar um único programa? Quando há dúvidas, os juízes dão ganho de causa aos exportadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entrando no inferno&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bismarck só sabe que todos os computadores exalam mau-cheiro, tenham eles dez ou 20 anos de idade, e não importando se sejam fabricados pela Dell, a Apple, a IBM ou a Siemens. Quando eles queimam, a fumaça faz com que a sua cabeça e garganta doam. As cinzas pegajosas grudam em cada poro e ruga, e provocam coceiras. Manchas aparecem na pele de Bismarck, mas ele sabe que não pode coçá-las porque a poeira tóxica entraria nas feridas abertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início Bismarck sabia que estava entrando no inferno. Mas quando tinha dez anos de idade, ele imaginava que o inferno pudesse, de alguma forma, constituir-se em uma aventura. De toda maneira, ele não tinha escolha, assim como as outras crianças daqui de Sodoma. A maioria delas vem das regiões mais pobres de Gana, no norte do país, para a capital, Accra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bismarck consegue ainda se lembrar da sua vila, que fica perto de Techiman, mais ou menos no meio do país. Lá não há eletricidade, e as paredes dos casebres são feitas de terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai dele desapareceu quando Bismarck era pequeno, de forma que ele jamais pôde perguntar por que o homem lhe deu um nome tão estranho, que ninguém na vila havia ouvido antes. A mãe de Bismarck criou-o sozinha, até ter sido atropelada por um carro. Ela perdeu as duas pernas no acidente, e morreu pouco depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tia adotou Bismarck, mas havia pouca comida para todos. Finalmente um garoto mais velho da vila lhe falou sobre Accra, e sobre um lugar entre o mercado Agbogbloshie e a favela Sodoma, onde até mesmo um menino de dez anos de idade seria capaz de ganhar dinheiro suficiente para comprar comida. O adolescente de 16 anos também lhe falou sobre os computadores e a fumaça, e que ele teria que ser forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois, os dois garotos foram embora da vila, viajando de ônibus e depois de trem. O mais velho tinha dinheiro para as passagens porque já havia trabalhado em Sodoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um euro por dia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bismarck aprendeu as regras rapidamente. Existe uma hierarquia, e todo garoto pode tentar galgar essa estrutura. Os homens jovens, de cerca de 25 anos de idade, controlam as grandes balanças de ferro velho que ficam com frequências nos locais onde se podem ver marcas de pneus na cinza que cobre a terra. Quando a sacola de Bismarck fica cheia até a metade após um dia perambulando em torno das fogueiras, ele pode vender o material recolhido para esses homens por cerca de dois cedis ganenses, o equivalente a cerca de um euro ou US$ 1,50 (R$ 2,60).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que são um pouco mais novos, com cerca de 18 anos de idade, possuem carrinhos de mão feitos com tábuas e eixos de carros velhos. Eles seguem para a cidade no início da manhã para coletarem computadores dos importadores de refugo e trazem o material de volta para a favela. Eles quebram os computadores e retiram os cabos, e depois jogam o que restou nas fogueiras ou vendem esse resíduos para garotos um pouco mais novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São principalmente esses garotos que carregam os montes de cabos plástico para serem queimados nas fogueiras. Um deles é Kwami Ama, que tem 16 anos e é um dos dois amigos de Bismarck aqui. Kwami tem um corpo forte e uma face redonda e de expressão honesta. Somente os olhos dele, altamente avermelhados devido à fumaça quando a noite cai, lhe dão uma aparência meio selvagem. As cicatrizes espalhadas pelas mãos foram provocadas pelas bordas afiadas de computadores quebrados e geladeiras velhas. Kwami arranca a camada de isolamento das geladeiras e as usa para acender as fogueiras,antes de jogar as peças de computadores no fogo. O isopor queima emitindo chamas violetas e verdes, com um calor suficiente para derreter até mesmo cabos dotados de produtos químicos retardadores de fogo no seu isolamento plástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de Bismarck, Kwami não consegue mais falar sobre a sua vida. "Fico triste com frequência", diz ele, embora esteja se saindo bem pelos padrões de Sodoma. Alimentar as fogueiras é a tarefa mais tóxica de todas, mas ele ganha dinheiro suficiente para alugar um local para dormir em um barraco de madeira em Sodoma. O barraco tem cerca de dois metros de largura por três de comprimento. Três garotos dormem dentro dele, dividindo o assoalho de madeira. Não há janelas no barraco, mas a porta tem um cadeado, o que lhes permite dormir em segurança - o que é um luxo em Sodoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pobres contra pobres&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do seu amigo, Bismarck tem medo da noite. Ele enrola-se no escuro como um cão e dorme encostado em uma parede de madeira em Sodoma, ou sobre as cinzas, ao lado de uma geladeira quebrada na área aberta onde ficam os eletrodomésticos quebrados. Às vezes ele dorme sobre as balanças. Ele muda o local de dormir com frequência. Bismarck tem apenas dois amigos aqui. No inferno, os pobres lutam contra os pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias depois, Bismarck teve um golpe de sorte ao encontrar uma grande quantidade de cobre, e o homem da balança pagou a ele sete cedis. Bismarck só gastou dois cedis, mas na manhã seguinte os outros cinco haviam desaparecido. Alguém usou uma lâmina para abrir o bolso de Bismarck quando ele dormia. Ele simplesmente ganha muito pouco. Bismarck consegue pagar pela comida ou por um local para dormir, mas não pelas duas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bismarck também não pode passar a noite com os seus outros amigos. Danjuma tem 11 anos de idade e acredita que já está trabalhando aqui há vários anos. Os seus pais ainda são vivos, mas quatro outros irmãos dividem um barraco com ele em Sodoma, e não há espaço lá para Bismarck.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe de Danjuma detesta ver o filho trabalhando nas fogueiras e desejaria que ele estivesse na escola. Mas a família precisa de dinheiro. Danjuma é o filho mais velho, e não se sabe quanto tempo mais ele será capaz de trabalhar efetivamente. Ele padece de dores frequentes no peito e nas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danjuma e Bismarck pertencem ao grupo mais jovem, de crianças entre 8 e 14 anos. Nem eles nem as meninas têm permissão para alimentar o fogo. Os garotos novos trabalham com ímãs, e as meninas trazem água em sacos plásticos, e às vezes comida, para os garotos mais velhos. "A gente tem que beber muita água", explica Kwami. O sol é escaldante, fazendo com que a temperatura à sombra seja de 30ºC. Mas não existe sombra em Agbogbloshie. Perto dali o plástico está queimando a uma temperatura de mais de 300ºC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Encolhendo o cérebro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Kwami diz que se esqueceu de muita coisa, mas que ainda se lembra muito claramente de um certo dia do ano passado. Um grupo de indivíduos brancos veio até à área de ferro velho, o que é raro. Eles eram do Greenpeace. Um homem usava luvas e carregava pequenos tubos de ensaio. Ele coletou amostras da lama de um dos lagos formados pelo rio, e depois cinza e solo de vários locais diferentes na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O químico analisou as amostras quando voltou para casa, na Inglaterra, e os valores que obteve não foram bons. Ele descobriu concentrações elevadas de chumbo, cádmio e arsênico, bem como de dioxinas, furanos e bifenis policlorados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chumbo, para tomar como exemplo apenas um dos produtos químicos perigosos, provoca dores de cabeça e estomacais após uma breve exposição. No longo prazo, ele danifica o sistema nervoso, os rins, o sangue e especialmente o cérebro. Quando uma criança ingere chumbo através da água ou por inalação, o seu cérebro encolhe ligeiramente e a sua inteligência diminui. Cientistas da Alemanha ficam preocupados quando descobrem concentrações acima de um limite de 0,5 miligramas de pó de chumbo por metro cúbico de ar. O tubo de raios catódicos de um único monitor de computador contém cerca de 1,5 quilograma de chumbo. Muitas das outras substâncias encontradas pelos químicos no local também provocam câncer, entre outras doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Contra-atacando&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mike Anane, um ativista ambiental e coordenador local da organização internacional de direitos humanos FIAN, trouxe os membros do Greenpeace para cá. Anane nasceu aqui há 46 anos, bem ao lado de onde hoje em dia se situa Agbogbloshie. Naquela época, as margens dos rio eram repletas de prados verdes e de flamingos, e os pescadores tiravam o seu sustento do rio. Agora não existe vida nessas águas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oito anos atrás, Anane começou a perceber a chegada de uma quantidade cada vez maior de caminhões em Agbogbloshie, com as carrocerias repletas de computadores. Ele observou a situação de perto e passou a contra-atacar aquilo que viu. Anane coleta adesivos de procedência de vários computadores descartados para descobrir de quem são os venenos queimados aqui. Ele possui adesivos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, de autoridades britânicas e de companhias como o Banco Barclays e a British Telecom. "Algumas crianças daqui não chegarão aos 25 anos de idade", acredita Anane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sabe, porém, que as companhias e organizações cujos selos chegam aqui juntamente com os equipamentos descartados não são os agentes que de fato trazem esse lixo para o seu país. As pessoas diretamente envolvidas são comerciantes como Michael Ninicyi, diretor da Kofi Enterprise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Kofi Enterprise é uma pequena loja repleta de computadores. Os melhores produtos são velhas máquinas Pentium vendidas por US$ 90 (R$ 156), incluindo um leitor de DVD. Impressoras e copiadoras são exibidas sob uma cobertura amarela na frente da loja - todas as máquinas são provenientes da Alemanha, segundo Ninicyi. Um exemplar do jornal "Berliner Morgenpost", usado para proteção contra arranhões, encontra-se dobrado entre dois computadores. Algumas das máquinas ainda trazem os adesivos de companhias cujas sedes ficam, por exemplo, na pequena cidade alemã de Kleve, no Estado de Brandenburgo ou no de Rhineland. Todos esses produtos funcionam e são legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Este negócio é bom para Gana"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ninicyi usa calças com vincos, um colar de ouro e sapatos caros. Este é um homem que alcançou o sucesso. O seu inglês é excelente, ele fala bem e é capaz de se defender com sucesso - embora não sinta necessidade de fazer tal coisa. Na verdade, o que ele sente é o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninicyi compra os seus produtos exclusivamente de navios de contêineres provenientes de Hamburgo. "Os alemães simplesmente tomam mais cuidado com os seus equipamentos do que qualquer outro povo", explica. Ele não quer dizer exatamente quem são os vendedores. Ninicyi compra os produtos sem examiná-los, algo que é comum nesta atividade. Como parte dos seus cálculos de custos, os vendedores alemães fazem com que em cada contêiner haja alguns equipamentos que funcionem, bem como alguns que ainda podem ser consertados. O restante, cerca de 30%, é lixo, que Ninicyi repassa imediatamente aos garotos que vêm de Agbogbloshie com os seus carrinhos da mão. Contêineres vindos do Reino Unido trazem uma proporção muito maior de lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este negócio é bom para Gana e para os outros países", assegura Ninicyi. Ele diz que sente pelas crianças, mas afirma que paga impostos, e os seus fregueses também e que o povo de Gana tem acesso a computadores de preço acessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninicyi conhece até uma teoria maior que faria com ele fosse visto como algo semelhante a um funcionário de ajuda de desenvolvimento. A teoria da "lacuna digital", originalmente desenvolvida na Universidade de Minnesota, afirma simplesmente que, como os pobres não têm acesso aos meios modernos de comunicação, e como é o conhecimento que cria prosperidade, as pessoas mais pobres continuarão ficando para trás e a lacuna se expandirá ainda mais. O fornecimento de computadores ajuda a reduzir essa lacuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa teoria tem alguns pontos fracos. Por exemplo, ela foi desenvolvida em 1970, três anos antes de um jovem estudante chamado Bill Gates sequer começar a estudar na Universidade Harvard. Há também uma segunda teoria da era da computação, a Lei de Moore, cujo nome é uma alusão a um dos cofundadores da Intel, que afirma que a capacidade de processamento dos computadores dobra a cada dois anos. Os criadores de softwares seguem a tendência, fazendo com que os computadores mais novos de hoje já estejam ultrapassados amanhã e prontos para serem mandados para Sodoma um dia depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Por que vocês não interrompem o fluxo de lixo?"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;"Esse processo está cada vez mais rápido, e nós estamos sendo esmagados", queixa-se John Pwamang, diretor do Centro de Gerenciamento e Controle de Produtos Químicos da Agência de Proteção Ambiental de Gana. A agência está localizada em um prédio de concreto em péssimas condições. A caminho do escritório de Pwamang, os visitantes precisam subir primeiro uma escada que no passado deve ter sido verde, e a seguir passar por um banheiro com defeito e uma sala de conferência de cortinas marrons esfarrapadas. Na sala há três depósitos de lixo - um marrom, para papel, um cinza, para plástico, e um outro marrom para tudo mais. Entretanto, o país não conta com um sistema de reciclagem de lixo em funcionamento. Ao que parece a agência de Pwamang ainda tem alguns problemas pela frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos de Pwamang são pouco visíveis por trás das grossas lentes bifocais. Ele fala suavemente, o que o ajuda a parecer mais tranquilo do que realmente é. "Vocês europeus não mudam", reclama ele. "O que deveríamos fazer com os produtos tóxicos que vocês nos mandam? Não temos como reciclá-los. Vocês possuem as instalações para isso. Computadores que funcionam não são nenhum problema, mas muitas das máquinas velhas demais não duram nem um ano aqui. Por que vocês não interrompem o fluxo de lixo?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pwamang não tem como provar que o chumbo e as dioxinas estão matando as crianças. Quase ninguém com mais de 25 anos trabalha nas fogueiras às margens do rio de águas pretas. E não existe estudo algum sobre o problema. O Greenpeace identificou e quantificou as toxinas, mas a organização não examinou os efeitos diretos delas. "As crianças estão doentes", afirma Pwamang. "Temos aqui metais pesados e venenos. Um estudo seria bom, mas mesmo sem nenhum estudo eu sei que a situação é desastrosa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sonhando em escapar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mas, apesar de tudo, as crianças de Sodoma às vezes parecem se divertir. Os garotos mais velhos jogam futebol à noite em um espaço aberto entre as fogueiras, com dois vergalhões servindo de gol e monitores de computador vazios marcando as bordas do campo. Os jogadores correm e mergulham entre a fumaça das fogueiras. Eles não estão jogando apenas para se divertir, mas também por causa de seus futuros, já que muitos ganenses deixaram o país para jogar nas ligas profissionais no Ocidente. É um sonho meio louco, mas para muitos dos jovens daqui, um sonho é a única coisa que lhes permite escapar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amigo de Bismarck, Danjuma, tem o mesmo sonho, é claro. Ele adoraria treinar futebol, apesar das dores no peito. Mas ele não tem dinheiro para comprar uma bola. Mas talvez seja melhor assim já que, se corresse, ele teria que respirar profundamente a fumaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; Tradução: UOL&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Fonte do texto: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/12/05/ult2682u1416.jhtm&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4916777702041718816?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4916777702041718816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4916777702041718816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/computadores-descartados-na-europa.html' title='Computadores descartados na Europa envenenam crianças na África'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4164295928182681349</id><published>2009-11-29T23:22:00.005-02:00</published><updated>2009-11-29T23:28:46.758-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>5 ações ambientais</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recebi o link deste vídeo feito por André Araújo de Londrina/PR, para seu TCC.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obrigada pela mensagem André!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="448" height="272"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Lfqv62K-Bxs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Lfqv62K-Bxs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" 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Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2902475364419338944</id><published>2009-10-13T12:33:00.001-03:00</published><updated>2009-10-13T12:34:35.826-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Correr descalço</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="457" height="368"&gt;&lt;param name="movie" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=346931"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param 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type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2902475364419338944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/10/correr-descalco.html' title='Correr descalço'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-404494443980460111</id><published>2009-09-09T16:08:00.005-03:00</published><updated>2009-09-09T16:15:11.352-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><title type='text'>Escala Fujita de classificação de tornados</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 19px; font-family:-webkit-sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;p style="margin-top: 0.4em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;A &lt;b&gt;escala Fujita&lt;/b&gt; (ou &lt;b&gt;Fujita-Pearson Tornado Intensity Scale&lt;/b&gt;) é a escala que mede a intensidade dos tornados, batizada com este nome em homenagem ao falecido cientista de tornados, Dr. Ted Fujita da Universidade de Chicago.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0.4em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;Os tornados são medidos pela quantia de estrago que eles causam, e não pelo seu tamanho físico. Também é importante lembrar-se de que o tamanho de um tornado não é necessariamente uma indicação de sua ferocidade. Tornados grandes podem ser fracos, e tornados pequenos podem ser violentos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0.4em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;Veja também os links:&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0.4em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="line-height: 1.5em; list-style-type: square; margin-top: 0.3em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 1.5em; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-image: url(http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/monobook/bullet.gif); "&gt;&lt;li style="margin-bottom: 0.1em; "&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_furac%C3%B5es_de_Saffir-Simpson" title="Escala de furacões de Saffir-Simpson" style="text-decoration: none; color: rgb(90, 54, 150); background-image: none; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: initial; background-position: initial initial; "&gt;Escala de furacões de Saffir-Simpson&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-bottom: 0.1em; "&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Beaufort" title="Escala de Beaufort" style="text-decoration: none; color: rgb(90, 54, 150); background-image: none; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: initial; background-position: initial initial; "&gt;Escala de Beaufort&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0.4em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sqf9M_oKoAI/AAAAAAAAARQ/CeGdAlb2eeI/s1600-h/tabela+de+tornados+e+furac%C3%B5es.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 219px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sqf9M_oKoAI/AAAAAAAAARQ/CeGdAlb2eeI/s400/tabela+de+tornados+e+furac%C3%B5es.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379546679597506562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-404494443980460111?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/404494443980460111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/404494443980460111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/09/escala-fujita-de-classificacao-de.html' title='Escala Fujita de classificação de tornados'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sqf9M_oKoAI/AAAAAAAAARQ/CeGdAlb2eeI/s72-c/tabela+de+tornados+e+furac%C3%B5es.jpeg' height='72' 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social legitimamente brasileira, de baixíssimo custo e pode simplesmente recuperar áreas inteiras do semi-árido e do cerrado.&lt;br /&gt;Todo ambientalista, agricultor e permacultor que se preza deveriam ter contato com a idéia e o projeto, além de divulgar aos quatro cantos do nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem está neste &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.cnpms.embrapa.br/noticias/mostranoticia.php?codigo=546"&gt;LINK&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;E você pode visitar o blog do Projeto Barraginhas clicando &lt;b&gt;&lt;a href="http://barraginhas.multiply.com/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:-webkit-monospace;font-size:13px;"&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8534037444074598841?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8534037444074598841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8534037444074598841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/08/projeto-barraginhas-e-integracao-de.html' title='Projeto Barraginhas e integração de tecnologias para recuperação do lençol freático'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-1538809743934181151</id><published>2009-07-31T13:56:00.005-03:00</published><updated>2009-07-31T14:06:43.038-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bioconstrução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceitos gerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='energias renováveis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água e esgoto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>A reforma sustentável da casa</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dica veio do blog &lt;a href="http://conceitoecologico.blogspot.com/"&gt;Conceito Ecológico&lt;/a&gt;, e mostra a reforma que a arquiteta &lt;a href="http://www.marciamikai.arq.br/marcia.html"&gt;Marcia Mikai Junqueira&lt;/a&gt; fez em sua casa, reaproveitando materiais de demolição e utilizando os recursos naturais de iluminação, circulação do ar e aproveitamento de água da chuva no projeto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para saber mais sobre o assunto, acesse o site do &lt;a href="http://www.cbcs.org.br/"&gt;Conselho Brasileiro de Construção Sustentável&lt;/a&gt; (CBCS).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena assistir o vídeo:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="448" 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type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1538809743934181151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/1538809743934181151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/reforma-sustentavel-da-casa.html' title='A reforma sustentável da casa'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8963767933132186969</id><published>2009-07-31T13:33:00.001-03:00</published><updated>2009-07-31T13:34:59.408-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bioconstrução'/><title type='text'>Tijolos de Adobe (como fazer)</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Confira a excelente matéria mostrando a fabricação dos tijolos de adobe, passo a passo, no blog &lt;a href="http://kdcs.wordpress.com/2009/07/29/fabricando-tijolos-de-adobe/"&gt;&lt;b&gt;Chácara Boa Vista&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8963767933132186969?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8963767933132186969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8963767933132186969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/tijolos-de-adobe-como-fazer.html' title='Tijolos de Adobe (como fazer)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8891219862977970946</id><published>2009-07-31T11:59:00.002-03:00</published><updated>2009-07-31T12:01:50.875-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Pandemia ou lucro?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;Texto recebido por e-mail através de Clênio Gilberto:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div dir="ltr" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;font-size:100%;"&gt;PANDEMIA... DE LUCRO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;No mundo, todos os anos morrem dois milhões de pessoas vítimas da malária, que poderia ser prevenida com um simples mosquiteiro. E a mídia não diz NADA.     &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;No mundo, todos os anos dois milhões de meninos e meninas morrem de diarréia que poderia ser tratada com um soro oral de 25 centavos. E a mídia não diz NADA.     &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Sarampo, pneumonia, doenças curáveis com vacinas baratas, causam a morte de dez milhões de pessoas no mundo todos os anos. E essas notícias não são divulgadas.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Mas há alguns anos atrás, quando a gripe aviária surgiu, inundaram o mundo de notícias, sinais de alarme…    &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Uma epidemia, a mais perigosa de todas! Uma pandemia! Só ouvia da terrível doença das galinhas.      &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Porém, o influenza causou a morte de 250 pessoas em todo o mundo. 250 mortos durante 10 anos, para o qual dá uma média de 25 vítimas/ano.&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;A gripe comum mata meio milhão de pessoas todos os anos no mundo. Meio milhão contra 25.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Um momento. Então, por quê se armou tanto escândalo com a gripe aviária?    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Simples. Porque atrás dessas galinhas havia um "galo", um galo de espora grande.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;O Laboratório farmacêutico Roche com o seu já famoso Tamiflú, vendendo milhões de doses aos países asiáticos.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Embora o Tamiflú seja de efetividade duvidosa, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a população deles.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Com a gripe aviária, Roche e Relenza, as duas grandes companhias farmacêuticas que vendem esses antivirais, obtiveram  milhões de dólares de ganância.     &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Antes com as galinhas e agora com os porcos. Sim, agora a psicose começou com a gripe suína. E os jornalistas do mundo só falam disto.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Eu desejo saber: se atrás das galinhas havia um "galo", atrás desses porcos não haverá um "grande porco"?&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Porque indubitavelmente são as multinacionais poderosas que vendem os remédios supostamente milagrosos.    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;E novamente a "bola da vez" é o "milagroso" Tamiflú? Quanto custa? US$50 a caixa!     &lt;/div&gt; &lt;div&gt;50 dólares uma caixa de pastilhas? Que negocião!    &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;A companhia norte americana Gilead patenteou o Tamiflú. O maior acionista desta companhia é um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, o secretário de defesa de George Bush, "descobridor" das armas químicas que ocasionou a guerra contra o Iraque.   &lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Os acionistas dos grupos Roche e Relenza estão se dando as mãos, felizes com as vendas milionárias do duvidoso Tamiflú.     &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;A verdadeira pandemia é o lucro, a enorme ganância destes mercenários da saúde.     &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Se a gripe suína é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação, se para a Organização Mundial da Saúde (OMS) ela preocupa tanto, por quê não declara isto como um problema de saúde pública mundial e autoriza a fabricação de medicamentos genéricos para a combater?  &lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8891219862977970946?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8891219862977970946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8891219862977970946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/pandemia-ou-lucro.html' title='Pandemia ou lucro?'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4817836689275504988</id><published>2009-07-30T19:23:00.007-03:00</published><updated>2009-07-31T00:58:01.366-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuais e publicações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Cartilha: O OLHO DO CONSUMIDOR</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="gmail_quote" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A        cartilha &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"O Olho do Consumidor"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; foi produzida pelo Ministério da        Agricultura, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do        SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) - que        pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos,        orientando o consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_quote" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Infelizmente, a        multinacional de sementes transgênicas &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Monsanto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; obteve uma liminar        de mandado de segurança que impediu a distribuição da cartilha. O        arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério (o link está        "vazio").&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Em autêntica desobediência civil e        resistência pacífica à medida de força, estamos distribuindo        eletrônicamente a cartilha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Se você concorda com esta idéia,        &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;repasse a cartilha &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;para seus amigos e        conhecidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;* PARA SALVAR A CARTILHA, CLIQUE &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/622daf00-84b3-4703-a1c5-c53473a7fecf/cartilha_ziraldo--O-OLHO-DO-CONSUMIDOR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#CC0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;* PS:&lt;/b&gt; recebi posteriormente a informação de que não teria havido tal liminar por parte da Monsanto. As informações constam &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/rnam/2009/07/sobre_monsanto_a_cartilha_o_ol.php"&gt;&lt;b&gt;neste blog&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Por via das dúvidas ficam registradas aqui as duas versões da história e disponibilizada a cartilha para download.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4817836689275504988?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4817836689275504988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4817836689275504988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/cartilha-o-olho-do-consumidor.html' title='Cartilha: O OLHO DO CONSUMIDOR'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7173181363045786652</id><published>2009-07-13T13:41:00.000-03:00</published><updated>2009-07-13T13:42:36.515-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco da poesia'/><title type='text'>Poema Xiste</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;(por &lt;a href="http://dabusca.blogspot.com/"&gt;Fabio Rocha&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Auriverde pendão de minha pressa&lt;br /&gt;onde a bola de couro brilha e não cansa&lt;br /&gt;sigamos sábios serenos maracuginos&lt;br /&gt;a semear granolas transgênicas&lt;br /&gt;e a sonhar com vida mansa...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7173181363045786652?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7173181363045786652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7173181363045786652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/poema-xiste.html' title='Poema Xiste'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3046396283582990214</id><published>2009-07-13T13:13:00.003-03:00</published><updated>2009-07-13T13:19:57.370-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artesanato'/><title type='text'>Estante feita de gavetas recuperadas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltekIcHiGI/AAAAAAAAARA/NE0hTsA_QLk/s1600-h/estante+de+gavetas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltekIcHiGI/AAAAAAAAARA/NE0hTsA_QLk/s400/estante+de+gavetas.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357980156521056354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Divulgando aqui mais uma dica prática encontrada no &lt;a href="http://www.ecoblogs.com.br/"&gt;Ecoblogs&lt;/a&gt;: esta estante construída com gavetas que foram resgatadas da cozinha de uma casa demolida em 1940. A idéia é de Monica Ewing, que utiliza peças recuperadas sempre que possível, e as transforma com criatividade e bom gosto. Nesta estante, as gavetas foram empilhadas verticalmente e presas à parede com parafusos para dar maior firmeza. Também podem ser penduradas como pequenas prateleiras individuais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja o passo-a-passo clicando &lt;a href="http://www.craftynest.com/2008/12/salvaged-drawers-modular-bookcase/"&gt;&lt;b&gt;AQUI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" color: rgb(137, 159, 60);  font-family:arial;font-size:11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3046396283582990214?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3046396283582990214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3046396283582990214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/estante-feita-de-gavetas-recuperadas.html' title='Estante feita de gavetas recuperadas'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltekIcHiGI/AAAAAAAAARA/NE0hTsA_QLk/s72-c/estante+de+gavetas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4759359605483263318</id><published>2009-07-13T12:57:00.003-03:00</published><updated>2009-07-13T13:02:18.592-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><title type='text'>Uma fonte que economiza tinta na hora da impressão</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltaQSdEE7I/AAAAAAAAAQ4/jbBF-N4JXC0/s1600-h/ecofont.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 323px; height: 330px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltaQSdEE7I/AAAAAAAAAQ4/jbBF-N4JXC0/s400/ecofont.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357975417565483954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dica veio do &lt;a href="http://www.ecoblogs.com.br/"&gt;Ecoblogs&lt;/a&gt;, e a invenção é da agência de comunicação holandesa Spranq. Ela testou o quanto é possível reduzir a tinta das letras desde que elas se mantenham legíveis. Após checar vários tipos, chegou ao resultado ilustrado na imagem. Segundo a empresa, essa fonte economiza até 20% de tinta. Está disponível para download gratuito &lt;a href="http://www.ecofont.eu/baixar_pt.html"&gt;&lt;b&gt;AQUI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4759359605483263318?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4759359605483263318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4759359605483263318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/uma-fonte-que-economiza-tinta-na-hora.html' title='Uma fonte que economiza tinta na hora da impressão'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltaQSdEE7I/AAAAAAAAAQ4/jbBF-N4JXC0/s72-c/ecofont.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5798172492146985186</id><published>2009-07-13T12:16:00.009-03:00</published><updated>2009-07-13T12:33:08.508-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceitos gerais'/><title type='text'>As melhores propagandas ambientais segundo o The Guardian</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As outras você pode conferir &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/environment/gallery/2009/jul/01/act-responsible-environmental-advertising?picture=349628871"&gt;na página do The Guardian&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltSfIUaJfI/AAAAAAAAAQw/HU-njJ1IryM/s1600-h/paint-propaganda+ambiental.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltSfIUaJfI/AAAAAAAAAQw/HU-njJ1IryM/s400/paint-propaganda+ambiental.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357966876449842674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51);   line-height: 15px; font-family:arial;font-size:12px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Title: Paint&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Agency: Contrapunto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Made For: WWF (Spain)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltSILJjVKI/AAAAAAAAAQo/j_m0E67DQ6w/s1600-h/tree-propaganda+ambiental.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 248px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltSILJjVKI/AAAAAAAAAQo/j_m0E67DQ6w/s400/tree-propaganda+ambiental.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357966482072622242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51);   line-height: 15px; font-family:arial;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Title: Tree Agency: Ogilvy &amp;amp; Mather Made for: WWF (Thailand)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltRaffx6FI/AAAAAAAAAQg/a-GqYdHRRqw/s1600-h/be+the+root-propaganda+ambiental.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 326px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltRaffx6FI/AAAAAAAAAQg/a-GqYdHRRqw/s400/be+the+root-propaganda+ambiental.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357965697260578898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51);   line-height: 15px; font-family:arial;font-size:12px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Title: Girl Agency: ZiG Inc. Made For: Evergreen Tag line: Be the root. Nature in the city begins with all of us. The harder you try, the more it will thrive. We need your help&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltQ6Ql6LsI/AAAAAAAAAQY/Rsty4RBcZZo/s1600-h/marea+negra+-+propaganda+ambiental.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltQ6Ql6LsI/AAAAAAAAAQY/Rsty4RBcZZo/s400/marea+negra+-+propaganda+ambiental.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357965143503941314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51);   line-height: 15px; font-family:arial;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Title: Marea Negra Agency: Euro RSCG Worldwide Tag line: Save the ocean Made for: Greenpeace (Spain)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltQWpMUgMI/AAAAAAAAAQQ/fde1xDbv6Mo/s1600-h/the+books+-+propaganda+ambiental.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltQWpMUgMI/AAAAAAAAAQQ/fde1xDbv6Mo/s400/the+books+-+propaganda+ambiental.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357964531632210114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51);   line-height: 15px; font-family:arial;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;Title: Books Agency: Neogama BBH Made for: Bank of the Planet (Brazil)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:arial;font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse;  line-height: 15px;font-size:12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5798172492146985186?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5798172492146985186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5798172492146985186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/as-melhores-propagandas-ambientais.html' title='As melhores propagandas ambientais segundo o The Guardian'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SltSfIUaJfI/AAAAAAAAAQw/HU-njJ1IryM/s72-c/paint-propaganda+ambiental.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3431757644960580037</id><published>2009-07-12T19:06:00.003-03:00</published><updated>2009-07-12T19:09:47.546-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água e esgoto'/><title type='text'>Para refletir sobre o consumo de água engarrafada</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;matéria enviada gentilmente por Sergio Gouveia:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="materia-titulo"&gt;    &lt;h1 class="entry-title"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Cidade australiana proíbe água engarrafada&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Bundanoon, em Nova Gales do Sul, vai encorajar moradores e visitantes a beber água da torneira.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="materia-assinatura-letra"&gt;    &lt;div class="materia-assinatura"&gt;       &lt;p class="vcard author"&gt;          &lt;strong class="fn"&gt; &lt;/strong&gt;          &lt;span class="adr"&gt;             &lt;span class="locality"&gt;Da BBC&lt;/span&gt;          &lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;&lt;p class="vcard author"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;       &lt;p&gt;Uma cidade rural no sul da Austrália votou por maioria quase         absoluta pela proibição da venda de água engarrafada por causa         de seu impacto sobre o meio ambiente. Ativistas disseram que Bundanoon, em Nova Gales do Sul, é         provavelmente a primeira comunidade do mundo a adotar tal medida.&lt;/p&gt;     &lt;div class="materia-mascara largura-291"&gt;&lt;/div&gt;     &lt;p&gt;A campanha pela proibição alega que a extração, embalagem e         transporte da água engarrafada usam muitos recursos. Além disso, as garrafas plásticas vazias terminam em depósitos de         lixo, afirma a campanha "Bundy on Tap", que significa         "Bundy (apelido da cidade) na torneira".&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Mais de 350 moradores da cidade compareceram à prefeitura para         votar em uma reunião aberta. Só um morador votou contra a proibição, junto com um         representante da indústria de água engarrafada, informou a rede         de tv australiana ABC.&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Segundo o correspondente da BBC em Sydney, Nick Bryant, os         moradores da cidade prometeram não perturbar os visitantes se         eles ignorarem a proibição, mas vão encorajá-los a encher uma         garrafa reutilizável nos bebedores da rua principal de         Bundanoon. As garrafas vão ter o slogan "Bundy on Tap".&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;span class="marcador"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;Campanha &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;div class="subTitulo"&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;p&gt;Um dos líderes da campanha, John Dee, disse que a opinião mudou         na cidade quando uma empresa de bebidas anunciou planos de         explorar um reservatório subterrâneo em Bundanoon. "A empresa queria extrair a água localmente, levá-la para         Sydney, onde seria engarrafada, e transportá-la de volta para         vendê-la na cidade", disse ele.&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;"Isso fez com que as pessoas se dessem conta do impacto         ambiental da água engarrafada e levantou a discussão na cidade." A proibição foi apoiada por proprietários de lojas na cidade, que         tem cerca de 2.500 habitantes.&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;"Nós acreditamos que Bundanoon seja a primeira cidade do         mundo que fez com que seus lojistas proibissem a venda de água         engarrafada", disse Dee. "Ainda não vimos isso em         nenhum outro lugar".&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;O primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Nathan Rees apoiou a         causa, ordenando que todos os departamentos do governo parem de         comprar água engarrafada e passem a usar água da torneira. Rees afirmou que a medida vai economizar o dinheiro do         contribuinte e ajudar o meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3431757644960580037?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3431757644960580037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3431757644960580037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/para-refletir-sobre-o-consumo-de-agua.html' title='Para refletir sobre o consumo de água engarrafada'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8720838902336915476</id><published>2009-07-01T23:27:00.002-03:00</published><updated>2009-07-01T23:30:06.086-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco da poesia'/><title type='text'>Dois poemas visuais</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Poesia visual/experimental de &lt;a href="http://www.avelinodearaujo.hpg.ig.com.br/index.htm"&gt;&lt;b&gt;Avelino de Araújo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkwbSZAzn8I/AAAAAAAAAQI/uERiwxrXBJA/s1600-h/amazonica+n+3+miniconto+-+avelino+de+araujo.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 209px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkwbSZAzn8I/AAAAAAAAAQI/uERiwxrXBJA/s320/amazonica+n+3+miniconto+-+avelino+de+araujo.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353684059802542018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkwbLP9lW1I/AAAAAAAAAQA/iE9yYQ23G9s/s1600-h/consumir+%C3%A9+destruir+-+avelino+de+araujo.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 294px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkwbLP9lW1I/AAAAAAAAAQA/iE9yYQ23G9s/s320/consumir+%C3%A9+destruir+-+avelino+de+araujo.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353683937114020690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8720838902336915476?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8720838902336915476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8720838902336915476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/dois-poemas-visuais.html' title='Dois poemas visuais'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkwbSZAzn8I/AAAAAAAAAQI/uERiwxrXBJA/s72-c/amazonica+n+3+miniconto+-+avelino+de+araujo.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-6227954843812746983</id><published>2009-07-01T20:16:00.001-03:00</published><updated>2009-07-01T20:18:10.275-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='energias renováveis'/><title type='text'>Petróleo: o cocô do diabo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Super importante a matéria de Denis Russo Bugierman no &lt;b&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/energia/petroleo-o-coco-do-diabo/"&gt;Sustentável é Pouco&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, vale a pena ler.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-6227954843812746983?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/6227954843812746983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/6227954843812746983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/07/petroleo-o-coco-do-diabo.html' title='Petróleo: o cocô do diabo'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2651643071660558472</id><published>2009-06-29T03:12:00.001-03:00</published><updated>2009-06-29T03:13:35.216-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco da poesia'/><title type='text'>Gea</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;(poema de &lt;a href="http://inscries.blogspot.com/"&gt;Adelaide Amorim&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a realidade física da terra&lt;br /&gt;não tem nada a ver com nossas dores&lt;br /&gt;mas pode nos tingir de azul ou lama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ilhas e rios que rendilham as muitas&lt;br /&gt;caras da terra&lt;br /&gt;são transitórios ou falsos tantas vezes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o espetáculo grandioso que é a terra&lt;br /&gt;pedras e curvas geodésicas no espaço&lt;br /&gt;e os movimentos brutos que o homem não entende&lt;br /&gt;vêm de onde não cabem culpas nem lamentos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2651643071660558472?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2651643071660558472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2651643071660558472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/gea.html' title='Gea'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2702223282711847389</id><published>2009-06-26T16:42:00.014-03:00</published><updated>2009-06-26T18:28:49.995-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artesanato'/><title type='text'>Porta-tudo em crochê de sacolas plásticas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gostei tanto dessa brincadeira quando testei &lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/puxa-saco-feito-de-croche-de-sacolas.html"&gt;&lt;b&gt;AQUI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, com o que aprendi &lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2008/11/como-fazer-croch-de-sacolas-plsticas.html"&gt;&lt;b&gt;AQUI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, que fiz uma nova experiência, juntando agora uma garrafinha PET pequena, cortada um pouco abaixo do gargalo. Ela dá sustentação e firmeza ao porta-tudo feito em crochê com "fios" aproveitados de sacolas plásticas de supermercado. Tirei várias fotos com sugestões de uso, na mesma peça... mas a imaginação não tem limites e acredito que vocês vão inventar mil e uma outras formas de utilizar esse porta-treco. Lembrando que é lavável, basta não usar água quente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho duas dessas penduradas na minha varanda, cada uma com uma batata-doce dentro, mergulhada em água esperando brotar, porque descobri &lt;a href="http://www.multimistura.org.br/horta.htm"&gt;&lt;b&gt;nesta cartilha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; que além de enfeitar as folhas são nutritivas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Clique nas imagens para ampliar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:-webkit-monospace;font-size:13px;"&gt;&lt;a href="http://www.mylivesignature.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: 0 !important; background: transparent;" src="http://signatures.mylivesignature.com/54487/206/2000A7E8C1EE210FEC4495637D720219.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:-webkit-monospace;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre-wrap;font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUmPSuX-KI/AAAAAAAAAP4/f1vo7RsoMac/s1600-h/porta+tudo+croch%C3%AA+1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 175px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUmPSuX-KI/AAAAAAAAAP4/f1vo7RsoMac/s200/porta+tudo+croch%C3%AA+1.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351725776365942946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;o porta-treco e a garrafinha já cortada&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUmFblwdiI/AAAAAAAAAPw/LhGz08R-AFg/s1600-h/porta+tudo+croch%C3%AA+2.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 128px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUmFblwdiI/AAAAAAAAAPw/LhGz08R-AFg/s200/porta+tudo+croch%C3%AA+2.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351725606947026466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;usando na cozinha para pequenos utensílios de madeira e bamb&lt;/i&gt;u&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUl53n2doI/AAAAAAAAAPo/rHss4pt1pO0/s1600-h/porta+tudo+croch%C3%AA+3.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 147px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUl53n2doI/AAAAAAAAAPo/rHss4pt1pO0/s200/porta+tudo+croch%C3%AA+3.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351725408313570946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;um vasinho com flores de tecido &lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;(ou mesmo naturais porque no PET você pode colocar água)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUlsO8L7lI/AAAAAAAAAPg/owSftGa5Uyo/s1600-h/porta+tudo+croch%C3%AA+4.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 125px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUlsO8L7lI/AAAAAAAAAPg/owSftGa5Uyo/s200/porta+tudo+croch%C3%AA+4.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351725174054710866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;com canetas e outras coisas de escrivaninha&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUlZMqckDI/AAAAAAAAAPY/NnVmsf3thz0/s1600-h/porta+tudo+croch%C3%AA+5.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUlZMqckDI/AAAAAAAAAPY/NnVmsf3thz0/s200/porta+tudo+croch%C3%AA+5.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351724847025918002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;com as escovas dentais ou até maquiagens, no banheiro.&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2702223282711847389?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2702223282711847389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2702223282711847389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/porta-tudo-em-croche-de-sacolas.html' title='Porta-tudo em crochê de sacolas plásticas'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkUmPSuX-KI/AAAAAAAAAP4/f1vo7RsoMac/s72-c/porta+tudo+croch%C3%AA+1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3067822249547336529</id><published>2009-06-26T15:35:00.005-03:00</published><updated>2009-06-26T15:58:29.540-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Soja comum produz mais que a transgênica</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.oeco.com.br/curtas/38-curtas/22006-soja-comum-produz-mais"&gt;O Eco&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" color: rgb(51, 51, 51);  line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul e a Fundação Pró-Sementes &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.farsul.org.br/pg_informes.php?id_noticia=11323"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;divulgaram esta semana&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; que a soja convencional produz em média 9% a mais que a variedade transgênica, com custos equivalentes de produção. Os testes incidiram sobre 40 variedades transgênicas e 21 convencionais, em sete regiões do estado. &lt;b&gt;E ainda tem produtor iludido com certo canto da sereia&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica;font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica;font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica;font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Helvetica;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Não custa aqui repisar na tecla da saúde em relação aos produtos transgênicos, então lá vou eu indicar que vocês leiam também as matérias correlatas neste blog, além de visitarem o blog &lt;a href="http://transgenicosnao.blogspot.com/"&gt;Transgênicos Não&lt;/a&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Helvetica;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/guia-de-produtos-transgenicos-saiba-o.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;Guia de Produtos Transgênicos: saiba o que você está consumindo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/02/nutricao-transgenicos-e-sua-saude.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;O mundo segundo a Monsanto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/05/oleo-de-canola-o-que-voce-precisa-saber.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;Óleo de Canola: o que você precisa saber&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/05/as-sementes-suicidas-tecnologia.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;As sementes suicidas: tecnologia Terminator&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Helvetica;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2008/11/leo-de-cco-e-outros-leos-o-que-voc.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;Óleo de coco e outros óleos: o que você precisa saber&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica;font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica;font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica;font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Helvetica;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;font-size:14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3067822249547336529?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3067822249547336529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3067822249547336529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/soja-comum-produz-mais-que-transgenica.html' title='Soja comum produz mais que a transgênica'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5481272307392703104</id><published>2009-06-25T23:38:00.004-03:00</published><updated>2009-06-25T23:45:21.180-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><title type='text'>Celulares: mudança de postura sobre o lixo eletrônico</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena ler a matéria do &lt;b&gt;Alexandre&lt;/b&gt; no &lt;b&gt;&lt;a href="http://mauj77.blogspot.com/2009/06/vivendo-e-morrendo-celulares-lost-in.html"&gt;Lost in Japan&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, onde ele relata suas impressões sobre a postura japonesa em relação ao '&lt;i&gt;e-waste&lt;/i&gt;' (lixo eletrônico), quando precisou trocar seu aparelho de celular.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5481272307392703104?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5481272307392703104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5481272307392703104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/celulares-mudanca-de-postura-sobre-o.html' title='Celulares: mudança de postura sobre o lixo eletrônico'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-458318125074219778</id><published>2009-06-25T23:19:00.003-03:00</published><updated>2009-06-25T23:25:22.293-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Raticida Natural</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Dica eficaz, simples e barata... estou repassando aqui na íntegra o texto do blog &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://artereciclagem.blogspot.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Arte &amp;amp; Reciclagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);  line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;a href="http://mimirabolantes.blogspot.com/" style="color: rgb(153, 153, 153); text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mimirabolantes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; me enviou esse e-mail e achei super interessante, daí resolvi pesquisar e constatei que procede. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufpel.tche.br/faem/agrociencia/v1n1/artigo2.pdf" style="color: rgb(153, 153, 153); text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; você tem acesso ao trabalho cientifico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51);  line-height: 20px; font-size:13px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Trata-se de um método usado para exterminar ratos sem os riscos para pessoas e meio ambiente comuns aos produtos convencionais, altamente tóxicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ele é feito a partir de feijão cru triturado e é alvo de um estudo da Universidade Federal de Pelotas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O trabalho existe, mas buscava na verdade, mensurar níveis protéicos de algumas variedades de feijão. O estudo confirma porém, que todos os ratos usados na pesquisa morreram, daí a descoberta enviesada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A “receita” raticida que está no e-mail é assim:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;-Pegue uma porção de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo), coloque no multiprocessador, ou liquidificador sem água e triture até o ponto de uma farofa bem fina, mas sem virar totalmente pó.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;-Depois espalhe a mistura (uma colher de chá) nos cantos do chão da sua casa, perto das portas, atrás da geladeira, do fogão, enfim, nos locais onde ratos gostam de se alojar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;-O que acontece é que o rato come a farofa mas não tem como digeri-la, o que resulta em um envenenamento natural por fermentação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Vale lembrar que os ratos transmitem várias doenças ao ser humano, inclusive a leptospirose que pode ser fatal."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.ambientebrasil.com.br/" style="color: rgb(153, 153, 153); text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;http://www.ambientebrasil.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-458318125074219778?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/458318125074219778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/458318125074219778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/raticida-natural.html' title='Raticida Natural'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-8240928372699740640</id><published>2009-06-24T20:15:00.004-03:00</published><updated>2009-06-24T20:20:34.078-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuais e publicações'/><title type='text'>Frutíferas e plantas úteis na vida amazônica (Imazon)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkKz08DLs4I/AAAAAAAAAO4/KUMw7NEAmv0/s1600-h/frut%C3%ADferas+e+plantas+%C3%BAteis+na+vida+amaz%C3%B4nica-capa.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 165px; height: 127px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkKz08DLs4I/AAAAAAAAAO4/KUMw7NEAmv0/s320/frut%C3%ADferas+e+plantas+%C3%BAteis+na+vida+amaz%C3%B4nica-capa.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351037029323617154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 14px; "&gt;Shanley, P. &amp;amp; Medina, G. 2005 Belém: Cifor, Imazon. 304 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet MS';font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet MS';font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; font-size: 13px; "&gt;O livro integra saberes científicos e tradicionais sobre ecologia, economia e usos de 21 espécies de árvores, cipós e palmeiras. A obra contém informações científicos recentes sobre a ecologia das espécies, aspectos culturais, nutrição e uso medicinal dessas espécies na vida Amazônica. O livro (300 páginas, ilustrado) aborda duas grandes regiões distintas da Amazônia: as florestas do Estado do Acre o leste do Pará. Nas palavras da ex-Ministra Marina Silva, o livro "é um extraordinário poema à Amazônia".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;PARA SALVAR O ARQUIVO EM ESnips, CLIQUE &lt;a href="http://www.esnips.com/doc/fff96b8a-2d50-439c-acaf-dae951c60f04/frutiferas-e-plantas-úteis-na-vida-amazônica"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;PARA SALVAR O ARQUIVO NO SITE DO IMAZON, CLIQUE &lt;a href="http://www.imazon.org.br/novo2008/publicacoes_ler.php?idpub=69"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-8240928372699740640?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8240928372699740640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/8240928372699740640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/frutiferas-e-plantas-uteis-na-vida.html' title='Frutíferas e plantas úteis na vida amazônica (Imazon)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkKz08DLs4I/AAAAAAAAAO4/KUMw7NEAmv0/s72-c/frut%C3%ADferas+e+plantas+%C3%BAteis+na+vida+amaz%C3%B4nica-capa.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7971959885301660395</id><published>2009-06-24T19:54:00.004-03:00</published><updated>2009-06-24T20:04:13.237-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plantas e cultivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuais e publicações'/><title type='text'>Guia do Manejo Florestal Comunitário (Imazon)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkKwTuNlpmI/AAAAAAAAAOw/50Pu8IXIT0k/s1600-h/guia+do+manejo+florestal+comunit%C3%A1rio-capa.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 176px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkKwTuNlpmI/AAAAAAAAAOw/50Pu8IXIT0k/s320/guia+do+manejo+florestal+comunit%C3%A1rio-capa.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351033160138597986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(51, 51, 51);  font-family:'trebuchet MS';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Amaral, P.; Veríssimo, T.; Araújo, C. &amp;amp; Souza, H. 2007. Belém: Imazon. 75p.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet MS';color:#333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sabemos que as florestas são uma grande fonte de riquezas, especialmente para quem vive nelas. As florestas oferecem recursos importantes para a sobrevivência do homem, por exemplo, a madeira. No entanto, extrair madeira das florestas pode ser uma atividade muito danosa para o meio ambiente porque, se praticada sem cuidado, pode comprometer a produção futura desse e de outros produtos florestais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet MS';font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;p   style="  text-align: justify; font-family:'trebuchet MS';font-size:14px;"&gt;&lt;span class="tfont_normal"&gt;&lt;span style="font-family:'trebuchet ms', geneva;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Manejo Florestal Comunitário é um conjunto de procedimentos técnicos, administração e gerência para produzir madeira e produtos não-madeireiros com o mínimo de danos à floresta. Esses procedimentos incluem práticas como planejamento de estradas e ramais de arraste e técnicas de corte de árvores, no caso da exploração madeireira. No Manejo Florestal Comunitário, as pessoas da comunidade assumem o compromisso de cuidar da floresta para sempre, a fim de garantir a conservação do meio ambiente, saúde, educação e renda para todos. Dizemos que esses benefícios são ecológicos, sociais, econômicos e legais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="  text-align: justify; font-family:'trebuchet MS';font-size:14px;"&gt;&lt;span class="tfont_normal"&gt;&lt;span style="font-family:'trebuchet ms', geneva;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A primeira parte deste guia descreve em detalhes cada um desses benefícios. Em seguida, mostra como a comunidade pode se beneficiar e se organizar para o manejo florestal. Por último, o guia apresenta as etapas do manejo para que a comunidade possa produzir madeira e conservar a floresta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="  text-align: justify; font-family:'trebuchet MS';font-size:14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="  text-align: justify; font-family:'trebuchet MS';font-size:14px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;PARA SALVAR O ARQUIVO EM ESnips, CLIQUE &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/9091edae-48f2-4b36-80f5-c1a67041b6d8/Guia-Manejo-Florestal-Comunit%C3%A1rio"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="  text-align: justify; font-family:'trebuchet MS';font-size:14px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;PARA SALVAR DIRETAMENTE DO SITE DO IMAZON, CLIQUE &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imazon.org.br/novo2008/publicacoes_ler.php?idpub=76"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="'trebuchet MS'" size="14px" style="  text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7971959885301660395?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7971959885301660395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7971959885301660395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/guia-do-manejo-florestal-comunitario.html' title='Guia do Manejo Florestal Comunitário (Imazon)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkKwTuNlpmI/AAAAAAAAAOw/50Pu8IXIT0k/s72-c/guia+do+manejo+florestal+comunit%C3%A1rio-capa.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5757114869995530716</id><published>2009-06-24T19:00:00.000-03:00</published><updated>2009-06-24T20:31:43.804-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceitos gerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuais e publicações'/><title type='text'>Amazônia sustentável - limites e oportunidades para o desenvolvimento rural (Imazon)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkK1hvG9cCI/AAAAAAAAAPA/1Oe8d5D4D1g/s1600-h/amaz%C3%B4nia+sustent%C3%A1vel-capa.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 190px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkK1hvG9cCI/AAAAAAAAAPA/1Oe8d5D4D1g/s320/amaz%C3%B4nia+sustent%C3%A1vel-capa.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351038898455539746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" color: rgb(51, 51, 51);  font-family:'trebuchet MS';font-size:14px;"&gt;Schneider, R.; Arima, E.; Veríssimo, A.; Barreto, P. &amp;amp; Souza Jr., C. 2000. Brasília: Banco Mundial e Imazon. 57 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet MS';font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet MS';font-size:130%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'trebuchet ms';font-size:13px;"&gt;O objetivo deste trabalho é identificar as oportunidades e limitantes para o estabelecimento de usos sustentáveis do solo na Amazônia. Para isso, os autores analisam o padrão de uso do solo na Amazônia (exploração madeireira e pecuária) e as condições naturais do ecossistema amazônico, em especial o regime pluviométrico, a duração do período seco e a drenagem. Os resultados apontam que o sucesso da agricultura na região é muito influenciado pelo total de chuvas e a duração da estação seca. Níveis maiores de pluviosidade reduzem a conversão da terra para a agricultura e a produtividade do pasto. O abandono da terra cresce à medida em que o nível de pluviosidade aumenta. Os autores indicam que a exploração manejada de madeira poderia oferecer uma economia mais estável do que aquela gerada pela agricultura em grande parte da Amazônia e finalizam sugerindo políticas públicas para estimular o usos sustentável dos recursos florestais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;PARA SALVAR O ARQUIVO EM ESnips, CLIQUE &lt;a href="http://www.esnips.com/doc/32f93084-46ce-4f91-ab62-5bd4a235422a/amazonia-sustentavel"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;PARA SALVAR O ARQUIVO NO SITE DO IMAZON, CLIQUE &lt;a href="http://www.imazon.org.br/novo2008/publicacoes_ler.php?idpub=50"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5757114869995530716?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5757114869995530716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5757114869995530716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/amazonia-sustentavel-limites-e.html' title='Amazônia sustentável - limites e oportunidades para o desenvolvimento rural (Imazon)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkK1hvG9cCI/AAAAAAAAAPA/1Oe8d5D4D1g/s72-c/amaz%C3%B4nia+sustent%C3%A1vel-capa.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-747783093495271251</id><published>2009-06-23T21:18:00.016-03:00</published><updated>2009-06-23T21:52:20.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceitos gerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuais e publicações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água e esgoto'/><title type='text'>Manual de atitudes sustentáveis (50 dicas)</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/home/"&gt;Planeta Sustentável&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; line-height: 15px; "&gt;As dicas e informações que você vai ler aqui podem ser aplicadas no dia-a-dia agora mesmo, em sua própria casa, no trabalho, circulando pelas ruas e em sua vida pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta pela sustentabilidade será vencida em diversas frentes – que vão da tecnologia à política. Mas em todas elas será preciso a mudança de hábitos pessoais. Veja como começar a modificar os seus. É preciso fazer algo. E devemos fazer já.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Baixe os arquivos em PDF clicando nos links &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;(ou lendo no próprio site de origem)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;NA RUA:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" color: rgb(27, 23, 24);  font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left;width: 561px; color: rgb(27, 23, 24);   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-size:6;color:#A97F18;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:24px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal;font-size:16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left;width: 561px; color: rgb(27, 23, 24);   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/48e0950e-319f-47af-a12b-128491571ef7/Manual-de-atitudes-sustent%C3%A1veis---na-rua"&gt;http://www.esnips.com/doc/48e0950e-319f-47af-a12b-128491571ef7/Manual-de-atitudes-sustentáveis---na-rua&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left;width: 561px; color: rgb(27, 23, 24);   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;EM CASA:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/ad2a5e60-8f8b-4950-aa6b-1a8c628a4b26/Manual-de-atitudes-sustent%C3%A1veis---em-casa"&gt;http://www.esnips.com/doc/ad2a5e60-8f8b-4950-aa6b-1a8c628a4b26/Manual-de-atitudes-sustentáveis---em-casa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;NO TRABALHO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/c7cac21a-0747-44c9-9aa6-8ee220b1c231/Manual-de-atitudes-sustent%C3%A1veis---no-trabalho"&gt;http://www.esnips.com/doc/c7cac21a-0747-44c9-9aa6-8ee220b1c231/Manual-de-atitudes-sustentáveis---no-trabalho&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;NA VIDA PESSOAL:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua"   style="text-align: left; width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia;font-size:130%;color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/4d3cc010-2a59-4417-854f-aeccaa207c3c/Manual-de-atitudes-sustent%C3%A1veis---na-vida-pessoal"&gt;http://www.esnips.com/doc/4d3cc010-2a59-4417-854f-aeccaa207c3c/Manual-de-atitudes-sustentáveis---na-vida-pessoal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="narua" style="width: 561px; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; font-family: verdana; "&gt;&lt;div class="emcasa" style="width: 561px; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; font-family: verdana; "&gt;&lt;div class="notrabal" style="width: 561px; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; font-family: verdana; "&gt;&lt;div class="navida" style="width: 561px; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; font-family: verdana; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navida" style="width: 561px; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; font-family: verdana; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navida" style="width: 561px; color: rgb(27, 23, 24); font-size: 12px; font-family: verdana; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navida"   style="width: 561px;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-747783093495271251?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/747783093495271251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/747783093495271251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/manual-de-atitudes-sustentaveis-50.html' title='Manual de atitudes sustentáveis (50 dicas)'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-5302666090677180683</id><published>2009-06-23T12:01:00.011-03:00</published><updated>2009-06-23T12:15:23.156-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bioconstrução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem e lixo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='permacultura'/><title type='text'>Parede de garrafas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este post foi uma contribuição de &lt;b&gt;Esdras Júnior&lt;/b&gt; (http://esdras.pt.vu/), que me enviou por e-mail e depois pude conferir que há muito mais para ser lido sobre o tema clicando no link ao final da matéria. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O texto e as fotos são de &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/"&gt;&lt;b&gt;Giuliana Capello&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;: 31 anos, jornalista e permacultora pelo Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Escreve sobre construção sustentável para as revistas Arquitetura &amp;amp; Construção e CASA CLAUDIA. Formada em design de comunidades sustentáveis (Global Ecovillage Educators for a Sustainable Earth), faz parte da Ecovila Clareando, onde está construindo sua futura morada. No seu blog (vide link), conta histórias e experiências que mostram que é possível ter uma vida mais simples - e nem por isso menos gostosa e divertida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDvGKfdVrI/AAAAAAAAAOo/QwaMBFm2DDc/s1600-h/parede+de+garrafas+1.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 307px; height: 230px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDvGKfdVrI/AAAAAAAAAOo/QwaMBFm2DDc/s320/parede+de+garrafas+1.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350539246490703538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#333333;"&gt;&lt;span style=" color: rgb(51, 51, 51); font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Do ferro-velho para a minha casa. Garrafas de vidro – umas duas centenas delas, talvez – foram a opção para fechar uma pequena abertura projetada estrategicamente para permitir a entrada de luz natural entre as duas águas do telhado. Assim, depois de receber o sol da manhã e início da tarde, a casa ainda é banhada com a luz que atravessa as garrafas apontadas para o poente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica é simples. Um pouquinho de cimento serve para estruturar as garrafas de vidro na parede, que vai subindo à medida que as garrafas vão sendo empilhadas. Assentadas inteiras, as peças ficam com as bocas viradas para o lado de fora, de modo que os fundos circulares formam uma espécie de vitral, colorido e bastante iluminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito surpreende. Mesmo nos dias nublados a luz penetra e colabora para a economia de energia elétrica. Sem falar que a parede fica bonita, atraente e bem econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer uma comparação? Sabe aqueles tijolos de vidro? Então, cada um deles custa, pelo menos, uns R$ 10 (o colorido é ainda mais caro). Cada garrafão de 5 litros tirado do depósito de Piracaia saiu por R$ 0,50! As pequenas vieram da minha casa em São Paulo : garrafas de vinho e azeite, basicamente, armazenadas durante alguns meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, não poderia deixar de citar o autor da idéia – e da proeza: o amigo Ângelo, o agrônomo mais arquiteto que eu conheço...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bioconstrução para mim é isso. É inventar, criar com aquilo que se tem por perto. É desconstruir conceitos obsoletos e verdades inquestionáveis criadas para impulsionar o consumo de materiais novos. Gostei muito do resultado e recomendo a todos. Bom para o planeta, bonito e barato. Que tal?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDu97CzjOI/AAAAAAAAAOg/SIaD6kV-n5M/s1600-h/parede+de+garrafas+2.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 228px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDu97CzjOI/AAAAAAAAAOg/SIaD6kV-n5M/s320/parede+de+garrafas+2.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350539104905039074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDu2MHxXLI/AAAAAAAAAOY/E3K4WqSsXEw/s1600-h/parede+de+garrafas+3.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDu2MHxXLI/AAAAAAAAAOY/E3K4WqSsXEw/s320/parede+de+garrafas+3.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350538972050316466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDuu6P4prI/AAAAAAAAAOQ/197U07rM0VM/s1600-h/parede+em+pau+a+pique+4.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDuu6P4prI/AAAAAAAAAOQ/197U07rM0VM/s320/parede+em+pau+a+pique+4.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350538846993426098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;do que é feita minha casa?&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-left: 7.5pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#333333;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;  color: rgb(51, 51, 51);  font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Na última foto: Lateral da casa, em pau-a-pique (ainda sendo rebocado) e tijolo de solo-cimento. Repare no pedacinho do telhado verde, com planta crescendo espontaneamente. Monocultura não tá com nada!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;  color: rgb(51, 51, 51); font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-left: 7.5pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/140862_post.shtml" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/140862_post.shtml&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-5302666090677180683?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5302666090677180683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/5302666090677180683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/parede-de-garrafas.html' title='Parede de garrafas'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SkDvGKfdVrI/AAAAAAAAAOo/QwaMBFm2DDc/s72-c/parede+de+garrafas+1.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-7954582527065173826</id><published>2009-06-21T19:47:00.008-03:00</published><updated>2009-06-21T20:33:44.085-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sua casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culinária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>1/3 de tudo que você compra vai direto para o lixo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;VOCÊ PODE REDUZIR O DESPERDÍCIO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de gerar mais poluição, o desperdício de alimentos custa caro para o seu bolso e para a sociedade. Ele aumenta a produção de lixo e os gastos com coleta e tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse: &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6666CC;"&gt;&lt;a href="http://www.akatu.org.br/sites/desperdicio/"&gt;www.akatu.org.br/sites/desperdicio/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; e saiba como.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre; font-family:Arial;font-size:10px;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Rkj_Xve5eRM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Rkj_Xve5eRM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-size:10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Veja dicas de reaproveitamento &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;de sobras de alimentos clicando &lt;/span&gt;&lt;a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2008/11/reaproveitamento-das-sobras-de.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E mais 66 receitas de aproveitamento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;integral dos alimentos clicando &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livrodereceitas.com/aproveita/salgados/index.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;*** Uma BOA DICA vinda do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://vivoverde.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Vivo Verde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Existe uma forma de conservar os alimentos frescos… frescos durante semanas. É extremamente simples, basta reutilizar os sacos com interior de alumínio que compramos no supermercado com diversos alimentos (batatas fritas, purê, etc…) &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Basta colocar as frutas ou vegetais no interior desses sacos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(204, 204, 204); font-weight: bold; font-family:Arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Mas atenção!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Não feche o saco, deixe-o aberto e ele fará a sua “magia”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Pense bem, em vez colocar esses sacos no lixo eles podem ser-lhe muito úteis e você ainda contribui para não poluir a natureza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" white-space: pre;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-7954582527065173826?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7954582527065173826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/7954582527065173826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/13-de-tudo-que-voce-compra-vai-direto.html' title='1/3 de tudo que você compra vai direto para o lixo'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-4924425652271484467</id><published>2009-06-20T23:38:00.007-03:00</published><updated>2009-06-21T16:58:16.430-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><title type='text'>Imagens que fazem pensar</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sj2dXhSX-ZI/AAAAAAAAAOI/LnHvJp8aKW8/s1600-h/%C3%ADndia+amamentando+animal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 274px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sj2dXhSX-ZI/AAAAAAAAAOI/LnHvJp8aKW8/s400/%C3%ADndia+amamentando+animal.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349604959784008082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Imagem colhida pelo fotógrafo &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pisco Del Gaiso&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;, e publicada na Folha de S. Paulo, em 16 de dezembro de 1992.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Por ela, o fotógrafo recebeu o Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nesta imagem, vemos uma índia guajá amamentando um filhote de porco-do-mato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pelo que se sabe, os filhotes de alguns animais selvagens que ficam órfãos são levados para a tribo, e criados comos filhos legítimos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-4924425652271484467?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4924425652271484467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/4924425652271484467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/imagens-que-dispensam-legenda.html' title='Imagens que fazem pensar'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/Sj2dXhSX-ZI/AAAAAAAAAOI/LnHvJp8aKW8/s72-c/%C3%ADndia+amamentando+animal.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-3111859203233734324</id><published>2009-06-20T22:26:00.009-03:00</published><updated>2009-06-20T22:42:09.171-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar o mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='social'/><title type='text'>Armas silenciosas para 'guerras tranquilas'</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não me cabe aqui julgar a efetividade real dessas 'armas' ou mesmo se elas estão sendo aplicadas no presente momento (brujas: que las hay, las hay)... acredito que elas possam ter um peso maior ou menor dependendo de cada pessoa e de seu nível de informação/educação, mas é sempre bom ficar atento para não se tornar 'massa de manobra'. Por isso divulgo:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;FONTE: &lt;a href="http://juramentodoshipocritas.blogspot.com/"&gt;http://juramentodoshipocritas.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a partir do documento TOP SECRET: &lt;a href="http://www.syti.net/ES/SilentWeapons.html"&gt;http://www.syti.net/ES/SilentWeapons.html&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;ESTRATÉGIAS DE PROGRAMAÇÃO DA SOCIEDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;1- A estratégia da diversão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e da mutações decididas pelas elites políticas e econômicas, graças a um dilúvio contínuo de distracções e informações insignificantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por assuntos sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar, voltado para a manjedoura com os outros animais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2- Criar problemas, depois oferecer soluções&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este método também é denominado "problema-reação-solução". Primeiro cria-se um problema, uma "situação" destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise econômica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3- A estratégia do esbatimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma gradual, ao longo de 10 anos. Desemprego maciço, precariedade, flexibilidade, deslocalizações, salários que já não asseguram um rendimento decente, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4- A estratégia do diferimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como "dolorosa mas necessária", obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de repente. Segundo, porque o público tem sempre a tendência de esperar ingenuamente que "tudo irá melhor amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5- Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso, argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental. Quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adota um tom infantilizante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reação tão destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6- Apelar antes ao emocional do que à reflexão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apelar ao emocional é uma técnica clássica para fazer curto-circuito à análise racional e, portanto, ao sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar idéias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7- Manter o público na ignorância e no disparate&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8- Encorajar o público a comprazer-se na mediocridade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encorajar o público a considerar bom o fato de ser idiota, vulgar e inculto...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;(vide a programação de TV aberta no domingo - grifo meu)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9- Substituir a revolta pela culpabilidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer crer ao indivíduo que ele é o único responsável pela sua infelicidade, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de se revoltar contra o sistema econômico, o indivíduo desvaloriza-se e culpabiliza-se, criando um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da ação. E sem ação, não há revolução!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10- Conhecer os indivíduos melhor do que eles conhecem a si próprios&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio, permitindo deter um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-3111859203233734324?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3111859203233734324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/3111859203233734324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/armas-silenciosas-para-guerras.html' title='Armas silenciosas para &apos;guerras tranquilas&apos;'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4095326024271164112.post-2670822237899198461</id><published>2009-06-20T02:28:00.000-03:00</published><updated>2009-06-20T02:56:19.748-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Cidade das formigas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;Dez toneladas de cimento, um mês de espera e várias semanas de escavação para descobrir uma verdadeira megalópole subterrânea criada por uma colônia de formigas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gZGEX8f1FBA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gZGEX8f1FBA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4095326024271164112-2670822237899198461?l=viver-sustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2670822237899198461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4095326024271164112/posts/default/2670822237899198461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/06/cidade-das-formigas.html' title='Cidade das formigas'/><author><name>Viver Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15677670765106480084</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ua5qGZwYipk/SRTfrPs9gmI/AAAAAAAAAAM/3_83Ume6KpI/S220/weemee-grande.jpg'/>
